Como construir uma marca de sucesso

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Uma marca de sucesso é aquela que é reconhecida pelo seu público-alvo e pelo mercado como um todo. Uma marca engloba muitas características, como a qualidade do produto, o design, a inovação no mercado, valor de produto e imagem associada à marca. No entanto, construir uma marca de sucesso é um desafio enorme, que depende de muito planejamento estratégico e trabalho de alto nível.

Mas, vale dizer aqui, que qualquer empresa e empreendedor, independente do tamanho do seu negócio, pode criar a sua própria marca de sucesso. Afinal, o sucesso não deve ser medido apenas pelo faturamento ou pelo lucro e, também, pelo valor agregado perante seu público e potenciais clientes. Para construir sua marca de sucesso, é preciso pensar grande desde o primeiro processo até o lançamento do produto ou serviço. Se algo não estiver bom, é necessário aperfeiçoar até estar nas melhores condições. A atenção aos detalhes é o que fará sua marca ganhar uma identidade positiva.

Alguns conceitos para construir a sua marca de sucesso.

1. Imagem

O primeiro item é muito importante. A imagem visual da sua marca é o primeiro contato que o público e o mercado terão com você. Por isso, é preciso trabalhar em um logotipo único, que, de certa forma, caracterize os seus valores. Não é um trabalho simples, já que o trabalho de design e tipografia deve ser detalhado para ser algo único, diferente de outras marcas de sucesso que já estão no mercado. O objetivo aqui é que sua empresa e produto sejam lembrados assim que o consumidor ver a marca.

2. Trabalho constante

Sua marca não atingirá o sucesso da noite para o dia. É preciso paciência e trabalho constante. Muitas marcas demoraram anos e, até mesmo, décadas para atingir o sucesso que têm hoje. Em muitos casos, os empresários acham que estão no caminho errado e mudam radicalmente a sua estratégia e plano de negócio. No entanto, é importante fazer uma avaliação minuciosa para saber quais ações devem ser mantidas e o que deve ser aperfeiçoado. Acima de tudo, é preciso lembrar-se sempre de qual é a sua identidade, quais são os seus valores, sua visão e missão como marca. Assim, o sucesso é questão de tempo.

3. Comunicação eficaz

Toda marca de sucesso tem uma excelente comunicação, principalmente com o seu público. Esse ponto é importantíssimo para vários fatores: publicidade, atendimento e clareza de informações acerca do produto são alguns deles. Hoje em dia, com o avanço das mídias sociais, as empresas devem estar ligadas a essas ferramentas, uma vez que elas são usadas diariamente e milhões de pessoas têm acesso. O mesmo vale para a publicidade. Mas, o mais importante, seja qual for o meio que está sendo utilizado, é adequar a sua linguagem para que seja a cara da sua marca. Ela deve estar de acordo com a sua visão e com os seus valores, além de dialogarem com os seus consumidores e potenciais clientes.

4. Tenha orgulho de contar a sua história

Para que os seus clientes possam confiar na sua marca, eles precisam, geralmente, se identificar com ela. Assim, a sua história deve ser algo motivador e, principalmente, verdadeiro. Uma história de sucesso é construída por anos e devido a grandes experiências, positivas ou mesmo negativas. Não tente esconder os seus fracassos, pois eles foram fundamentais para que você esteja onde está agora.

5. Conheça o seu público

Todo produto ou serviço criado é feito para alguém. Uma marca de sucesso conhece o seu público-alvo. É este conhecimento dos seus consumidores que fará com que você determine qual será a sua estratégia e ação, qual linguagem utilizará, quais são os padrões de qualidade, qual é o preço que pode ser cobrado, entre tantas outras coisas. É o seu público que irá fazer da sua marca, uma marca de sucesso. Conhecê-lo e atendê-lo bem é essencial para alcançar o seu objetivo.

6. Posicione-se no mercado

Assim como conhecer os seus consumidores é essencial, você também deve saber em qual mercado está inserido e que parte pretende ocupar com o seu produto ou serviço. É importante conhecer os seus concorrentes e os seus produtos para saber como se posicionar. As perspectivas de cada um podem ser diferentes, mesmo com produtos concorrentes, dessa forma, você pode encontrar uma brecha para conquistar o público que deseja.

7. Produto de alto nível

Tudo o que você coloca no mercado deve ser de alto nível de qualidade. Marca, design, comunicação, atendimento ao cliente, mas, especialmente, o seu produto ou serviço deve ser o melhor que o cliente pode adquirir. De nada adianta todo um plano de negócio se você não oferecer o que o seu consumidor quer. Por isso, tenha cuidado com o seu produto, acompanhe todo o processo até o momento em que o cliente está com o produto em mãos. É porque as pessoas gostam de seu produto que a sua marca será reconhecida como uma marca de sucesso.

 

Fonte: Egestor

http://blog.egestor.com.br/como-construir-uma-marca-de-sucesso/

Imagens Aéreas – Drone

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Institucional
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Estamos sendo substituídos por Inteligência Artificial

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Ela está entre nós ou acima de nós? O receio de que a Ciência evolua a ponto de dar a máquinas e sistemas a capacidade de tomar boas decisões, e independentemente de um operador, mais assusta do que encanta alguns de nós. No entanto, para três pesquisadores, cujo artigo “How Artificial Intelligence will Redefine Management” foi publicado na Harvard Business Review, os gestores devem olhar para a Inteligência Artificial como colegas de trabalho. Enquanto é pouco provável que o julgamento humano possa ser automatizado, eles dizem, máquinas inteligentes podem acrescentar muito ao seu trabalho administrativo, auxiliando com simulações de cenários futuros, estimativas, e oferecendo insights.

