Minha empresa precisa de site?

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Criar um site é fundamental para qualquer empresa ou profissional que está a fim de se adequar ao novo comportamento do consumidor, agora altamente influenciado pelo meio on-line. Confira este texto e veja por que empresas de qualquer segmento precisam criar um site o quanto antes, caso ainda não tenham.

As pessoas estão cada vez mais conectadas. Atualmente, o Brasil tem mais de 168 milhões de smartphones em uso, número que segundo projeções deve ultrapassar os 230 milhões em 2018.

Com a facilidade para acessar a internet em casa ou na rua, nos acostumamos a depender dessa tecnologia para realizar as mais diversas atividades, como estudo, pesquisas e compras.

Segundo uma pesquisa divulgada este ano no site O Globo, os brasileiros já fazem compras pela internet com mais frequência de que em lojas físicas.

Sendo assim, quando uma empresa abre mão de ter um site próprio, ela está optando por duas coisas:

  • Não ser encontrada com facilidade;
  • Não aumentar o volume de vendas.

Na sua opinião, há alguma vantagem nisso?

Veja alguns motivos para você criar um site para a sua empresa:

1 – Internet é estratégica na captação e fidelização de clientes

Com ou sem vendas on-line, é possível expandir o seu negócio com a ajuda da internet. Ela é um meio poderoso para captação de novos clientes e para um trabalho de fidelização dos clientes atuais.

Geralmente isso é feito por meio de estratégias de produção de conteúdo, como textos e vídeos. Isso permite que a empresa seja encontrada facilmente por uma pessoa que realiza uma busca no Google, por exemplo.

Ao aliar a produção de conteúdo com o e-mail marketing, é possível manter um bom contato com o público, oferecendo promoções, dicas e bônus para clientes fiéis etc.

2 – Nem sempre é preciso vender on-line

Algumas empresas não criam um site por um simples motivo: acham que isso é necessário apenas para quem pretende fazer vendas online. Errado.

Uma pizzaria, por exemplo, pode não disponibilizar vendas on-line e, mesmo assim, ser beneficiada por disponibilizar no site o cardápio, a localização da loja, a opinião de clientes e os telefones para contato.

3 – Depender apenas das redes sociais é arriscado

As redes sociais são de fato muito importantes para qualquer empresa, mas ter toda a presença on-line do seu negócio dependente de plataformas de terceiros não é uma boa ideia.

Milhares de empresas que usavam o Whatsapp para entrar em contato com clientes tiveram sérios problemas quando o aplicativo foi proibido no Brasil algumas vezes por determinação judicial, mesmo que as proibições tenham durado apenas algumas horas ou dias.

Facebook, Twitter, Instagram e todas as outras redes sociais estão sujeitas a sofrerem o mesmo problema, e você não gostaria de perder clientes por isso, não é?

Além disso, não há garantias de que essas plataformas manterão as mesmas políticas de uso, layout e recursos que até então beneficiaram sua empresa, sem contar com quedas no serviço ou mudanças repentinas.

4 – Criar um site gera autoridade para sua empresa

Um site bem-feito acaba passando segurança para o público, mostrando que a empresa se importa em ter uma presença oficial e própria na internet.

Muito melhor se o site contar com um blog que seja constantemente atualizado, no qual seu público possa ficar por dentro das novidades do seu segmento e também obter dicas gerais oferecidas por sua empresa.

Com isso, seu site ganha credibilidade junto aos motores de busca, que mostrarão o seu site com mais frequência nos resultados das pesquisas, favorecendo sua empresa ser encontrada.

 

Fonte: Majestade Propaganda

5 estratégias infalíveis de Marketing Digital para você utilizar em seu negócio

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As pessoas gostam muito dessa palavra: Marketing. Mas a verdade é que muita gente se atrapalha sobre a definição ou a plenitude de sua aplicação. Então, só para adiantar: Marketing não é apenas publicidade. Marketing não é ter uma fanpage bonitinha no Facebook. Marketing não é apenas o desconto ou a promoção em uma loja.

Se seguirmos a risca sua definição, vamos encontrar que “o Marketing é uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral” (definição da American Marketing Association).

Trocando em miúdos, é uma série de estratégias e técnicas que buscam agregar valor a marcas ou produtos. Não necessariamente o Marketing é utilizado com o intuito de vender algo, apesar de que, em geral, é o principal objetivo utilizado. Mas esse artigo não tem como missão esmiuçar o que é Marketing ou apresentar a sua definição. O real objetivo é elencar várias estratégias que considero matadoras e que podem ser aplicadas em seu negócio. Seja para prospecção de novos clientes, para fidelização de antigos ou também com recursos nas vendas.

Mas antes de adentrar nas estratégias, vale a pena indicar algo salutar em qualquer processo ou estratégia de marketing. Nada adianta você ler as estratégias a seguir – ou outras que encontrar – e tentar colocá-las todas em prática ao mesmo tempo. Já adianto que nem todas ajustaram ou funcionaram para a sua empresa. O que dá certo para um negócio, não quer dizer que será a melhor solução para o outro. Por isso, existe um passo fundamental nessa estratégia: métrica.

É importante definir métricas para quaisquer ações que optar seguir. Você só saberá o real resultado dessa estratégia se definir quantitativos para avaliar posteriormente. E nesse aspecto é fundamental medir o quanto você pretende gastar, quantas pessoas deseja impactar. Fazer uma verdadeira avaliação sobre a eficiência e eficácia dela.

