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Por que vídeos publicitários ainda são feitos como se fossem para televisão?

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As empresas se preocupam em estar presentes nas redes sociais e vendem pela internet. No entanto, muitas seguem usando vídeos que já se tornaram obsoletos frente às novas ferramentas que a tecnologia tem a oferecer.

Se há muito tempo as empresas vendem de outras formas – online, por exemplo – por que seguem fazendo vídeos publicitários como se fossem voltados para a televisão?

Fale o mesmo idioma que seus clientes em todos os canais

 Os consumidores de hoje esperam mais dos vídeos publicitários, ainda mais quando o público alvo da empresa é jovem. Por sua parte, as companhias além de gerar espectadores com seus vídeos, poderiam convertê-los em clientes através de vídeos interativos no exato momento em que eles estejam assistindo à publicidade.

Destas publicidades, muito entendem as empresas dedicadas a desenvolver este novo formato de vídeos. Como é o caso da Cinemad, que desembarcou recentemente no Brasil com a finalidade de dominar e fazer crescer o mercado de publicidade alternativa.

Esta plataforma online permite introduzir interações de mídias sociais, ecommerce e marketing a qualquer vídeo para melhorar sua efetividade, convertendo um vídeo comum em um comercial interativo, inteligente e clicável.

Mariano Lo Cane, CEO e Co-Fundador da Cinemad, explica: “A plataforma está focada no segmento de publicidade e a ferramenta permite aos anunciantes criar peças publicitárias perfeitamente alinhadas com seus objetivos. Por exemplo, caso busquem mais engajamento em redes sociais, é possível adicionar um botão de “like” no vídeo para que os espectadores virem fãs em um só clique.”

A partir do mesmo vídeo, a conversão pode ser diretamente à compra ou outras ações com apenas um clique: “É possível mostrar os últimos tweets da marca no vídeo e fazer com que o espectador mande outro tweet diretamente dali, o usuário pode se registrar para um test drive de um carro completando poucos campos de uma enquete ou também, pode ajudar a viralizar um conteúdo com botões de compartilhar nas redes sociais”, aponta o CEO da Cinemad.

O vídeo publicitário, então, não tem por que ficar atrás das demais linhas de comunicação do cliente: recorrendo aos vídeos interativos é possível falar com o usuário em seu idioma e aproveitar uma oportunidade que já está ao alcance de todos, mas que algumas empresas estão levando vantagem por largarem na frente.

 

Vídeos recicláveis

 É importante destacar que para contar com vídeos interativos, o anunciante pode se aproveitar de videos tradicionais – já gravados, a partir da inclusão da interatividade. Isso representa uma grande economia para as empresas, já que não precisam criar do zero um novo material publicitário em vídeo para deixá-lo à altura do que a tecnologia pode oferecer.

 

Daniel Salman

Consultor de mídia –  Partner Press & Pr

Não fique para trás e aprenda a chegar em seus clientes através das redes sociais

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“Se eu vou a um restaurante e tenho dez amigos no Facebook que estão falando de um e estão fazendo uma crítica positiva, eu posso ir a esse restaurante porque tenho uma boa recomendação dos meus amigos. Este tipo de situação está fazendo com que as marcas se posicionem nas redes sociais. O posicionamento que víamos em ferramentas de busca há alguns anos já não é o único que existe. Hoje, sua presença através de redes sociais também é vital, já que a tecnologia móvel permite que as marcas estejam muito mais conectadas e próximas em todos os espaços”, resume Guillermo Bustamante, Diretor da Escola de Comunicação Digital e Multimídia da Universidad del Pacífico.

A web se instalou como o lugar onde as pessoas compartilham experiências e opiniões de maneira voluntária e transparente, onde as empresas e marcas buscam aterrissar e poder interagir com os usuários. “Em alguns casos a presença da marca nas redes sociais pode ser vital, já que a partir desse espaço se pode chegar a compreender melhor as necessidades e motivações que os usuários têm do produto, suas formas de consumo e como são percebidos. Nas redes sociais se pode encontrar o lado mais honesto do usuário, como ele utiliza o produto e o ele compra, não é como estar dentro de um focus group fechado”, assegura Bustamante.

Toda essa informação que os usuários compartilham na rede e como interagem com uma marca em particular através de comentários, curtidas ou ‘RT’, devem ser analisadas não apenas de maneira quantitativa, como também qualitativamente. “O importante é a análise de sentimento que se pode realizar a partir das redes. Não basta apenas observar e quantificar os dados. Não serve dizer “existem cem pessoas que estão falando da minha marca nas redes sociais” senão não é possível saber o que estão dizendo sobre a marca. Quando você sabe o que estão dizendo sobre a marca, pode melhorar a proposta de valor através das redes sociais. Isso potencializa e melhora a comunicação, a concentra”, afirma o especialista em tecnologia e redes sociais da Universidad del Pacífico.