O que é Inteligência Artificial?

Conversamos com o professor e pesquisador Renato de Brito Sanchez, que é também empreendedor, proprietário de duas empresas, sendo uma delas de tecnologia em automação, robótica e inteligência artificial. Inteligência artificial ou I.A., ele afirma, “é um conceito que remete à realização do sonho da humanidade de um futuro distante, onde máquinas e humanoides interagem com humanos e animais”.

Quando você pensa em inteligência artificial, a primeira imagem que surge provavelmente é uma cena de filme, como Perdidos no Espaço, Matrix ou Eu, Robô. No entanto, é fato que o conceito de I.A. é muito tênue, visto que um robô pode ser totalmente dependente de seu operador. Então, onde termina a simples automação ou processo autônomo repetitivo e começa a inteligência de fato? É possível dotar uma máquina, um sistema com a mesma consciência de um ser humano?

Breve história da Inteligência Artificial

O termo Inteligência Artificial foi cunhado em 1956 pelo cientista John McCarthy, embora 6 anos antes já houvesse sido especulado sobre uma máquina com capacidade de pensar pelo cientista da computação Alan Turing – cuja história o filme O Jogo da Imitação apresenta. Entre as décadas de 1950 e 1960, após alguns avanços significativos, criaram-se os laboratórios de inteligência artificial em Stanford e no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).

A partir de 1990, houve uma correção de conceito e as pesquisas voltadas à inteligência artificial. O que antes estava baseado numa abordagem de lógica, para estabelecer regras que orientassem a ação dos computadores, passava agora a usar dados estatísticos de bases de dados. Isto é, as máquinas agora poderiam avaliar resultados e identificar perfis e padrões para resolver os problemas apresentados de forma autônoma.

Em meio a todos os avanços tecnológicos, os anos 2000 foram um divisor de águas, pois deste ponto houve um salto tecnológico e eventos que marcaram as propostas de tecnologia. Neste processo há uma atenção particular para o aumento da capacidade de processamento de dados, que se tornou mais veloz e, com uma oferta maior de dados, houve um ponto de novos horizontes para a inteligência artificial.

Substituição?

Três dos maiores especialistas no assunto inteligência artificial, Vegard Kolbjørnsrud, Richard Amico e Robert J. Thomas, conduziram uma pesquisa com quase 2 mil gestores de 14 países, além de 37 executivos que lideram transformações digitais em suas empresas. Tudo para entender desde tarefas burocráticas que IA poderia poupar até recomendar práticas a serem dominadas com a ascensão da tecnologia inteligente. O primeiro resultado

mostrou que os gestores passam mais da metade (54%) do seu tempo executando controle de tarefas – o que envolve desde delegar demandas até conferir se tudo está correndo como deveria, e dentro do prazo e do orçamento. Investem ainda 30% em resolução de problemas e colaboração com equipe e pares – e apenas 10% com estratégia e inovação… Talvez você se enxergue neste cenário.

Layne Thompson, diretor de uma grande companhia de ERP, diz que “Os gestores costumam enxergar seu trabalho como julgar, ter critério, experiência e capacidade de improvisar. Não se trata de aplicar regras. E se considerarmos que uma das principais promessas da inteligência artificial é a habilidade de ajudar a tomar decisões, então, deveríamos encarar a tecnologia como suporte, e não como substituta dos gestores.”

Uma segunda pesquisa, para entender quais habilidades os gestores assumiam que precisariam desenvolver nos próximos 5 anos, revelou

Que O destaque está no fato de que os gestores entendem que precisam entender mais de tecnologia e experimentar ideias criativas com mais frequências, no entanto subestimam aquelas que chamamos de people skills. Isso quer dizer que não estão suficientemente atentos ao fato de que deveriam desenvolver a habilidade de construir uma boa rede de contatos e de se relacionar bem (21%), nem em desenvolver sua equipe (21%) e tampouco melhorar sua capacidade de cooperar com os colegas (20%). O conselho dos pesquisadores é: cuide disso enquanto é tempo. Priorize essas três habilidades e você será diferente da média.

Onde já fomos substituídos (e ainda bem)

Para que um sistema consiga assumir decisões autônomas, deve agir independentemente de um padrão definido, deve ser flexível e se adaptar aos estímulos do meio externo. Baseado nessa premissa e nas atividades desempenhadas pelo ser humano, é inerente que no cotidiano as tarefas sejam simplificadas por meio de máquinas e sistemas, em processos como o abastecimento de combustível, o pagamento sem intervenção do usuário (como no sistema Via Fácil – Sem Parar), assim como em compras online, onde não há contato humano até que este produto seja disposto para entrega à logística.

Estas máquinas e sistemas nos substituem em atividades desde o uso militar como os VANTs teleguiados, a operação do robô Curiosity em Marte, uma operação de seleção de pedido de compra, até a gestão de recursos energéticos de um prédio comercial baseado no perfil de uso ao longo do dia. Sistemas inteligentes são utilizados, inclusive, para educação e para o desenvolvimento de habilidades intelectuais e auxílio a pacientes clínicos.