O que aconselho é escolher três estratégias iniciais, definir como será realizado, quem são os clientes que deseja atingir,, a duração (o tempo) que a ação vai ocorrer e testar. Esse tipo de abordagem ajudará você a identificar possíveis falhas, fazer ajustes necessários e focar naquilo que realmente trará mais resultados. Com esse alerta, agora sim, podemos começar com as estratégias.

#1 – Busca Paga

Nós somos efetivamente bombardeados o tempo todo por anúncios. Do momento que acordamos, na hora que saímos, no sinal, na TV, em tudo. Mas a verdade é que em boa parte desses momentos o nosso foco está em outras atividades. Ou seja, o nosso nível de atenção está compartilhado. E aí, quando desejamos saber mais informações sobre determinado produto ou serviço: o que fazemos? Google! Buscadores na internet.

A verdade é que é nesse momento que os usuários estão efetivamente buscando pelo assunto e, em muitos casos, “prontos” para executar uma compra. Se você cria estratégias de anúncios através de adwords bem segmentadas, com palavras chaves que realmente despertem o interesse do seu público-alvo, bingo! A probabilidade deles serem convertidos é bem maior. E para essa estratégia a métrica é fundamental. Existem palavras-chaves e anúncios que não terão conversão alguma. O segredo para os testes é colocar valores pequenos com diversas possibilidades de palavras e aumentar o valor naquelas que trouxerem melhores conversões.

Fique de olho também no Google Trends – que indica as buscas mais procuradas; no Google Meu Negócio, na qual você pode indicar mais detalhes do seu negócio físico para o público de forma gratuita, e nas mil e uma possibilidades do Facebook Ads (o poder de mensuração deles é incrível).

#2 – Marketing boca-a-boca (viral)

Viralizar um vídeo, uma campanha, ou uma ação entre milhares de pessoas pode ser uma tarefa árdua, difícil e extremamente custosa. Afinal, apesar de verificarmos centenas de vídeos sendo viralizados de forma amadora, sabemos que existem outros milhares que permanecem no limbo. Por isso, a pretensão aqui não é que você viralize um vídeo, mas que crie ações que possam gerar um compartilhamento natural dos seus clientes para a rede de contato deles. Um exemplo bem bacana sobre esse aspecto é o Dropbox, que fornece mais capacidade de armazenamento aos clientes que conseguirem trazer outras pessoas para o serviço. Bingo, de novo! A plataforma criou um verdadeiro exército de “novos vendedores”e difusores da marca.

Uma outra forma eficiente é a gameficação. Além de fidelizar o usuário dentro da plataforma, é possível oferecer vantagens, ganhos e pontos para quem recomenda os seus serviços em suas respectivas redes de contato. Atribuir cupons promocionais para quem indica seus produtos ou serviços também funciona. Ou seja, o boca-a-boca, a recomendação real, é ainda uma das mais fortes formas de engajar novos clientes. Apostar nela em suas estratégias de Marketing é apostar em uma ferramenta extremamente eficaz.

#3 – Redes Sociais

Onde estão os seus clientes? Você sabe responder essa pergunta? Eu não conheço o seu negócio, possivelmente ainda também não nos conhecemos, mas posso afirmar que a maior parte deles está conectado nas redes sociais. Só os usuários ativos no Facebook ultrapassam 1,65 bilhão. O WhatsApp também possui mais de 1 bilhão de inscritos, no Instagram são mais de 400 milhões de pessoas que compartilham fotos, vídeos e histórias.

E é uma premissa básica de qualquer negócio: esteja presente onde seus clientes estão presentes. Agora, não adianta ter simplesmente um perfil ou colocar apenas os seus produtos. As pessoas querem se conectar, querem trocar, se motivar, então, faça conteúdo mais informativo, estimule o engajamento e o compartilhamento. Isso ajudará a prospectar, fidelizar e trazer mais notoriedade para a sua marca. Sim, é fundamental que esse trabalho tenha uma frequência. Nada de intervalos muito longos. Para isso, é possível programar as postagens, inclusive, no Instagram. E aproveite o WhatApp ao seu favor como canal de relacionamento ou como uma forma de distribuir conteúdo.

#4 – SEO

Se você nunca ouviu essa sigla é bom começar a entender o que ela pode fazer por você. SEO significa Search Engine Optimization, trata-se de uma uma forma de otimização de sites. Mas o que ele pode fazer? Colaborar e aumentar os acessos do seu site através de um melhor posicionamento nos resultados dos mecanismos de busca. Mas isso a busca paga já não faz? Sim, ela faz, mas de forma paga por cada palavra-chave que você busca. O SEO ajudará você a chegar na primeira página dos buscadores de forma orgânica. Como? Através de um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que o site melhore seu posicionamento nos resultados.

Caso você não entenda nada de SEO, é bom contratar alguém que entenda.

#5 – Email Marketing

O e-mail marketing é uma estratégia curiosa. Quando você envia o e-mail para uma base, a certeza que terá é que a ação não chegará para todos ou, ao menos, nem todas as pessoas irão abrir. Quando se tem uma base muito extensa e conseguir 50% de taxa de abertura, pode abrir um champanhe – você conseguiu um feito. Inclusive, algumas pessoas dizem que o e-mail marketing está perto do fim e um dia vai morrer, já que a nova geração usa cada cada vez menos o e-mail. Então, por que apostar nela?