Ao observar como se apresentam as empresas ou marcas nas redes sociais hoje em dia, é possível ver que uma grande parte delas preferiu voltar a ferramenta digital à atenção ao cliente, já que são os mesmos usuários que encontram nesse canal uma forma de se aproximar daqueles que venderam o produto ou serviço.

“A principal demanda dos usuários nas redes sociais está mais associada ao pós-venda, a como o usuário quer demandar seu serviço, sua atenção. É preciso distinguir dois espaços. Muitas marcas estão na etapa de captação de redes sociais, que é dizer que estão fazendo esforços para captar mais usuários para que comprem produtos ou serviços. Outras marcas estão voltadas ao pós-venda, onde várias pessoas já estão usando seu serviço. Este último caso se dá quando vemos que a empresa decidiu descongestionar seus serviços de call center e está atendendo os usuários através das redes sociais. Por isso, as comunidades de marca não necessariamente estão focadas na venda de um produto em si, mas em melhorar a experiência de compra e/ou uso do produto”, garante o acadêmico.

  1. Todos querem estar nas redes sociais, mas o especialista avisa para não entrar nelas de forma desesperada e sem um foco claro, já que isso pode ser até prejudicial. “Nem todas as empresas deveriam estar nas redes sociais. É preciso definir o que estará nas redes sociais, o que você quer gerar com elas, e maneira mais adequada para o canal. Por exemplo, uma empresa de recrutamento talvez não deveria estar no Facebook, mas sim no LinkedIn, já que ali pode encontrar melhores candidatos”, exemplifica Bustamante.
  2. Os usuários são mais exigentes que antes e demonstram isso nas redes sociais. Por isso, a marca deve estabelecer certos limites e atender consultas da maneira mais particular possível. “As redes sociais atuam com o princípio da instantaneidade. Se um usuário tem um problema às três da manhã com uma marca e reclama pelas redes sociais e espera ser respondido o quanto antes possível, não vai esperar até o outro dia e isso deve ser levado em consideração. Ter uma conta nas redes sociais implica gerar uma normativa para a comunidade, como, por exemplo, explicitar em que horário atenderá. Também não é bom gerar apenas mensagens predefinidas. Hoje em dia existem muitas marcas que sua interação com o usuário é ‘dê seus dados por dados por mensagem direta’. Se ao revisar a timeline da marca ela for só isso, então que vinculação se está gerando com a marca nesse espaço?”, indaga o especialista.

    3. Finalmente, a linguagem e como se interage com os usuários vai determinar a maneira em que a marca vai se posicionar nas redes sociais e o que é que se vai aproveitar dessas ferramentas digitais.

“Quando uma marca decide entrar nas redes sociais, ela deve jogar no mesmo espaço que os usuários jogam. Se formos à base das redes sociais, é como a sala da sua casa, onde você convida seus amigos, e é aí que estão os usuários. As marcas passam por fora e quando você as convida às redes sociais, elas têm que se comportar como um amigo a mais. Se você convida um amigo a sua casa e ele faz um desastre, você não o convida mais. Deve-se ter muito cuidado em como as marcas se movem e se relacionam nas redes sociais com os usuários”, finaliza Guillermo Bustamante.

 

Fonte: Administradores

Por que os vídeos interativos fazem toda diferença em publicidade on-line?

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Pouco a pouco, anunciantes e agências de publicidade começam a descobrir a variedade de propostas interativas que enriquecem os vídeos publicitários e produzem melhores resultados em sua comunicação audiovisual online. Como todo novo formato, a adaptação ao uso dos vídeos interativos na publicidade é gradual; entretanto, é interessante observar a porcentagem de recompra: entender quantos planejadores ou brand managers decidem voltar a comprar estes formatos depois de uma primeira experiência é um termômetro do impacto que estas modalidades estão gerando no mercado.

O plus dos vídeos interativos

A maior aceitação que se observa remete, sem dúvidas, à diferença dos formatos tradicionais, já que os vídeos interativos contam com elementos distintos que chamam a atenção para a ação e enriquecem a experiência do usuário, facilitando assim a conversão. Por exemplo, se um anunciante lança uma campanha convidando seus usuários a seguirem-no nas redes sociais, através da interatividade é possível adicionar o elemento “like” do Facebook e desta forma se evita que os usuários tenham que entrar na rede social para “curtir”. Por fim, as possibilidades de que o façam, ao facilitá-los, aumentam.

Com um vídeo interativo o espectador vive uma experiência enriquecida e se realmente tiver gostado do que determinada marca propõe, pode usar o botão e seguir a marca no Facebook. Com um vídeo comum não se faz nada disso. Se o espectador realmente foi convencido pela marca para que se junte a suas redes sociais, este deve abrir uma página em seu navegador web, buscar o endereço Facebook.com, e lá procurar o perfil da marca e curtir. Todos estes passos extras que se pede ao espectador terminam gerando uma má conversão junto com uma péssima experiência.