Entretanto, a tecnologia necessita de avanços para que veículos autônomos, sejam terrestres, aquáticos ou aéreos, possam navegar e tomar decisões por conta própria. Assim como para que haja linhas de produção e expedição totalmente autônomas. Ou mesmo, no espaço doméstico, para que possamos contar com o auxílio de humanoides nas atividades de limpeza, carregamento de carga ou mesmo cuidados e acompanhamentos a idosos.

Queremos sua ajuda

Atualmente a tecnologia baseada em inteligência artificial está presente em diversos processos e serviços nas esferas residenciais, comerciais e industriais. Isto porque há uma facilidade em estabelecer uma rede entre dispositivos e criar algoritmos que possam executar tarefas de varreduras, coletas e análise de dados. Dotados destas informações, os “sistemas inteligentes” podem assumir pequenas decisões baseadas na análise de perfis.

É o caso de empresas como Amazon e Submarino, com sistemas que analisam os acessos e dados de navegação dos usuários com a finalidade de fornecer de forma autônoma propostas e recomendações de compra ou acesso para leitura de livros.

Em outra vertente deste mercado digital, Netflix, Google, Facebook e Microsoft possuem plataformas com algoritmos autônomos que analisam cada usuário para dispor e traçar rotas de navegação baseadas no interesse de cada um.

Essas plataformas e algoritmos se estenderam a todos os mercados. A General Motors tem o sistema MyLink para os veículos da Chevrolet com intuito de prover a interação de buscas, navegação e mobilidade baseado na necessidade de seus condutores.

Ainda, o desenvolvimento de sistemas mobile, principalmente para smartphones, trouxe sistemas que permitem a interação autônoma com o usuário, através do Siri da Apple, do Now do Google, e da Cortana da Microsoft.

É o fim dos Gestores?

Em 1940 não se imaginava o celular. 50 anos depois, em 1990 a Internet ainda não tinha sido liberada para comercialização. Já entre 2001 e 2016, tivemos o surgimento de dispositivos com tecnologia mobile, softwares que operam linhas de processo com automação, e controle de todos os recursos energéticos de uma planta industrial ou edificação, interação do veículo com seus condutores e smartphones que interagem com comandos de voz e identificação visual.

“Com base nisso, posso sugerir que estes saltos de evolução são cada vez maiores para um curto espaço de tempo. Acredito ser questão de tempo para que conquistas sejam alcançadas e a tecnologia se torne cada vez mais independente de humanos em suas ações e em sua autogestão”, conclui o professor e pesquisador Renato de Brito Sanchez.

Para que um sistema possa gerir uma equipe no lugar de uma pessoa, além de autônomo para a tomada de decisões, o sistema depende de um aprendizado minucioso e inerente ao ser humano: as emoções. Pois além do raciocínio lógico e da inteligência, somos sensíveis a emoções, algo que atualmente uma máquina não aprende e, por isso, não pode assimilar a simples diferença entre um singelo bolo e um bolo de aniversário na essência de sua representatividade, por exemplo.

Portanto, todas as suas decisões seriam tomadas exclusivamente pela razão, e sabemos que tais decisões podem ser realizadas com risco de erro. Imagine, por exemplo, um sistema julgando um réu, decidindo sobre uma vida em um hospital, ou tomando uma decisão financeira. Por ora, é inviável.

Há dúvidas sobre a possibilidade ou quando um sistema estará evoluído para uma posição de gestão, porém é fato que, para atividades em que a razão é imperativa, sistemas ou máquinas assumem esta função. É o caso do contato via telefone com sistemas bancários, companhias de telefone ou mesmo o pré atendimento. Cabe, no entanto, a ressalva de que o atendimento é finalizado por uma pessoa, tendo em vista que o sistema não diferencia a necessidade do cliente em postergar um pagamento ou explicar uma situação financeira.

Últimas considerações

Os pesquisadores Vegard Kolbjørnsrud, Richard Amico e Robert J. Thomas resumem a questão em três passos, que indicam a todos os líderes, para lidarem da forma mais inteligente possível com a inteligência artificial.

1) Explore o quanto antes. Para navegar em um futuro incerto, é preciso experimentar a IA, aplicando ideias e ferramentas dessa natureza.

2) Adote novos KPIs para impulsionar a adoção. A inteligência artificial deverá criar novos critérios para o sucesso. Dentre elas, capacidade de colaboração, compartilhamento de informações, experimentação, aprendizado e tomada de decisões, eficácia e capacidade de buscar insights e inovações.

3) Desenvolva estratégias de treinamento e recrutamento para criar equipes diversificadas. Líderes devem desenvolver uma força de trabalho diversificada e uma equipe de gerentes que equilibrem a experiência com a inteligência criativa e social – de forma que um lado complemente o outro e seja possível chegar a um julgamento coletivo o mais sensato.

Fonte: https://blog.runrun.it/inteligencia-artificial-ainda-bem/

O QUE SÃO CAMPANHAS DE DISPLAY NO GOOGLE ADWORDS?