Pelo simples fato de ainda funcionar muito bem, com o custo relativamente bem pequeno. O e-mail marketing é ótimo para criar relação com os usuários, para conseguir mais vendas, para atingir muitas pessoas de uma vez. Há muitas ferramentas no mercado que podem lhe auxiliar, com preços variáveis e boas execuções. Mas sempre vale o alerta: nada de spam, apenas opt-in, ou seja, as pessoas precisam consentir em receber sua comunicação e fornecem o seu endereço de e-mail.

Através dessas ações, você já poderá dar passos bem largos em suas estratégias de Marketing Digital.

Fonte: Administradores

Quando um simples vídeo não consegue seduzir quem mais consome produtos audiovisuais: aos Millennials

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Ainda que soe paradoxal, a chamada ‘Geração Y’, nativa digital e ‘heavy user’ da Internet não é um público fácil de seduzir na hora de vender pela internet. Talvez, seja necessária uma interação maior  para conquistar esse público.

Os Millennials, aqueles nascidos entre 1980 e 2000, consomem dois tipos de conteúdo. Um deles podemos chamar de “tradicional”, por exemplo entretenimento: conteúdos sobre música, cinema, televisão e celebridades, que já consumiam outras gerações, mas com uma adaptação cultural correspondente. O outro, um novo tipo de conteúdo que poderíamos chamar “social”, criado por seus “amigos próximos” nas redes sociais  e utilizados com a finalidade de interagir no ciberespaço.

Um vídeo mostra uma menina usando uns óculos de sol em frente a um espelho. Caso se passe o cursor pelas lentes, aparece um cartaz com o preço e suas características; caso clique, a menina fica surpresa porque os óculos sumiram, passaram para o carrinho de compras. Tais exemplos acontecem quando as companhias investem em vídeos interativos em suas páginas.

“Geram até 54 vezes mais conversão que as páginas que tem somente descrições dos produtos com imagens e textos. Inclusive, geram até 6 vezes melhores resultados que os vídeos comuns”, afirma Mariano Lo Cane, CEO da Cinemad, empresa que oferece conteúdos interativos e que acaba de abrir seu escritório no Brasil.

Ao pertencer a uma geração que nasceu com televisão em cores e a cabo, com filmadoras, câmeras fotográficas e telefones celulares, os Millennials fazem um uso muito intuitivo e veloz das ferramentas tecnológicas, reduzem passos e não querem ter que abrir novas janelas para concretizar uma ação. É por isso que os vídeos interativos, que convidam os usuários a um novo universo de ações diretamente do vídeo – além de ser espectador -, são ideais para esses nativos digitais que se sentem confortáveis com a tecnologia e aos que não acham estranho que diretamente de um vídeo seja possível comprar, curtir a Fanpage da companhia, aferir preços, características dos produtos e, inclusive, comprar.

Então, nos tempos em que qualquer um prefere conteúdos em vídeos, para toda companhia é importante difundir seus produtos neste formato. É só questão de adaptar os já existentes ou criar vídeos publicitários interativos do zero.

 

Sobre a Cinemad

Cinemad é uma plataforma online que permite adaptar vídeos tradicionais ou criar vídeos interativos, trazendo uma tecnologia inovadora para gerar taxas de conversão e performance muito maiores, ao trazer a possibilidade do usuário interagir com o conteúdo em video.

Além do Brasil, conta com escritório na Argentina, Chile, México, Porto Rico e Espanha.

 

Fonte: Daniel Salman,

 Consultor de mídia da Partner Press & Pr

5 passos essenciais para construir uma marca forte

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Os tempos são outros e, com eles, também surgem novas expectativas em torno das marcas. Por isso, não basta mais trabalhar da mesma forma que anos atrás. Hoje em dia, para se manter relevante é preciso investir em ações alinhadas ao que o seu público espera e aos rumos do mercado. Quem se enfraquece logo perde seu espaço. Construir uma marca forte não depende exclusivamente de sua habilidade de vender ou conquistar clientes.

Trata-se de uma ideia que vai muito além disso, sendo diretamente impactada pelos caminhos escolhidos pela empresa. Diversas atitudes e iniciativas podem ser determinantes para que este fortalecimento aconteça e se torne duradouro. Ao mesmo tempo, insistir em pensamentos ultrapassados pode prejudicar estes planos. Por isso, veja a seguir 5 passos essenciais para construir uma marca forte!

1. Entregue valor

O marketing digital possui potencial para aumentar substancialmente as vendas de qualquer setor, se os esforços adequados forem empregados. Só que, para isso, é necessário entregar valor para o cliente. Livre-se de discursos vazios e passe a oferecer algo de concreto e atraente para o seu público. Estude as expectativas destas pessoas para sua marca e o que seus concorrentes estão fazendo.

Aqui, a regra não é copiar os outros, mas sim superá-los. Entregue algo que nenhuma outra empresa está trazendo.

2. Gere identificação

As pessoas precisam ser capazes de se ver na sua marca. Para atingir este público, é necessário que você empregue esforços para se aproximar o máximo possível da sua audiência. Ofereça o que ela precisa e a surpreenda, ao mesmo tempo em que fala a língua dela e sabe das suas expectativas.