A melhoria na conversão é evidente e em média se geram de 2 a 6 vezes melhores resultados do que se obteriam com a comunicação audiovisual online tradicional, porém é difícil determinar uma média do aumento nas vendas das marcas, já que existem muitíssimos tipos de interatividade, como por exemplo completar um formulário, ou começar a seguir uma marca nas redes sociais ou até comprar um produto diretamente de um vídeo. Cada uma destas ações requer diferentes níveis de compromisso por parte do usuário.

O impacto dos vídeos em mobile no Brasil
Hoje, mais de 114 milhões de pessoas usam a internet no Brasil. O acesso mobile no pais já representa 2 em cada 3 minutos, e os aplicativos mobile já correspondem a mais da metade do tempo digital gasto, segundo estudo do ComScore – o que demonstra a sua grande relevância no momento de planejamento de campanhas dos anunciantes, que devem considerar não somente o acesso via desktop.
Assim como a adoção dos vídeos interativos nos desktops se encontra em uma etapa inicial, na parte mobile, ainda é primário o despertar do vídeo interativo, mas tudo indica que terá um crescimento rápido e exponencial principalmente graças à facilidade na segmentação e aos melhores resultados que este novo formato oferece.

 

*Edgar Bezerra é Country Manager da Cinemad Brasil, com mais de 10 anos no mercado de marketing digital.

Fonte: Proxxima

3 motivos para investir em marketing de performance

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Há alguns anos uma das formas mais comuns para divulgação de produtos era o típico trio: panfleto, outdoor e anúncios em jornais e revistas. Com o desenvolvimento tecnológico e o grande impulso das redes sociais, o marketing foi transformado e hoje abre os olhos e investe especialmente no mundo digital, já que este teoricamente custa menos, gera uma poluição ambiental menor e impacta bem mais o público-alvo.

Fábio Ricotta, analista de CEO e empreendedor, acredita que a melhor forma de chegar ao público-alvo atualmente é por meio do marketing de performance.

“O que o diferencia do marketing tradicional é a possibilidade de medir o retorno, ou seja, saber se o investimento gerou resultados suficientes ou não”, explica Ricotta.

Abaixo você confere 3 motivos que deveriam levar todos a investir neste novo tipo de marketing, de acordo com o CEO da Agência Mestre:

1 — Não perder dinheiro

Segundo Ricotta, é possível que outros investimentos do marketing tradicional joguem dinheiro do empreendedor no lixo.

“Como você sabe que aquele panfleto realmente trouxe novos clientes? ”, pergunta o CEO. Segundo ele, o marketing de performance garante melhores resultados, pois utiliza técnicas de medição de retorno. Por exemplo: ao investir nas redes sociais e plataformas digitais, como o Google, é possível calcular os resultados dos anúncios.

“A qualquer momento, as estratégias podem ser mudadas, o que é muito diferente do marketing tradicional, já que o dinheiro gasto no jornal ou no espaço comercial da TV não pode ser mudado, mesmo que não dê retorno”, explica.

2 — Atingir o público-alvo específico

Ricotta relembra que os meios tradicionais de propaganda podem chegar a diversas pessoas, incluindo aquelas que não se interessariam pelo produto. Segundo ele, porém, o marketing de performance já é especificamente direcionado ao potencial cliente.

“O anunciante de lingerie não tem motivos para mirar no público masculino, assim como o mecânico não precisa atingir quem não tem carro”, exemplifica.

Deste modo os anúncios permitem não só chegar a quem pode se interessar, mas também em uma área maior geograficamente.

“Se você pode vender seu serviço ou produto para todo o país, basta criar uma plataforma na internet, e não depender apenas da população local”, destaca, alertando para que os empreendedores olhem para o futuro.

3 — Manter contato com o público

De acordo com o especialista, o marketing de performance normalmente gera ótimos resultados tanto em curto quanto em longo prazo, já que permite a uma marca se relacionar com público nas inúmeras plataformas que existem na internet.

“Uma boa estratégia vai permitir que a empresa guarde o e-mail e até mesmo outros dados do cliente, e com isso vai ser possível manter um diálogo de longa duração com ele”, explica Ricotta.

Segundo ele, é possível fazer promoções exclusivas ou ações de incentivo através de e-mail marketing.

“Em longo prazo, isso traz um retorno muito maior, porque o seu negócio vai ter uma base de fãs que sempre vão manter contato com o que você tem a oferecer, fazendo valer ainda mais o dinheiro investido”, conclui.

Fonte: Administradores

Comunicação e marca: os pontos que todo empreendedor deve saber

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As áreas de comunicação e marketing, muitas vezes, acabam sendo o patinho feio no mundo dos empreendedores.