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As campanhas de Display no Google AdWords estão sendo cada vez mais utilizadas na maioria das estratégias e planejamentos de mídia online. E para conseguirmos extrair todo o potencial desta poderosa ferramenta, precisamos entender melhor o que ela é e como ela funciona.

As campanhas de Rede de Display trabalham com a veiculação de anúncios por toda a rede de parceiros do Google, a Google Display Network. Esses anúncios podem ser veiculados em diversos formatos, como detalharemos a seguir.

O QUE É A GOOGLE DISPLAY NETWORK?

A Google Display Network (GDN) é uma rede com mais de dois milhões de websites, aplicativos ou vídeos, onde os seus anúncios das campanhas do Google AdWords podem ser exibidos.

Segundo o Google, hoje a GDN atinge mais de 90% dos usuários da internet em todo o mundo. Muita coisa, não acha?

PORQUE UTILIZAR CAMPANHAS DE DISPLAY NO GOOGLE ADWORDS

As campanhas em Display podem enriquecer muito sua estratégia devido à grande versatilidade que possuem. Por sua grande gama de formatos e canais, elas ainda podem ser aplicadas em planejamentos com os mais diversos objetivos.

GERAR RECONHECIMENTO

A Rede de Display é excelente para trabalhar o aumento do reconhecimento de marca. Isso porque a GDN possui uma vasta gama de websites, aplicativos e vídeos, onde é possível impactar o usuário constantemente durante a navegação.

Mas não abuse: procure controlar a frequência e o horário de exposição dos seus anúncios para não impactar o usuário de forma negativa.

AUMENTAR CONVERSÕES

Engana-se quem pensa que as campanhas em Display limitam-se ao branding. Elas também são uma ótima ferramenta para aumentar suas conversões.

Devido à grande variedade de formatos e segmentações disponíveis, você consegue atingir o seu público-alvo sem que, necessariamente, ele precise realizar uma busca, como acontece na Rede de Pesquisa.

ENGAJAMENTO

Alcance consumidores que já demonstraram interesse na sua empresa. As campanhas na Rede de Display permitem que você impacte novamente os usuários que já visitaram o seu site ou que já viram algum vídeo em seu canal do YouTube.

Crie listas de remarketing para usuários que já interagiram com a sua marca. Seja relevante para eles e não caia no esquecimento.

FORMATOS DISPONÍVEIS NA REDE DE DISPLAY

Uma parte crucial das estratégias na Rede de Display é identificar qual o melhor formato para chamar a atenção do seu público-alvo. Os formatos disponíveis atualmente são:

ANÚNCIOS EM TEXTO

A grande vantagem deste tipo de anúncio é que, por não possuir um tamanho delimitado, ele encaixa-se em praticamente qualquer espaço que esteja disponível para anúncio, permitindo que você entregue mensagens facilmente personalizáveis ao seu público-alvo. Não deixe de utilizar este formato em sua campanha.

ANÚNCIOS GRÁFICOS

Os anúncios gráficos permitem que você atraia a atenção do usuário enquanto ele navega pelos mais de 2 milhões de canais disponíveis na Google Display Network. Eles estão disponíveis em diversos formatos e até permitem o upload da sua própria arte personalizada.

ANÚNCIOS RESPONSIVOS

Em suas campanhas é recomendável utilizar, sempre que possível, os anúncios gráficos responsivos. Eles combinam anúncios gráficos com anúncios de texto e se ajustam a qualquer tamanho disponível na rede de display. Além disso, são muito simples de criar.

ANÚNCIOS EM VÍDEO

Este formato pode ser criado a partir da galeria de anúncios do AdWords. O vídeo escolhido pode estar hospedado no YouTube ou ser selecionado via upload, diretamente na sua conta.

ANÚNCIOS NO GMAIL

Os anúncios em Gmail são anúncios interativos e expansíveis que aparecem na parte superior das Guias do Gmail. Eles permitem a exibição de anúncios com modelos prontos, catálogos, vídeos e até mesmo um HTML personalizado.

 

ANÚNCIOS DINÂMICOS

Este tipo de anúncio possibilita a exibição de um conteúdo personalizado para seus clientes através de um feed de dados. A maneira mais comum de controlar este feed é através do Google Merchant Center. Mas também é possível fazer o upload de seu feed de dados através da biblioteca compartilhada do AdWords, caso seja necessário.

ANÚNCIOS LIGHTBOX

Os anúncios lightbox são anúncios interativos, expansíveis através do clique ou da passagem do cursor sobre eles. Você pode expandi-los para exibir um vídeo, imagem, ou permitir que as pessoas expandam o anúncio e naveguem por um conjunto de imagens. Os lances disponíveis para este tipo de anúncio são CPM ou CPE (custo por engajamento).

OPÇÕES DE SEGMENTAÇÃO NA REDE DE DISPLAY

As campanhas na Rede de Display fornecem um extenso leque de segmentações para que você alcance seu público. É importante compreender cada uma delas para encontrar a combinação certeira que irá aumentar seus resultados.

PALAVRAS-CHAVE

Com a segmentação por palavras-chave na Rede de Display, é possível atingir usuários que estão acessando canais com temas relacionados às palavras escolhidas, ou então, dependendo da configuração da segmentação, usuários que tenham demonstrado interesse a elas, de acordo com o seu histórico recente de navegação.