Cada vez mais é comum ver gente se acostumando a abraçar marcas como extensões de si próprias, portanto, tenha isso como objetivo.

3. Invista em marketing

Um marketing inteligente garantirá que você consiga construir uma marca forte. Hoje em dia, técnicas como a do Inbound Marketing permitem fazer com que o público venha até você, já que estará interessado na informação por trás do seu conteúdo.

Ao empregar os melhores mecanismos do ambiente digital, você consegue levar a mensagem da sua marca a uma audiência cada vez mais interessada.

4. Abrace a inovação para construir uma marca forte

Ideias novas dão energia e durabilidade para construir uma marca forte. O que é feito hoje pode ser melhorado no futuro e você precisa adaptar sua empresa a estas mudanças. Do contrário, pode perder a preferência do seu público e o seu valor.

A cada dia aparecem novas maneiras de se realizar as atividades comuns e muitas podem ter impacto na vida da sua marca. Não as deixe passar.

5. Devolva à comunidade

Cada vez mais pessoas têm ficado atentas à atuação das marcas em diversos âmbitos. O social é o que tem potencial para ganhar mais destaque, já que demonstra uma preocupação da empresa em devolver valor à sociedade. Isso pode surgir na forma de um patrocínio para algum projeto beneficente, apoio na realização de eventos para a comunidade, doações a causas humanitárias, entre outros.

Construir uma marca forte, não é algo que pode ser feito da noite para o dia. É um mindset que precisa estar instalado nas mentes daqueles que são responsáveis pelos rumos da empresa.

 

Fonte> Majestade Propaganda

Por que vídeos publicitários ainda são feitos como se fossem para televisão?

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As empresas se preocupam em estar presentes nas redes sociais e vendem pela internet. No entanto, muitas seguem usando vídeos que já se tornaram obsoletos frente às novas ferramentas que a tecnologia tem a oferecer.

Se há muito tempo as empresas vendem de outras formas – online, por exemplo – por que seguem fazendo vídeos publicitários como se fossem voltados para a televisão?

Fale o mesmo idioma que seus clientes em todos os canais

 Os consumidores de hoje esperam mais dos vídeos publicitários, ainda mais quando o público alvo da empresa é jovem. Por sua parte, as companhias além de gerar espectadores com seus vídeos, poderiam convertê-los em clientes através de vídeos interativos no exato momento em que eles estejam assistindo à publicidade.

Destas publicidades, muito entendem as empresas dedicadas a desenvolver este novo formato de vídeos. Como é o caso da Cinemad, que desembarcou recentemente no Brasil com a finalidade de dominar e fazer crescer o mercado de publicidade alternativa.

Esta plataforma online permite introduzir interações de mídias sociais, ecommerce e marketing a qualquer vídeo para melhorar sua efetividade, convertendo um vídeo comum em um comercial interativo, inteligente e clicável.

Mariano Lo Cane, CEO e Co-Fundador da Cinemad, explica: “A plataforma está focada no segmento de publicidade e a ferramenta permite aos anunciantes criar peças publicitárias perfeitamente alinhadas com seus objetivos. Por exemplo, caso busquem mais engajamento em redes sociais, é possível adicionar um botão de “like” no vídeo para que os espectadores virem fãs em um só clique.”

A partir do mesmo vídeo, a conversão pode ser diretamente à compra ou outras ações com apenas um clique: “É possível mostrar os últimos tweets da marca no vídeo e fazer com que o espectador mande outro tweet diretamente dali, o usuário pode se registrar para um test drive de um carro completando poucos campos de uma enquete ou também, pode ajudar a viralizar um conteúdo com botões de compartilhar nas redes sociais”, aponta o CEO da Cinemad.

O vídeo publicitário, então, não tem por que ficar atrás das demais linhas de comunicação do cliente: recorrendo aos vídeos interativos é possível falar com o usuário em seu idioma e aproveitar uma oportunidade que já está ao alcance de todos, mas que algumas empresas estão levando vantagem por largarem na frente.

 

Vídeos recicláveis

 É importante destacar que para contar com vídeos interativos, o anunciante pode se aproveitar de videos tradicionais – já gravados, a partir da inclusão da interatividade. Isso representa uma grande economia para as empresas, já que não precisam criar do zero um novo material publicitário em vídeo para deixá-lo à altura do que a tecnologia pode oferecer.

 

Daniel Salman

Consultor de mídia –  Partner Press & Pr

Não fique para trás e aprenda a chegar em seus clientes através das redes sociais

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“Se eu vou a um restaurante e tenho dez amigos no Facebook que estão falando de um e estão fazendo uma crítica positiva, eu posso ir a esse restaurante porque tenho uma boa recomendação dos meus amigos. Este tipo de situação está fazendo com que as marcas se posicionem nas redes sociais. O posicionamento que víamos em ferramentas de busca há alguns anos já não é o único que existe. Hoje, sua presença através de redes sociais também é vital, já que a tecnologia móvel permite que as marcas estejam muito mais conectadas e próximas em todos os espaços”, resume Guillermo Bustamante, Diretor da Escola de Comunicação Digital e Multimídia da Universidad del Pacífico.