A grande maioria das empresas, principalmente nos seus primeiros anos de crescimento, não olha com a atenção que deveria para a comunicação e identidade de marca do negócio. Ana Couto, mentora Endeavor, empreendedora e designer, conta que mesmo o Brasil sendo a nona economia global, não temos nenhuma empresa no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

O tema é tão relevante que virou pauta de uma mentoria para os empreendedores que fazem parte do programa Braskem Labs 2016. Por mais de uma hora, Ana compartilhou seus conhecimentos e colocou os empreendedores para pensar fora da sua zona de conforto. De tudo que ela falou, alguns pontos se destacaram:

Marketing: a ponta do iceberg

Muito se ouve sobre o tão famoso marketing. Alguns acham que ele faz até milagres, mas a verdade é que se você não tiver uma marca que represente verdadeiramente a sua empresa, você tem grandes chances de morrer na praia junto com a sua ideia. E por que a marca é tão importante para uma empresa?
Simples: ela é responsável pela percepção de valor de longo prazo do seu negócio. Seus produtos e serviços podem sofrer modificações e até mesmo um reposicionamento no mercado, mas sua marca deve ser sólida. Vamos pensar na Apple.

Lá atrás, a Apple nada mais era do que uma empresa que vendia computadores para designers gráficos. Eles tinham uma proposta de valor clara, mas, com os anos, Steve Jobs percebeu que tinha um mercado muito maior a ser explorado e decidiu trabalhar seu posicionamento de uma forma um pouco diferente. Desde então, a Apple começou a fazer diversos produtos, mas a sua proposta de valor mudou pouco. O que mudou de fato foi o seu posicionamento ao se aventurar em outros mercados, mas sempre de forma consistente.

Nesse processo, a marca foi o fio condutor para que a Apple não deixasse de trazer a proposta de valor de sempre, de quando era uma empresa de computadores para designers. As cores, o design, todo o lado intangível da empresa continuou o mesmo, sendo como um fio condutor do seu propósito e proposta de valor.

Os 4 pilares para construir uma marca

Uma das dúvidas que os empreendedores levantaram foi a dificuldade em se construir uma marca forte o bastante que sobreviva a esse mercado tão feroz. Ana conta que para uma marca ser bem consolidada, a empresa precisa pensar em 4 pilares:

1. Diferenciação: o que eu faço que ninguém mais faz (proposta de valor);

2. Relevância: o quanto o meu produto ou serviço são relevantes para as pessoas. É isso que faz com que a empresa evolua constantemente;

3. Propriedade: o que compõe o universo da marca, como seu perfil, cores, tipografia, etc;

4. Consistência: o quão sólida sua marca é. Lembre-se: não é a sua marca que muda o tempo o todo, o que se adapta é o modelo de negócio.

Muitos empreendedores também fazem confusão quando falamos em marca, negócio e comunicação. Esses termos são estratégias diferentes que uma empresa pode utilizar. Para você não se confundir, aqui vão as explicações:

#Marca: é aquilo que vai puxar sua visão de valor a longo prazo. É aquilo que você constrói e que dura;

#Negócio: estratégia do seu produto. Ou seja, como você pode surpreender seus clientes, realizar a promoção da empresa etc

#Comunicação: o que faz sua empresa ser conhecida. Ela tem que reforçar seu diferencial, ou seja, sua marca.

Qual o valor da sua marca?

Qualidade é um dos primeiros adjetivos que vem a sua cabeça você quando pensa na Nike? Agora, pare e tente puxar na sua memória outra marca que te faça pensar logo de cara no mesmo adjetivo. Difícil, não é? Isso acontece porque a Nike construiu sua proposta de valor de forma tão clara que quando pensamos em outras marcas a única coisa que vem em nossas mentes é que elas são empresas que vendem tênis.

Para que a sua marca seja a próxima Nike, o primeiro passo é construir uma “plataforma”. Essa plataforma é como um código genético da sua empresa, você pode pensar nela em 3 dimensões:

I. Proposta de valor
A proposta de valor nada mais é do que sua essência. A da Coca-Cola são “momentos felizes”, da Apple é o desafio do status quo. E a da sua empresa, qual seria? Vale lembrar que essa construção é algo eterno que não acaba de um dia para o outro. Nessa hora você também define os pilares racionais e emocionais que quer trabalhar na sua marca. Em resumo, isso é seu DNA, é como a marca nasceu e quer ser vista.

II. Posicionamento
É nessa camada que você pensa no seu público-alvo, quem são as referências do setor, o que eles estão fazendo e por aí vai. Depois de ter todos esses dados, é hora de definir seu diferencial e sprint ou, em outras palavras, o que faz da sua empresa única.
Em alguns casos, esse posicionamento de marca pode ser de médio prazo. Tudo isso vai ser ditado pelo mercado que seu negócio está inserido, já que o posicionamento serve para te colocar ao lado dos seus concorrentes. Se você atua no setor de tecnologia, por exemplo, seu diferencial pode ser revisado a cada 2 anos. Lembrando que ele sempre deve estar ligado à sua proposta de valor.

III. Propósito
O que sua empresa constrói para um mundo melhor? Aqui, podemos analisar 3 ondas que moldaram muitas empresas ao longo dos anos. A primeira era focada em surpreender e criar awareness da marca. Durante a segunda, o cenário já tinha mudado um pouco e as marcas queriam construir relevância para o mundo, apelando para conexões emocionais e valor. A terceira onda é a que vivemos atualmente, dentro da qual as marcas têm um propósito forte e definido, com uma comunicação que quer engajar pessoas e criar um ecossistema.