CANAIS

Neste tipo de segmentação é possível selecionar manualmente os canais que estão disponíveis na GDN para exibirem seus anúncios em espaços disponíveis. Você também pode aumentar lances naqueles canais que são mais relevantes para o seu público.

TÓPICOS

Nesta opção é possível segmentar muitas páginas de um determinado tema que você acredita ser relevante para o seu cliente.

Por exemplo: Pedro está fazendo uma campanha para uma imobiliária e deseja atingir pessoas com interesse em alugar um imóvel. Na segmentação, ele seleciona o tópico “Imóveis” e a subcategoria “Aluguéis de apartamento ou casas”.

INTERESSES

Ao adicionar a segmentação por interesses, você alcança potenciais clientes com base no interesse deles durante a sua navegação nos diversos canais da GDN. Você pode escolher os interesses a partir de uma lista de categorias e segmentar para diversas etapas do processo de conversão.

Públicos-alvo de afinidade

Para uma maior exposição, selecione os públicos-alvo de afinidade. Esta opção permite a localização de clientes em grande escala e depois os informa sobre a sua empresa. Por exemplo: Amantes de TV, Entusiastas de moda, fãs de quadrinhos e muito mais.

Públicos-alvo de afinidade personalizados

Com os públicos-alvo de afinidade personalizados, é possível criar públicos mais próximos à sua marca em comparação aos de afinidade, que são mais amplos. Você pode delimitar essa segmentação utilizando interesses livres como palavras-chave e/ou utilizando URLs como um proxy para pacotes de interesses.

Públicos-alvo no mercado

No caso de públicos-alvo no mercado, você atinge clientes que estão pesquisando produtos e considerando a compra ou a contratação de um serviço similar ao selecionado na lista de opções da segmentação. Essa opção é ideal para atingir clientes que estão mais inclinados a concluir uma compra.

LISTAS E REMARKETING

Dependendo do formato de anúncio escolhido, você pode utilizar listas de clientes em suas segmentações. São diversas opções: pessoas que já interagiram com seu site (visita, compra, novos usuários, usuários recorrentes), base de e-mails, pessoas que já assistiram vídeos em seu canal do YouTube, etc. São diversas opções, seja criativo e encontre a ideal!

INFORMAÇÕES DEMOGRÁFICAS

A segmentação demográfica permite que você delimite uma faixa etária, sexo ou status parental (com filhos ou sem filhos).

Existem inúmeras possibilidades para combinar todas essas opções de segmentação e de formatos. Agora que você já entende como elas podem ser utilizadas, estude a melhor forma para aproveitá-las. Depois é só conferir os resultados nas suas campanhas de Display no Google AdWords.

 

 

Fonte: Raffcom.com.br

GUSTAVO BEIN

Analista de Links Patrocinados

blog@raffcom.com.br

COMO AUMENTAR SUAS VENDAS EM 3 MESES

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O principal ponto para aumentar suas vendas em 3 meses é o trabalho do SEO. Seu site precisa estar muito bem posicionado no Google, para isso tenha uma empresa que entenda desse trabalho.

Otimize seu público, entenda a linguagem e a melhor forma para chegar até seu cliente. Utilize uma lista de e-mail marketing, rastreando visitantes do seu site e loja virtual, utilize também o remarketing através das ferramentas analíticas e todo o processo que é disponibilizado para que seu anuncio tenha maior alcance e te dê o retorno esperado.

Continue evoluindo, tenha uma empresa que procure estar sempre atualizada e siga as tendências que estão saindo. São várias ferramentas que você pode adquirir para que seu cliente lembre de você quando ele precisar comprar um produto ou serviço.

E por último: Fidelize o seu cliente através de um excelente atendimento online!

O e-mail marketing realmente funciona?

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Algumas empresas e profissionais se utilizam do e-mail marketing de forma incorreta, provocando SPAMs e gerando uma grande dúvida: essa ferramenta funciona realmente? Pois você pode se surpreender com a eficácia desse recurso do marketing digital — basta saber utilizá-lo estrategicamente e de forma correta, respeitando o seu público.

Quando uma pessoa recebe uma mensagem sem saber de onde o remetente conseguiu o seu endereço de e-mail, a primeira sensação é de ter tido a sua privacidade invadida. Afinal, não foi autorizado o envio de nada.

Pensando nisso, o uso do e-mail marketing foi sendo estruturado e hoje existem estratégias para o seu uso com retornos bastante expressivos. Veja só!

Estatísticas do e-mail marketing

De acordo com a DMA, o e-mail marketing tem um ROI (Return On Investiment) na margem dos 3.800%. A empresa ainda salienta a importância do bom trabalho estratégico, considerando que 77% do ROI do e-mail marketing é conquistado por meio de campanhas automatizadas e personalizadas.

No Brasil, o e-mail marketing está cada vez mais popular e já são cerca de 46,3% das empresas que utilizam esse meio para distribuir conteúdo de qualidade ao seu público.

O e-mail marketing funciona sim!

As novas práticas de utilização do e-mail marketing visam conhecer o público-alvo com maior profundidade e oferecer algo de valor em troca de um relacionamento que será construído pelas mensagens.