A web se instalou como o lugar onde as pessoas compartilham experiências e opiniões de maneira voluntária e transparente, onde as empresas e marcas buscam aterrissar e poder interagir com os usuários. “Em alguns casos a presença da marca nas redes sociais pode ser vital, já que a partir desse espaço se pode chegar a compreender melhor as necessidades e motivações que os usuários têm do produto, suas formas de consumo e como são percebidos. Nas redes sociais se pode encontrar o lado mais honesto do usuário, como ele utiliza o produto e o ele compra, não é como estar dentro de um focus group fechado”, assegura Bustamante.

Toda essa informação que os usuários compartilham na rede e como interagem com uma marca em particular através de comentários, curtidas ou ‘RT’, devem ser analisadas não apenas de maneira quantitativa, como também qualitativamente. “O importante é a análise de sentimento que se pode realizar a partir das redes. Não basta apenas observar e quantificar os dados. Não serve dizer “existem cem pessoas que estão falando da minha marca nas redes sociais” senão não é possível saber o que estão dizendo sobre a marca. Quando você sabe o que estão dizendo sobre a marca, pode melhorar a proposta de valor através das redes sociais. Isso potencializa e melhora a comunicação, a concentra”, afirma o especialista em tecnologia e redes sociais da Universidad del Pacífico.

Ao observar como se apresentam as empresas ou marcas nas redes sociais hoje em dia, é possível ver que uma grande parte delas preferiu voltar a ferramenta digital à atenção ao cliente, já que são os mesmos usuários que encontram nesse canal uma forma de se aproximar daqueles que venderam o produto ou serviço.

“A principal demanda dos usuários nas redes sociais está mais associada ao pós-venda, a como o usuário quer demandar seu serviço, sua atenção. É preciso distinguir dois espaços. Muitas marcas estão na etapa de captação de redes sociais, que é dizer que estão fazendo esforços para captar mais usuários para que comprem produtos ou serviços. Outras marcas estão voltadas ao pós-venda, onde várias pessoas já estão usando seu serviço. Este último caso se dá quando vemos que a empresa decidiu descongestionar seus serviços de call center e está atendendo os usuários através das redes sociais. Por isso, as comunidades de marca não necessariamente estão focadas na venda de um produto em si, mas em melhorar a experiência de compra e/ou uso do produto”, garante o acadêmico.

  1. Todos querem estar nas redes sociais, mas o especialista avisa para não entrar nelas de forma desesperada e sem um foco claro, já que isso pode ser até prejudicial. “Nem todas as empresas deveriam estar nas redes sociais. É preciso definir o que estará nas redes sociais, o que você quer gerar com elas, e maneira mais adequada para o canal. Por exemplo, uma empresa de recrutamento talvez não deveria estar no Facebook, mas sim no LinkedIn, já que ali pode encontrar melhores candidatos”, exemplifica Bustamante.
  2. Os usuários são mais exigentes que antes e demonstram isso nas redes sociais. Por isso, a marca deve estabelecer certos limites e atender consultas da maneira mais particular possível. “As redes sociais atuam com o princípio da instantaneidade. Se um usuário tem um problema às três da manhã com uma marca e reclama pelas redes sociais e espera ser respondido o quanto antes possível, não vai esperar até o outro dia e isso deve ser levado em consideração. Ter uma conta nas redes sociais implica gerar uma normativa para a comunidade, como, por exemplo, explicitar em que horário atenderá. Também não é bom gerar apenas mensagens predefinidas. Hoje em dia existem muitas marcas que sua interação com o usuário é ‘dê seus dados por dados por mensagem direta’. Se ao revisar a timeline da marca ela for só isso, então que vinculação se está gerando com a marca nesse espaço?”, indaga o especialista.

    3. Finalmente, a linguagem e como se interage com os usuários vai determinar a maneira em que a marca vai se posicionar nas redes sociais e o que é que se vai aproveitar dessas ferramentas digitais.

“Quando uma marca decide entrar nas redes sociais, ela deve jogar no mesmo espaço que os usuários jogam. Se formos à base das redes sociais, é como a sala da sua casa, onde você convida seus amigos, e é aí que estão os usuários. As marcas passam por fora e quando você as convida às redes sociais, elas têm que se comportar como um amigo a mais. Se você convida um amigo a sua casa e ele faz um desastre, você não o convida mais. Deve-se ter muito cuidado em como as marcas se movem e se relacionam nas redes sociais com os usuários”, finaliza Guillermo Bustamante.

 

Fonte: Administradores

Por que os vídeos interativos fazem toda diferença em publicidade on-line?

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Pouco a pouco, anunciantes e agências de publicidade começam a descobrir a variedade de propostas interativas que enriquecem os vídeos publicitários e produzem melhores resultados em sua comunicação audiovisual online. Como todo novo formato, a adaptação ao uso dos vídeos interativos na publicidade é gradual; entretanto, é interessante observar a porcentagem de recompra: entender quantos planejadores ou brand managers decidem voltar a comprar estes formatos depois de uma primeira experiência é um termômetro do impacto que estas modalidades estão gerando no mercado.

O plus dos vídeos interativos

A maior aceitação que se observa remete, sem dúvidas, à diferença dos formatos tradicionais, já que os vídeos interativos contam com elementos distintos que chamam a atenção para a ação e enriquecem a experiência do usuário, facilitando assim a conversão. Por exemplo, se um anunciante lança uma campanha convidando seus usuários a seguirem-no nas redes sociais, através da interatividade é possível adicionar o elemento “like” do Facebook e desta forma se evita que os usuários tenham que entrar na rede social para “curtir”. Por fim, as possibilidades de que o façam, ao facilitá-los, aumentam.