Em resumo, para criar valor você precisa saber para onde ir. Sua marca tem que ser maior que o seu negócio, você, como empreendedor, tem que fazê-la muito maior. Uma boa forma de conseguir esse posicionamento pode ser por meio das redes sociais ou até mesmo embaixadores da marca. Quem são as pessoas que melhor representam a sua marca?
Comunicação e marketing podem fazer toda a diferença para a sua empresa, já pensou se daqui uns anos você é a nova Nike ou Coca-Cola? Bem, tudo vai depender de como você olha para a sua marca hoje!

Artigo publicado na Endeavor Brasil e cedido ao Administradores.com

O que podemos aprender com o fenômeno Pokémon Go?

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Go, Go, Go! Nas últimas semanas, sem dúvida, este tem sido o assunto mais comentado na internet. Dificilmente algum veículo de comunicação ou escritores e palestrantes não tenham comentado sobre o Pokémon Go. Alguns textos falam sobre o que é, outros como surgiu, como os países estão se adaptando a proposta do jogo e por aí vai. Meu objetivo com este artigo é mostrar como podemos aprender lições valiosas com este case de sucesso mundial.

No Brasil, muita gente ainda nem sabe o que significa Pokémon e como funciona o novo jogo da Nitendo que virou uma febre no mundo em poucos dias (50 milhões de downloads em 19 dias). Mas com toda certeza tendo como base o que o jogo já fez, o impacto será grande. O que quero destacar aqui é o que Pokémon Go tem feito no mercado em relação à mudança comportamental do consumidor, no marketing e nos negócios. Agora que chegou ao Brasil, o assunto ganhou um novo fôlego.

Primeiro ponto: ainda temos muito a aprender, tanto sobre o comportamento quanto o marketing. A verdade é que a sensação de estabilidade e conforto precisam definitivamente ser extintas do nosso mercado contemporâneo. Já aprendemos que não existe sucesso absoluto e que “fenômenos” sempre podem surgir e desconstruir tudo que acreditamos ser impossível até aquele exato momento. Os números surpreendentes – em menos de uma semana de lançado, o Pokémon Go superou o Facebook, que tentava não ser ultrapassado pelo Snapchat – mas foi surpreendido por um novo competidor que, “correndo por fora”, está deixando o gigante comendo poeira.

E, diferente do que muitos pensam, o Pokémon Go não surgiu do nada ou de uma hora pra outra. Muito pelo contrário. Nos últimos 20 anos o criador do jogo – John Hanke – tem trabalhado no seu propósito, que foi definido no início da sua carreira. Ele tem desenvolvido projetos desde 1996 quando já tinha em mente “mapear o mundo”. O que ele fez, e com muito mérito, foi aperfeiçoar suas técnicas e apostar no que acreditava. Só para se ter uma ideia, em 2004 Hanke vendeu o jogo “Keyhole”, que utilizava fotos de satélites, para o Google, que na sequência transformou no que hoje é o Google Earth. Passo a passo as coisas foram acontecendo até que em 2014 Google e Nintendo se uniram para fazer uma ação de “brincadeira” no dia da mentira, onde Pokemons apareceriam de forma inusitada no Google Street View. A ação vira um sucesso e só então Hanke decide investir na ideia para criar um jogo.

Outra lição que podemos tirar com tudo isso é que o jogo tem sido fundamental para mostrar também que produtos intangíveis podem despertar o interesse e o desejo dos consumidores. Ninguém “pega” literalmente um Pokémon. Mas o fato de eles existirem, mesmo que virtualmente, tem comprovado ser o suficiente para os consumidores que estão de olhos bem abertos e vidrados nos celulares pelas ruas por onde passam.

E o que podemos dizer então sobre o impacto nos tradicionais pontos de venda nas lojas? Não para de aumentar o número de casos onde estabelecimentos comerciais físicos que estão investindo para tornar seus pontos um “reduto” de Pokémons. Para ter uma ideia, existe especulação de que o McDonalds estaria já planejando uma campanha mundial que, em vez de dar objetos “de verdade” na caixinha do McLanche Feliz, passaria a oferecer “Pokémons virtuais” como brindes para suas ofertas. Essa mudança será inevitável e abrangente, afinal, shoppings centers, parques temáticos, lojas de departamentos podem usufruir dessa nova tecnologia para atrair clientes com Pokémons exclusivos. O merchandising marketing talvez nunca mais seja o mesmo.

Embora tudo que foi dito até aqui aponte para um futuro promissor e de inúmeras possibilidades, é importante frisar que nem tudo são flores. Também em função do jogo vários acidentes graves começaram a ser relatados devido à atenção exigida. Sem contar ainda que a Nintendo terá uma base de dados incrivelmente desafiadora e perigosa ao mesmo tempo (seu e-mail, telefone, cartão de crédito, onde você está, quais amigos estão perto, dia, data e horário são apenas algumas das informações que você passa a compartilhar).