Veja como o processo acontece na prática:

Buyer Personas e conteúdo de valor

As Buyer Personas são uma criação do programador Alan Cooper. Trata-se de personagens semifictícios que representem o cliente ideal de uma empresa. Ao contrário do conceito de público-alvo, nesse caso, o cliente é visto como um ser único, com características emocionais, psicológicas e comportamentais.

Assim, conhecendo-o melhor e sabendo dos seus interesses e necessidades, é possível desenvolver conteúdos de qualidade e que atendam as expectativas do potencial cliente. Mensagens assim têm menos chances de irem para a lixeira ou de serem reportadas como SPAM.

Landing pages e criação de listas segmentadas

As landing pages são páginas de conversão, basicamente. Elas têm um título, um conteúdo persuasivo, uma oferta e um formulário de cadastro. A ideia é oferecer algo de valor e que seja muito interessante ao seu público. Mas para ter acesso ao produto ou material, o visitante da página precisa realizar o cadastro. Assim, você tem acesso ao nome, endereço de e-mail e outras informações que forem necessárias.

Mas há um alerta nesse processo. Um bom profissional reconhece que o usuário cadastrou o endereço porque está interessado naquele conteúdo em específico, mas isso não dá o direito de enviar dezenas de mensagens sobre conteúdos diversos. Aí é que entra a segmentação como forma de aumentar as conversões.

A ideia é construir landing pages bastante específicas sobre os produtos ou serviços que sua empresa oferece. Com os cadastros realizados, as ferramentas de automação de e-mail marketing criam listas de segmentação de acordo com o interesse dos usuários. No momento de enviar as mensagens, os destinatários só receberão as que tiverem conteúdo referente ao tema que demonstraram interesse. É a mensagem certa para o público certo! Eis o sucesso do e-mail marketing atual!

 

Fonte: Majestade Propaganda

Minha empresa precisa de site?

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Criar um site é fundamental para qualquer empresa ou profissional que está a fim de se adequar ao novo comportamento do consumidor, agora altamente influenciado pelo meio on-line. Confira este texto e veja por que empresas de qualquer segmento precisam criar um site o quanto antes, caso ainda não tenham.

As pessoas estão cada vez mais conectadas. Atualmente, o Brasil tem mais de 168 milhões de smartphones em uso, número que segundo projeções deve ultrapassar os 230 milhões em 2018.

Com a facilidade para acessar a internet em casa ou na rua, nos acostumamos a depender dessa tecnologia para realizar as mais diversas atividades, como estudo, pesquisas e compras.

Segundo uma pesquisa divulgada este ano no site O Globo, os brasileiros já fazem compras pela internet com mais frequência de que em lojas físicas.

Sendo assim, quando uma empresa abre mão de ter um site próprio, ela está optando por duas coisas:

  • Não ser encontrada com facilidade;
  • Não aumentar o volume de vendas.

Na sua opinião, há alguma vantagem nisso?

Veja alguns motivos para você criar um site para a sua empresa:

1 – Internet é estratégica na captação e fidelização de clientes

Com ou sem vendas on-line, é possível expandir o seu negócio com a ajuda da internet. Ela é um meio poderoso para captação de novos clientes e para um trabalho de fidelização dos clientes atuais.

Geralmente isso é feito por meio de estratégias de produção de conteúdo, como textos e vídeos. Isso permite que a empresa seja encontrada facilmente por uma pessoa que realiza uma busca no Google, por exemplo.

Ao aliar a produção de conteúdo com o e-mail marketing, é possível manter um bom contato com o público, oferecendo promoções, dicas e bônus para clientes fiéis etc.

2 – Nem sempre é preciso vender on-line

Algumas empresas não criam um site por um simples motivo: acham que isso é necessário apenas para quem pretende fazer vendas online. Errado.

Uma pizzaria, por exemplo, pode não disponibilizar vendas on-line e, mesmo assim, ser beneficiada por disponibilizar no site o cardápio, a localização da loja, a opinião de clientes e os telefones para contato.

3 – Depender apenas das redes sociais é arriscado

As redes sociais são de fato muito importantes para qualquer empresa, mas ter toda a presença on-line do seu negócio dependente de plataformas de terceiros não é uma boa ideia.

Milhares de empresas que usavam o Whatsapp para entrar em contato com clientes tiveram sérios problemas quando o aplicativo foi proibido no Brasil algumas vezes por determinação judicial, mesmo que as proibições tenham durado apenas algumas horas ou dias.

Facebook, Twitter, Instagram e todas as outras redes sociais estão sujeitas a sofrerem o mesmo problema, e você não gostaria de perder clientes por isso, não é?

Além disso, não há garantias de que essas plataformas manterão as mesmas políticas de uso, layout e recursos que até então beneficiaram sua empresa, sem contar com quedas no serviço ou mudanças repentinas.

4 – Criar um site gera autoridade para sua empresa

Um site bem-feito acaba passando segurança para o público, mostrando que a empresa se importa em ter uma presença oficial e própria na internet.

Muito melhor se o site contar com um blog que seja constantemente atualizado, no qual seu público possa ficar por dentro das novidades do seu segmento e também obter dicas gerais oferecidas por sua empresa.

Com isso, seu site ganha credibilidade junto aos motores de busca, que mostrarão o seu site com mais frequência nos resultados das pesquisas, favorecendo sua empresa ser encontrada.

