Previsões Tech para 2016. Mas já?

By 5 de outubro de 2015 Notícias No Comments

Como o ano está muito ruim para todo o mundo, não é só aqui não, tem gente querendo virar logo a página e dar uma espiadinha do que vai acontecer em 2016.

Abaixo você vai ler quais são as apostas dos analistas da Motley Fool, empresa de gestão de investimentos altamente conceituada nos EUA. Esses caras fazem analises bastante acuradas do mercado e dão dicas aos investidores de onde colocar seu dinheiro.

Ver onde investidores bem informados vão colocar seu dinheiro em 2016 pode ser uma boa para tentarmos entender para onde vai o rumo da prosa ano que vem.
O cuidado aqui é que alguns deles podem ter ações das empresas que citam em suas previsões, o que pode até distorcer a confiabilidade do que dizem. Mas aí, você mesmo faz seu filtro e acredita só naquilo que achar que de fato faz sentido e deve acreditar.

Certo?

Andres Cardenal (IoT). A Internet das Coisas, ou IoT, pode soar como uma ideia complexa, mas é um conceito simples e poderoso. Dispositivos em todo o mundo, quer seja de um smartphone, um aparelho doméstivo ou um avião, vão trazer embutidos uma quantidade variável de sensores. Esses sensores serão cada vez mais interligando via Wi-Fi e outras tecnologias o que transformará a IoT numa rede em si só, criando ineligência e conectividade em todos os objetos ao nosso redor.

Ela deverá impactar os negócios relacionados a Big Data e um jogador chave nessa área é a IBM. A empresa está fazendo grandes avanços em diferentes áreas como meio ambiente, clima e mapas para ajudar os aviões a voarem mais suave, transportes a poupar combustível e reduzindo os riscos operacionais das companhias. Motores alimentados pela Internet das Coisas poderão prever quando a manutenção é necessária antes de qualquer coisa dar errado, além de serem também otimizados para execução mais eficiente.

Tim Brugger (Big Data): Em parte porque o mundo ao nosso redor está se tornando “ligado” através de um número crescente de sensores de Internet das Coisas, o volume de informação disponível é já impressionante e deverá crescer exponencialmente.
Todos esses dados oferecem um mundo de oportunidades para as empresas para otimizarem suas atividades de mercado, atingirem melhor seus potenciais clientes, desenvolverem perfis de usuário em maior profundidade e melhorar nossa vida diária, entre outras possibilidades.

O problema é que os executivos de negócios já estão sem saber o que fazer com todas as informações, ou Big Data. De acordo com um estudo recente, Big Data vai se tornar uma indústria de US 33 bilhões ainda este ano e 89% dos líderes empresariais acreditam que Big Data irá “revolucionar as operações de negócios da mesma forma que a Internet fez.” Mas como? É aí que a análise preditiva e provedores de computação em cognitivas entram em cena.

Daniel B. Kline (endless paument): Enquanto assinaturas sempre foram o modelo de negócios no setor empresarial de softwares, agora ele está se movendo também para o consumidor final. O líder nesse movimento tem sido a Microsoft, que conseguiu mover uma grande parte da sua base de clientes do Office para um modelo de assinatura.

No mais recente trimestre, a empresa aumentou a sua base de assinantes Office 365 para 15,2 milhões de usuários, um aumento de 3 milhões em relação ao trimestre anterior. Ao fazê-lo, essencialmente, a empresa está garatindo um fluxo de receita recorrente.

Mas a Microsoft não é o único grande jogador nesse novo modelo. Há outros como a Adobe, que tgornou a sua popular suite de ferramentas de criatividade disponível estritamente numa base de assinaturas. Isso é um duro golpe para as pessoas que usam a mesma versão do Photoshop por anos sem atualizar, mas também permite que as pessoas que não poderiam ter sido capazes de pagar centenas de dólares de uma só vez a terem acesso aos produtos.

O pagamento sem fim é um modelo que parece ter grande apelo junto aos milleniuns e operadoras de telefonia, por exemplo, devem adotá-lo. Ele tem vantagens para a empresa e para o consumidor: A empresa recebe um fluxo de receitas garantidas a longo prazo e o consumidor tem acesso ao software mais recentes por preços acessíveis.

Tim Green (budget smartphones): A maneira como a maioria das pessoas compra smartphones nos EUA está passando por uma mudança dramática. Preços subsidiados em contratos de dois anos são em grande parte uma coisa do passado e agora os clientes vão pagar por seus planos e dispositivos de dados separadamente.
Isso pode não parecer uma mudança tão grande assim e, de fato, os usuários de telefones high-end provavelmente não verão um aumento ou uma diminuição tão significativa assim na sua fatura mensal total, assumindo que seu telefone é pago em parcelas.

Mas agora os telefones deveráo ser pagos em separado dos planos de dados, obrigando os fabricantes a desenvolverem modelos com boa capcidade a preços que antes simplesmente não existiam. Esse budgets smartphones deverão crescer em penetração de mercado piossivelmente tornando-se mainstrem.

Há uma variedade de telefones rodando o sistema operacional Android que são vendidos já por US $ 200 ou menos e são perfeitamente adequados a maior parte dos usuários. Isso pode colocar o Google em situação de vantagem diante de seus concorrentes.

Steve Symington (drones): De todas as tendências tech do ano que vem, acho que poucas serão mais visíveis do que a expansão do setor de drones, seja para os usuários finais, seja para uso comercial. Empresas como a chinesa DJI, que atualmente comanda cerca de 70% dos estimados 1,4 bilhões do mercado, deverão se tornar cada vez mais valiosas. Segundo pesquisa recente da Goldman Sachs, esse mercado poderá quase que dobrar no ano que vem e triplicar em 2017.

Empresas como a GoPro estimularão essa tendência lançando seus próprios modelos, como o Quadrotor, prevsito já para o primeiro semestre de 2016.

 

Fonte: Proxxima

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