Fonte: Administradores

5 dicas para criar conteúdo relevante no facebook

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Atualmente, não existe estratégia de marketing online sem estar presente na rede social criada por Mark Zuckerberg. São mais de 1 bilhão de usuários ativos, sendo mais de 70 milhões somente no Brasil. O que isso significa? Significa que sua empresa precisa marcar presença no Facebook.

Cada vez mais as empresas estão voltando seus esforços de marketing na rede social, o que torna o panorama muito competitivo e profissionalizado. Com isso, a atenção dos usuários está cada vez mais disputada e valorizada. Nesse contexto o marketing de conteúdo se destaca, pois, o público presta atenção somente no que interessa a ele. Agora você verifica aqui 5 dicas essenciais para fazer marketing de conteúdo no Facebook.

Descubra quem é seu público

Se você já leu alguma coisa sobre a importância de conhecer quem é seu público-alvo, obviamente deve saber que a mesma regra se aplica no Facebook, mas com a grande vantagem de ele ser uma grande fonte de informações pessoais. Já sabe qual é o público que pretende atingir? Então aqui vão algumas dicas básicas:

  • Visite e participe de comunidades relacionadas aos temas que você quer abordar. As discussões presentes nesses grupos são uma valiosa fonte de informações sobre os gostos do seu público.
  • Veja quais páginas são as mais curtidas pelo seu público-alvo e identifique qual é o conteúdo gerado por elas que traz maior retorno em engajamento.
  • Faça pesquisas com seus próprios seguidores no Facebook, seja na forma de enquetes ou simples perguntas publicações normais.

Crie seu próprio conteúdo na rede social

Muitas pessoas acreditam que simplesmente usar o Facebook para divulgar conteúdos gerados em outras plataformas, como um blog, é o suficiente. Mas isso não é tão simples quanto parece. Gerar conteúdo exclusivo para o Facebook é importante para aumentar o alcance de suas postagens e incentivar a interação. Aqui vão algumas dicas:

  • Use sempre imagens em suas postagens. Um estudo feito pela Hubspot mostrou que postagens com imagens geram 39% mais interação.
  • Experimente imagens próprias para o Facebook. Use legendas, memes, gráficos com citações inspiradoras.
  • Mantenha seus textos curtos. Posts com menos de 250 caracteres possuem 60% mais engajamento que posts mais longos.

Tem um blog? Divulgue-o de forma correta

Só porque ao copiar e colar a URL de seu post de blog no Facebook ele já aparecerá com uma prévia, não significa que essa prévia seja a ideal. Otimize o resto para que o leitor se sinta realmente atraído a clicar no link e trazer a tão esperada visita.

Provoque a interação com o seu conteúdo

Lembre-se que, acima de tudo, o Facebook é uma rede social. Por isso, fique de olho nas mensagens que são postadas no mural de sua fanpage e, sempre que houver algo relevante, participe da conversa. Além disso, poste conteúdos que estimulem a interação e gerem comentários.

Teste sempre e acompanhe os resultados

Toda estratégia só irá sobreviver ao mundo real se os resultados forem acompanhados de perto e sirvam de base para tomadas de decisão. As dicas presentes aqui são só o primeiro passo para se começar a usar o Facebook de maneira eficiente. Por isso, planeje, experimente, meça os resultados, repita. Somente dessa maneira você irá conseguir montar e executar a estratégia mais otimizada para sua empresa.

Sua empresa tem conteúdo relevante para o Facebook? Quer fazer a diferença na rede social mais popular do mundo? Então entre em contato pelo telefone (44) 3045-0542 | ou por e-mail contato@agenciacamargo.com.br e agende uma visita técnica que a Agência Camargo vai até você.

 

 

Fonte: Majestade Propaganda

5 estratégias para uma empresa se reinventar na crise financeira

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Uma crise financeira como a nossa tende a desencorajar qualquer esforço de inovação. Pode, inclusive, criar indisposição entre conservadores, que têm suas razões para duvidar, e criativos, que ainda acreditam na chance de a empresa ser um ponto fora da curva. Por falar em criatividade, temos boas dicas para vencer seu bloqueio criativo e outras para estimular ideias ousadas na sua equipe. Aliás, ser do segundo time, que apoia a reinvenção constante, seja a sua própria quanto a da sua empresa, é o que incentivamos.

Para este post, pesquisamos pesquisas sérias sobre crises e seus efeitos. Com isso, chegamos a cinco ingredientes secretos para criar o antídoto de que sua empresa precisa para se livrar da velha maldição – a recessão.

1. Liberdade para os líderes

“Reuniões de planejamento estratégico, pesquisas de mercado, road map detalhado do produto, plano de negócios para três anos… Isso tudo faz parte do mundo corporativo, mas pode limitar seriamente a inovação”, alerta Avner Mor, ex-VP da Deutsche Telekom e ex-gestor geral do centro de desenvolvimento da Microsoft de Israel.