 

Fonte: Majestade Propaganda

5 estratégias infalíveis de Marketing Digital para você utilizar em seu negócio

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As pessoas gostam muito dessa palavra: Marketing. Mas a verdade é que muita gente se atrapalha sobre a definição ou a plenitude de sua aplicação. Então, só para adiantar: Marketing não é apenas publicidade. Marketing não é ter uma fanpage bonitinha no Facebook. Marketing não é apenas o desconto ou a promoção em uma loja.

Se seguirmos a risca sua definição, vamos encontrar que “o Marketing é uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral” (definição da American Marketing Association).

Trocando em miúdos, é uma série de estratégias e técnicas que buscam agregar valor a marcas ou produtos. Não necessariamente o Marketing é utilizado com o intuito de vender algo, apesar de que, em geral, é o principal objetivo utilizado. Mas esse artigo não tem como missão esmiuçar o que é Marketing ou apresentar a sua definição. O real objetivo é elencar várias estratégias que considero matadoras e que podem ser aplicadas em seu negócio. Seja para prospecção de novos clientes, para fidelização de antigos ou também com recursos nas vendas.

Mas antes de adentrar nas estratégias, vale a pena indicar algo salutar em qualquer processo ou estratégia de marketing. Nada adianta você ler as estratégias a seguir – ou outras que encontrar – e tentar colocá-las todas em prática ao mesmo tempo. Já adianto que nem todas ajustaram ou funcionaram para a sua empresa. O que dá certo para um negócio, não quer dizer que será a melhor solução para o outro. Por isso, existe um passo fundamental nessa estratégia: métrica.

É importante definir métricas para quaisquer ações que optar seguir. Você só saberá o real resultado dessa estratégia se definir quantitativos para avaliar posteriormente. E nesse aspecto é fundamental medir o quanto você pretende gastar, quantas pessoas deseja impactar. Fazer uma verdadeira avaliação sobre a eficiência e eficácia dela.

O que aconselho é escolher três estratégias iniciais, definir como será realizado, quem são os clientes que deseja atingir,, a duração (o tempo) que a ação vai ocorrer e testar. Esse tipo de abordagem ajudará você a identificar possíveis falhas, fazer ajustes necessários e focar naquilo que realmente trará mais resultados. Com esse alerta, agora sim, podemos começar com as estratégias.

#1 – Busca Paga

Nós somos efetivamente bombardeados o tempo todo por anúncios. Do momento que acordamos, na hora que saímos, no sinal, na TV, em tudo. Mas a verdade é que em boa parte desses momentos o nosso foco está em outras atividades. Ou seja, o nosso nível de atenção está compartilhado. E aí, quando desejamos saber mais informações sobre determinado produto ou serviço: o que fazemos? Google! Buscadores na internet.

A verdade é que é nesse momento que os usuários estão efetivamente buscando pelo assunto e, em muitos casos, “prontos” para executar uma compra. Se você cria estratégias de anúncios através de adwords bem segmentadas, com palavras chaves que realmente despertem o interesse do seu público-alvo, bingo! A probabilidade deles serem convertidos é bem maior. E para essa estratégia a métrica é fundamental. Existem palavras-chaves e anúncios que não terão conversão alguma. O segredo para os testes é colocar valores pequenos com diversas possibilidades de palavras e aumentar o valor naquelas que trouxerem melhores conversões.

Fique de olho também no Google Trends – que indica as buscas mais procuradas; no Google Meu Negócio, na qual você pode indicar mais detalhes do seu negócio físico para o público de forma gratuita, e nas mil e uma possibilidades do Facebook Ads (o poder de mensuração deles é incrível).

#2 – Marketing boca-a-boca (viral)

Viralizar um vídeo, uma campanha, ou uma ação entre milhares de pessoas pode ser uma tarefa árdua, difícil e extremamente custosa. Afinal, apesar de verificarmos centenas de vídeos sendo viralizados de forma amadora, sabemos que existem outros milhares que permanecem no limbo. Por isso, a pretensão aqui não é que você viralize um vídeo, mas que crie ações que possam gerar um compartilhamento natural dos seus clientes para a rede de contato deles. Um exemplo bem bacana sobre esse aspecto é o Dropbox, que fornece mais capacidade de armazenamento aos clientes que conseguirem trazer outras pessoas para o serviço. Bingo, de novo! A plataforma criou um verdadeiro exército de “novos vendedores”e difusores da marca.

Uma outra forma eficiente é a gameficação. Além de fidelizar o usuário dentro da plataforma, é possível oferecer vantagens, ganhos e pontos para quem recomenda os seus serviços em suas respectivas redes de contato. Atribuir cupons promocionais para quem indica seus produtos ou serviços também funciona. Ou seja, o boca-a-boca, a recomendação real, é ainda uma das mais fortes formas de engajar novos clientes. Apostar nela em suas estratégias de Marketing é apostar em uma ferramenta extremamente eficaz.

#3 – Redes Sociais

Onde estão os seus clientes? Você sabe responder essa pergunta? Eu não conheço o seu negócio, possivelmente ainda também não nos conhecemos, mas posso afirmar que a maior parte deles está conectado nas redes sociais. Só os usuários ativos no Facebook ultrapassam 1,65 bilhão. O WhatsApp também possui mais de 1 bilhão de inscritos, no Instagram são mais de 400 milhões de pessoas que compartilham fotos, vídeos e histórias.