Com um vídeo interativo o espectador vive uma experiência enriquecida e se realmente tiver gostado do que determinada marca propõe, pode usar o botão e seguir a marca no Facebook. Com um vídeo comum não se faz nada disso. Se o espectador realmente foi convencido pela marca para que se junte a suas redes sociais, este deve abrir uma página em seu navegador web, buscar o endereço Facebook.com, e lá procurar o perfil da marca e curtir. Todos estes passos extras que se pede ao espectador terminam gerando uma má conversão junto com uma péssima experiência.

A melhoria na conversão é evidente e em média se geram de 2 a 6 vezes melhores resultados do que se obteriam com a comunicação audiovisual online tradicional, porém é difícil determinar uma média do aumento nas vendas das marcas, já que existem muitíssimos tipos de interatividade, como por exemplo completar um formulário, ou começar a seguir uma marca nas redes sociais ou até comprar um produto diretamente de um vídeo. Cada uma destas ações requer diferentes níveis de compromisso por parte do usuário.

O impacto dos vídeos em mobile no Brasil
Hoje, mais de 114 milhões de pessoas usam a internet no Brasil. O acesso mobile no pais já representa 2 em cada 3 minutos, e os aplicativos mobile já correspondem a mais da metade do tempo digital gasto, segundo estudo do ComScore – o que demonstra a sua grande relevância no momento de planejamento de campanhas dos anunciantes, que devem considerar não somente o acesso via desktop.
Assim como a adoção dos vídeos interativos nos desktops se encontra em uma etapa inicial, na parte mobile, ainda é primário o despertar do vídeo interativo, mas tudo indica que terá um crescimento rápido e exponencial principalmente graças à facilidade na segmentação e aos melhores resultados que este novo formato oferece.

 

*Edgar Bezerra é Country Manager da Cinemad Brasil, com mais de 10 anos no mercado de marketing digital.

Fonte: Proxxima

3 motivos para investir em marketing de performance

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Há alguns anos uma das formas mais comuns para divulgação de produtos era o típico trio: panfleto, outdoor e anúncios em jornais e revistas. Com o desenvolvimento tecnológico e o grande impulso das redes sociais, o marketing foi transformado e hoje abre os olhos e investe especialmente no mundo digital, já que este teoricamente custa menos, gera uma poluição ambiental menor e impacta bem mais o público-alvo.

Fábio Ricotta, analista de CEO e empreendedor, acredita que a melhor forma de chegar ao público-alvo atualmente é por meio do marketing de performance.

“O que o diferencia do marketing tradicional é a possibilidade de medir o retorno, ou seja, saber se o investimento gerou resultados suficientes ou não”, explica Ricotta.

Abaixo você confere 3 motivos que deveriam levar todos a investir neste novo tipo de marketing, de acordo com o CEO da Agência Mestre:

1 — Não perder dinheiro

Segundo Ricotta, é possível que outros investimentos do marketing tradicional joguem dinheiro do empreendedor no lixo.

“Como você sabe que aquele panfleto realmente trouxe novos clientes? ”, pergunta o CEO. Segundo ele, o marketing de performance garante melhores resultados, pois utiliza técnicas de medição de retorno. Por exemplo: ao investir nas redes sociais e plataformas digitais, como o Google, é possível calcular os resultados dos anúncios.

“A qualquer momento, as estratégias podem ser mudadas, o que é muito diferente do marketing tradicional, já que o dinheiro gasto no jornal ou no espaço comercial da TV não pode ser mudado, mesmo que não dê retorno”, explica.

2 — Atingir o público-alvo específico

Ricotta relembra que os meios tradicionais de propaganda podem chegar a diversas pessoas, incluindo aquelas que não se interessariam pelo produto. Segundo ele, porém, o marketing de performance já é especificamente direcionado ao potencial cliente.

“O anunciante de lingerie não tem motivos para mirar no público masculino, assim como o mecânico não precisa atingir quem não tem carro”, exemplifica.

Deste modo os anúncios permitem não só chegar a quem pode se interessar, mas também em uma área maior geograficamente.

“Se você pode vender seu serviço ou produto para todo o país, basta criar uma plataforma na internet, e não depender apenas da população local”, destaca, alertando para que os empreendedores olhem para o futuro.

3 — Manter contato com o público

De acordo com o especialista, o marketing de performance normalmente gera ótimos resultados tanto em curto quanto em longo prazo, já que permite a uma marca se relacionar com público nas inúmeras plataformas que existem na internet.

“Uma boa estratégia vai permitir que a empresa guarde o e-mail e até mesmo outros dados do cliente, e com isso vai ser possível manter um diálogo de longa duração com ele”, explica Ricotta.

Segundo ele, é possível fazer promoções exclusivas ou ações de incentivo através de e-mail marketing.

“Em longo prazo, isso traz um retorno muito maior, porque o seu negócio vai ter uma base de fãs que sempre vão manter contato com o que você tem a oferecer, fazendo valer ainda mais o dinheiro investido”, conclui.