O que ele recomenda não é abandonar nada disso, mas entender que não é possível conhecer tudo sobre seu produto ou mercado daqui a um ano, por exemplo. Por isso, manter a equipe presa a um planejamento de cada passo e invalidar ideias que surjam no meio do caminho, porque fogem do plano, não parece sensato, especialmente durante uma crise financeira.

2. Investimentos pontuais

Um estudo de 2011 da European Business Review que analisou os investimentos em inovação das empresas antes da crise econômica de 2008 e depois, em resposta à ela, revela que as poucas corporações que nadaram contra a corrente, superando a recessão, realizaram investimentos pontuais e estratégicos.

Foram eles: pesquisas (terceirizadas e internas), aquisição de tecnologias, design, marketing, e no treinamento dos profissionais, com o objetivo de capacitá-los para desenvolverem novos produtos e serviços.

3. Tolerância ao erro

“Grandes empresas tendem a se esquecer de que falhas são fontes de informação e que, às vezes, merecem até ser recompensadas, pois um risco foi assumido. No longo prazo, esse é o único caminho para se construir programas de inovação bem-sucedidos”, conclui Avner Mor.

Porém, nem sempre haverá consenso entre as partes logo após uma decisão, e nem sempre todos estarão seguros em correr certos riscos. No entanto, durante uma crise financeira, é preciso haver a maior disposição e integração possível. Nessa hora, cabe aos líderes envolvidos, ou a um time designado (como um comitê de inovação), a tarefa de amenizar atritos, fortalecer alianças e se deixar um clima amigável no escritório.

4. Reconhecimento à inovação

Uma pesquisa de 2015, conduzida pela MindMatters, mostra que o desafio está em vencer um paradoxo. Enquanto 55% dos profissionais entrevistados disseram que suas organizações tratam o capital intelectual como um recurso valioso, só 16% acreditavam que seus empregadores valorizavam seu desenvolvimento profissional como função do negócio.

Além disso, o desencorajamento nas empresas se revelou preocupante: 49% dos profissionais afirmaram que não iriam receber benefício ou reconhecimento algum por contribuírem com novas ideias e trabalhar pela inovação.

5. Interpretação dos dados

Algumas estratégias recomendadas para aumentar a receita da sua empresa envolvem pesquisas e estudos internos. A primeira delas, tendência no mercado, é o estudo de personas e consiste em entender quem são seus clientes e leads (potenciais clientes), como eles agem, como chegaram ao seu produto, quais suas dores e necessidades do dia a dia. Com isso em mente, fica mais simples direcionar argumentos de vendas que conversam melhor com cada persona, e também quais linhas de conteúdo interessam a cada uma.

Uma segunda estratégia são as análises de engajamento, que servem para determinar desde o que torna um lead qualificado até o tipo de comportamento comum entre seus clientes mais engajados. Identificado isso, será possível saber áreas do seu produto ou serviço que merecem mais atenção, que precisam se tornar mais compreensíveis ou mais bem comunicadas. Em suma, aumentar as chances de seus clientes gostarem e decidirem pela sua marca, em detrimento de todas as outras.

 

Fonte: Runrun

 

3 Dicas que vão otimizar a Gestão da Presença Digital da sua Empresa

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É inegável a importância dos canais digitais para qualquer tipo de negócio hoje em dia. Mas, se a sua empresa já possui presença digital você deve saber muito bem que estar bem posicionado na Internet para poder gerar resultados efetivos não é tarefa fácil. Assim como qualquer estratégia de marketing que façamos, gerenciar a presença digital de uma empresa requer tempo, dedicação, investimento e objetivos concisos.
Uma das maiores dores que percebo em empreendedores e gestores – por meio de conversas com clientes e com o mercado – quando o assunto é marketing digital, é encontrar soluções que permitam que eles ou a equipe responsável possam automatizar mais os processos que envolvem a gestão da presença digital de suas empresas.
Nestes 10 anos que trabalho com marketing e Internet, estou sempre em busca de ferramentas online e soluções que vão otimizar a gestão da presença digital de meus clientes e de formas de eles possuírem mais resultados, com menor tempo e investimento possível. E eu tenho uma boa notícia: existem muitas ferramentas que são capazes de auxiliar você ou sua equipe. Mas, antes de te contar sobre 3 ferramentas que eu mais uso, vou compartilhar 3 dicas que vão te ajudar a otimizar a sua gestão de presença digital:
1) Planejamento e Objetivos
Quais são os canais digitais em que a sua empresa está presente hoje? Quais deles você realmente tem o comprometimento de atualização e objetivos definidos do porquê você está fazendo isso?
Muitas empresas acabam se perdendo nos diversos canais que criam (redes sociais, blog, site, listas de e-mails… a lista é enorme) e como um dos recursos mais escassos nas empresas, principalmente nos pequenos negócios, é o tempo, falta este precioso bem para gerenciar tudo que você planejou.
Por isso, é preciso definir exatamente quais são os canais mais estratégicos para o seu negócio hoje e os seus objetivos com isso. Um dos maiores problemas que presenciei (e ainda presencio) que impedem os negócios de encontrarem seus próprios caminhos de resultado na Internet é a falta de um objetivo claro. Não dedique nem um segundo do seu tempo ou um centavo da sua empresa sem antes estabelecer qual é realmente seu OBJETIVO de estar na Internet e o que você quer atingir com esta ação:
Você quer vender pela Internet?
Você quer ter presença de marca pela Internet?
Você quer se relacionar com seus consumidores?
Você quer aumentar sua autoridade através da Internet?
Você quer conseguir mais clientes para seu negócio?
Você quer rejuvenescer sua marca estando presente em redes sociais para o público jovem?
Os objetivos são inúmeros e podem ser uma combinação do que deseja para você e como a Internet pode ajudar a chegar nestes objetivos. Depois de definidos os objetivos é hora de traçar uma Meta para cada um deles.
Quero alcançar X novos clientes com a Internet em Y meses.
Quero alcançar X seguidores que são realmente meu público-alvo em Y meses, na rede social Z.
Quero que meu e-commerce tenha um faturamento de X reais em Y meses.
Quero envolver um público de X pessoas se relacionando com minha marca através do meu blog.
Agora, você está pronto para planejar a sua presença digital e executar este planejamento rumo à realização de suas metas!
Encare a sua presença nos canais digitais como algo realmente sério. Isso é parte do seu mix de marketing e precisa de estratégia, execução e comprometimento para ter resultados.
2) Organização dos conteúdos dos seus canais
Neste momento você já sabe quais são os canais certos para o seu negócio e a quantidade de conteúdos que você irá ter em cada um deles. Uma dica simples que vai otimizar a gestão do seu tempo é organizar o tema destes conteúdos mensalmente independente se é você, sua equipe ou uma agência quem faz os conteúdos para você.
E, como fazer isso?
No final do mês anterior (sugiro entre os dias 15 e 20), reúna sua equipe para definirem quais vão ser os assuntos, ou seja, as pautas, que vão abordar em todos seus canais online no próximo mês. Antes da reunião, já tenha em mãos quais foram os conteúdos de maior sucesso neste mês corrente e ideias que podem vir dos seus seguidores e clientes.
Após a definição da pauta de todos os dias do próximo mês e de todos os canais, você irá trabalhar a produção dos conteúdos para ter pelo menos uma semana de conteúdos finalizados e agendados. Assim, você não precisa se preocupar se “entrou post hoje” no Facebook, que esqueceu do post do Instagram ou mesmo que não enviou aquele e-mail para a sua lista super importante.
Preferencialmente, opte por ter quinze dias de conteúdos prontos e organizados. Vai por mim, isso economiza muito tempo e otimiza os processos de quem está com a mão na massa. Além disso, te proporciona um maior tempo para avaliar o que está publicando e ter ideias novas para conteúdos adicionais.
3) Use tecnologia para organizar seus arquivos
A tecnologia está aí para te ajudar! Como eu comentei, o que eu sempre busco é encontrar novas ferramentas online que vão ajudar empreendedores a ter mais resultados e uma gestão mais enxuta de seus negócios. Ao gerenciar sua presença digital você pode usar bastante os recursos disponíveis e aplicativos para organizar os arquivos que envolvem toda esta gestão. Isso é muito útil, principalmente quando se tem mais de uma pessoa responsável pelo processo.
No passado, já tive muitos problemas quando o assunto era gerenciar os arquivos que eu e a equipe precisávamos usar. Já teve caso em que tive que fazer uma troca de post no final de semana à noite e o arquivo ter ficado na empresa, causando o maior transtorno. Não passo por isso há muitos anos, porque estou sempre com ferramentas que me auxiliam nesta gestão, mas se este não é o seu caso, comece a se atentar para elas.
Uma das mais importantes para mim hoje, é o Dropbox. Este é um serviço para armazenamento e compartilhamento de arquivos, definido como “computação em nuvem” (“cloud computing”). Ou seja, ele mantém os arquivos salvos na web (em um servidor), o que torna o armazenamento e acesso aos seus arquivos do computador e celular muito mais seguro e prático. É possível começar utilizando a versão gratuita da ferramenta.
Minha sugestão é você criar uma conta para sua empresa e instalar o programa nos computadores de quem trabalha com seu marketing online. Assim, vocês conseguem reunir e organizar os arquivos ali dentro de uma maneira bem fácil e se você precisar de um post às 03h de um sábado, por exemplo, você pode acessar o Dropbox de qualquer lugar que estiver e pronto! Acabaram-se as brigas e acusações para aquela pessoa que deixou de salvar um arquivo importante que deveria. Ah, só lembre sempre a sua equipe de manter as pastas no Dropbox bem organizadas.
E, você? O que faz nesta gestão para economizar tempo?

 

 

*Guest-post produzido por Mariana Veiga, sócia do Sucesso Lab, uma empresa que tem como missão ajudar empresários a terem negócios enxutos através de soluções de marketing e gestão de negócios.

Fonte: Runrun