Fonte: Administradores

Comunicação e marca: os pontos que todo empreendedor deve saber

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As áreas de comunicação e marketing, muitas vezes, acabam sendo o patinho feio no mundo dos empreendedores.

A grande maioria das empresas, principalmente nos seus primeiros anos de crescimento, não olha com a atenção que deveria para a comunicação e identidade de marca do negócio. Ana Couto, mentora Endeavor, empreendedora e designer, conta que mesmo o Brasil sendo a nona economia global, não temos nenhuma empresa no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

O tema é tão relevante que virou pauta de uma mentoria para os empreendedores que fazem parte do programa Braskem Labs 2016. Por mais de uma hora, Ana compartilhou seus conhecimentos e colocou os empreendedores para pensar fora da sua zona de conforto. De tudo que ela falou, alguns pontos se destacaram:

Marketing: a ponta do iceberg

Muito se ouve sobre o tão famoso marketing. Alguns acham que ele faz até milagres, mas a verdade é que se você não tiver uma marca que represente verdadeiramente a sua empresa, você tem grandes chances de morrer na praia junto com a sua ideia. E por que a marca é tão importante para uma empresa?
Simples: ela é responsável pela percepção de valor de longo prazo do seu negócio. Seus produtos e serviços podem sofrer modificações e até mesmo um reposicionamento no mercado, mas sua marca deve ser sólida. Vamos pensar na Apple.

Lá atrás, a Apple nada mais era do que uma empresa que vendia computadores para designers gráficos. Eles tinham uma proposta de valor clara, mas, com os anos, Steve Jobs percebeu que tinha um mercado muito maior a ser explorado e decidiu trabalhar seu posicionamento de uma forma um pouco diferente. Desde então, a Apple começou a fazer diversos produtos, mas a sua proposta de valor mudou pouco. O que mudou de fato foi o seu posicionamento ao se aventurar em outros mercados, mas sempre de forma consistente.

Nesse processo, a marca foi o fio condutor para que a Apple não deixasse de trazer a proposta de valor de sempre, de quando era uma empresa de computadores para designers. As cores, o design, todo o lado intangível da empresa continuou o mesmo, sendo como um fio condutor do seu propósito e proposta de valor.

Os 4 pilares para construir uma marca

Uma das dúvidas que os empreendedores levantaram foi a dificuldade em se construir uma marca forte o bastante que sobreviva a esse mercado tão feroz. Ana conta que para uma marca ser bem consolidada, a empresa precisa pensar em 4 pilares:

1. Diferenciação: o que eu faço que ninguém mais faz (proposta de valor);

2. Relevância: o quanto o meu produto ou serviço são relevantes para as pessoas. É isso que faz com que a empresa evolua constantemente;

3. Propriedade: o que compõe o universo da marca, como seu perfil, cores, tipografia, etc;

4. Consistência: o quão sólida sua marca é. Lembre-se: não é a sua marca que muda o tempo o todo, o que se adapta é o modelo de negócio.

Muitos empreendedores também fazem confusão quando falamos em marca, negócio e comunicação. Esses termos são estratégias diferentes que uma empresa pode utilizar. Para você não se confundir, aqui vão as explicações:

#Marca: é aquilo que vai puxar sua visão de valor a longo prazo. É aquilo que você constrói e que dura;

#Negócio: estratégia do seu produto. Ou seja, como você pode surpreender seus clientes, realizar a promoção da empresa etc

#Comunicação: o que faz sua empresa ser conhecida. Ela tem que reforçar seu diferencial, ou seja, sua marca.

Qual o valor da sua marca?

Qualidade é um dos primeiros adjetivos que vem a sua cabeça você quando pensa na Nike? Agora, pare e tente puxar na sua memória outra marca que te faça pensar logo de cara no mesmo adjetivo. Difícil, não é? Isso acontece porque a Nike construiu sua proposta de valor de forma tão clara que quando pensamos em outras marcas a única coisa que vem em nossas mentes é que elas são empresas que vendem tênis.

Para que a sua marca seja a próxima Nike, o primeiro passo é construir uma “plataforma”. Essa plataforma é como um código genético da sua empresa, você pode pensar nela em 3 dimensões:

I. Proposta de valor
A proposta de valor nada mais é do que sua essência. A da Coca-Cola são “momentos felizes”, da Apple é o desafio do status quo. E a da sua empresa, qual seria? Vale lembrar que essa construção é algo eterno que não acaba de um dia para o outro. Nessa hora você também define os pilares racionais e emocionais que quer trabalhar na sua marca. Em resumo, isso é seu DNA, é como a marca nasceu e quer ser vista.

II. Posicionamento
É nessa camada que você pensa no seu público-alvo, quem são as referências do setor, o que eles estão fazendo e por aí vai. Depois de ter todos esses dados, é hora de definir seu diferencial e sprint ou, em outras palavras, o que faz da sua empresa única.
Em alguns casos, esse posicionamento de marca pode ser de médio prazo. Tudo isso vai ser ditado pelo mercado que seu negócio está inserido, já que o posicionamento serve para te colocar ao lado dos seus concorrentes. Se você atua no setor de tecnologia, por exemplo, seu diferencial pode ser revisado a cada 2 anos. Lembrando que ele sempre deve estar ligado à sua proposta de valor.

III. Propósito
O que sua empresa constrói para um mundo melhor? Aqui, podemos analisar 3 ondas que moldaram muitas empresas ao longo dos anos. A primeira era focada em surpreender e criar awareness da marca. Durante a segunda, o cenário já tinha mudado um pouco e as marcas queriam construir relevância para o mundo, apelando para conexões emocionais e valor. A terceira onda é a que vivemos atualmente, dentro da qual as marcas têm um propósito forte e definido, com uma comunicação que quer engajar pessoas e criar um ecossistema.

Em resumo, para criar valor você precisa saber para onde ir. Sua marca tem que ser maior que o seu negócio, você, como empreendedor, tem que fazê-la muito maior. Uma boa forma de conseguir esse posicionamento pode ser por meio das redes sociais ou até mesmo embaixadores da marca. Quem são as pessoas que melhor representam a sua marca?
Comunicação e marketing podem fazer toda a diferença para a sua empresa, já pensou se daqui uns anos você é a nova Nike ou Coca-Cola? Bem, tudo vai depender de como você olha para a sua marca hoje!

Artigo publicado na Endeavor Brasil e cedido ao Administradores.com

O que podemos aprender com o fenômeno Pokémon Go?

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Go, Go, Go! Nas últimas semanas, sem dúvida, este tem sido o assunto mais comentado na internet. Dificilmente algum veículo de comunicação ou escritores e palestrantes não tenham comentado sobre o Pokémon Go. Alguns textos falam sobre o que é, outros como surgiu, como os países estão se adaptando a proposta do jogo e por aí vai. Meu objetivo com este artigo é mostrar como podemos aprender lições valiosas com este case de sucesso mundial.

No Brasil, muita gente ainda nem sabe o que significa Pokémon e como funciona o novo jogo da Nitendo que virou uma febre no mundo em poucos dias (50 milhões de downloads em 19 dias). Mas com toda certeza tendo como base o que o jogo já fez, o impacto será grande. O que quero destacar aqui é o que Pokémon Go tem feito no mercado em relação à mudança comportamental do consumidor, no marketing e nos negócios. Agora que chegou ao Brasil, o assunto ganhou um novo fôlego.

Primeiro ponto: ainda temos muito a aprender, tanto sobre o comportamento quanto o marketing. A verdade é que a sensação de estabilidade e conforto precisam definitivamente ser extintas do nosso mercado contemporâneo. Já aprendemos que não existe sucesso absoluto e que “fenômenos” sempre podem surgir e desconstruir tudo que acreditamos ser impossível até aquele exato momento. Os números surpreendentes – em menos de uma semana de lançado, o Pokémon Go superou o Facebook, que tentava não ser ultrapassado pelo Snapchat – mas foi surpreendido por um novo competidor que, “correndo por fora”, está deixando o gigante comendo poeira.

E, diferente do que muitos pensam, o Pokémon Go não surgiu do nada ou de uma hora pra outra. Muito pelo contrário. Nos últimos 20 anos o criador do jogo – John Hanke – tem trabalhado no seu propósito, que foi definido no início da sua carreira. Ele tem desenvolvido projetos desde 1996 quando já tinha em mente “mapear o mundo”. O que ele fez, e com muito mérito, foi aperfeiçoar suas técnicas e apostar no que acreditava. Só para se ter uma ideia, em 2004 Hanke vendeu o jogo “Keyhole”, que utilizava fotos de satélites, para o Google, que na sequência transformou no que hoje é o Google Earth. Passo a passo as coisas foram acontecendo até que em 2014 Google e Nintendo se uniram para fazer uma ação de “brincadeira” no dia da mentira, onde Pokemons apareceriam de forma inusitada no Google Street View. A ação vira um sucesso e só então Hanke decide investir na ideia para criar um jogo.

Outra lição que podemos tirar com tudo isso é que o jogo tem sido fundamental para mostrar também que produtos intangíveis podem despertar o interesse e o desejo dos consumidores. Ninguém “pega” literalmente um Pokémon. Mas o fato de eles existirem, mesmo que virtualmente, tem comprovado ser o suficiente para os consumidores que estão de olhos bem abertos e vidrados nos celulares pelas ruas por onde passam.

E o que podemos dizer então sobre o impacto nos tradicionais pontos de venda nas lojas? Não para de aumentar o número de casos onde estabelecimentos comerciais físicos que estão investindo para tornar seus pontos um “reduto” de Pokémons. Para ter uma ideia, existe especulação de que o McDonalds estaria já planejando uma campanha mundial que, em vez de dar objetos “de verdade” na caixinha do McLanche Feliz, passaria a oferecer “Pokémons virtuais” como brindes para suas ofertas. Essa mudança será inevitável e abrangente, afinal, shoppings centers, parques temáticos, lojas de departamentos podem usufruir dessa nova tecnologia para atrair clientes com Pokémons exclusivos. O merchandising marketing talvez nunca mais seja o mesmo.

Embora tudo que foi dito até aqui aponte para um futuro promissor e de inúmeras possibilidades, é importante frisar que nem tudo são flores. Também em função do jogo vários acidentes graves começaram a ser relatados devido à atenção exigida. Sem contar ainda que a Nintendo terá uma base de dados incrivelmente desafiadora e perigosa ao mesmo tempo (seu e-mail, telefone, cartão de crédito, onde você está, quais amigos estão perto, dia, data e horário são apenas algumas das informações que você passa a compartilhar).

Fonte: Administradores