E é uma premissa básica de qualquer negócio: esteja presente onde seus clientes estão presentes. Agora, não adianta ter simplesmente um perfil ou colocar apenas os seus produtos. As pessoas querem se conectar, querem trocar, se motivar, então, faça conteúdo mais informativo, estimule o engajamento e o compartilhamento. Isso ajudará a prospectar, fidelizar e trazer mais notoriedade para a sua marca. Sim, é fundamental que esse trabalho tenha uma frequência. Nada de intervalos muito longos. Para isso, é possível programar as postagens, inclusive, no Instagram. E aproveite o WhatApp ao seu favor como canal de relacionamento ou como uma forma de distribuir conteúdo.

#4 – SEO

Se você nunca ouviu essa sigla é bom começar a entender o que ela pode fazer por você. SEO significa Search Engine Optimization, trata-se de uma uma forma de otimização de sites. Mas o que ele pode fazer? Colaborar e aumentar os acessos do seu site através de um melhor posicionamento nos resultados dos mecanismos de busca. Mas isso a busca paga já não faz? Sim, ela faz, mas de forma paga por cada palavra-chave que você busca. O SEO ajudará você a chegar na primeira página dos buscadores de forma orgânica. Como? Através de um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que o site melhore seu posicionamento nos resultados.

Caso você não entenda nada de SEO, é bom contratar alguém que entenda.

#5 – Email Marketing

O e-mail marketing é uma estratégia curiosa. Quando você envia o e-mail para uma base, a certeza que terá é que a ação não chegará para todos ou, ao menos, nem todas as pessoas irão abrir. Quando se tem uma base muito extensa e conseguir 50% de taxa de abertura, pode abrir um champanhe – você conseguiu um feito. Inclusive, algumas pessoas dizem que o e-mail marketing está perto do fim e um dia vai morrer, já que a nova geração usa cada cada vez menos o e-mail. Então, por que apostar nela?

Pelo simples fato de ainda funcionar muito bem, com o custo relativamente bem pequeno. O e-mail marketing é ótimo para criar relação com os usuários, para conseguir mais vendas, para atingir muitas pessoas de uma vez. Há muitas ferramentas no mercado que podem lhe auxiliar, com preços variáveis e boas execuções. Mas sempre vale o alerta: nada de spam, apenas opt-in, ou seja, as pessoas precisam consentir em receber sua comunicação e fornecem o seu endereço de e-mail.

Através dessas ações, você já poderá dar passos bem largos em suas estratégias de Marketing Digital.

Fonte: Administradores

Quando um simples vídeo não consegue seduzir quem mais consome produtos audiovisuais: aos Millennials

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Ainda que soe paradoxal, a chamada ‘Geração Y’, nativa digital e ‘heavy user’ da Internet não é um público fácil de seduzir na hora de vender pela internet. Talvez, seja necessária uma interação maior  para conquistar esse público.

Os Millennials, aqueles nascidos entre 1980 e 2000, consomem dois tipos de conteúdo. Um deles podemos chamar de “tradicional”, por exemplo entretenimento: conteúdos sobre música, cinema, televisão e celebridades, que já consumiam outras gerações, mas com uma adaptação cultural correspondente. O outro, um novo tipo de conteúdo que poderíamos chamar “social”, criado por seus “amigos próximos” nas redes sociais  e utilizados com a finalidade de interagir no ciberespaço.

Um vídeo mostra uma menina usando uns óculos de sol em frente a um espelho. Caso se passe o cursor pelas lentes, aparece um cartaz com o preço e suas características; caso clique, a menina fica surpresa porque os óculos sumiram, passaram para o carrinho de compras. Tais exemplos acontecem quando as companhias investem em vídeos interativos em suas páginas.

“Geram até 54 vezes mais conversão que as páginas que tem somente descrições dos produtos com imagens e textos. Inclusive, geram até 6 vezes melhores resultados que os vídeos comuns”, afirma Mariano Lo Cane, CEO da Cinemad, empresa que oferece conteúdos interativos e que acaba de abrir seu escritório no Brasil.

Ao pertencer a uma geração que nasceu com televisão em cores e a cabo, com filmadoras, câmeras fotográficas e telefones celulares, os Millennials fazem um uso muito intuitivo e veloz das ferramentas tecnológicas, reduzem passos e não querem ter que abrir novas janelas para concretizar uma ação. É por isso que os vídeos interativos, que convidam os usuários a um novo universo de ações diretamente do vídeo – além de ser espectador -, são ideais para esses nativos digitais que se sentem confortáveis com a tecnologia e aos que não acham estranho que diretamente de um vídeo seja possível comprar, curtir a Fanpage da companhia, aferir preços, características dos produtos e, inclusive, comprar.

Então, nos tempos em que qualquer um prefere conteúdos em vídeos, para toda companhia é importante difundir seus produtos neste formato. É só questão de adaptar os já existentes ou criar vídeos publicitários interativos do zero.

 

Sobre a Cinemad

Cinemad é uma plataforma online que permite adaptar vídeos tradicionais ou criar vídeos interativos, trazendo uma tecnologia inovadora para gerar taxas de conversão e performance muito maiores, ao trazer a possibilidade do usuário interagir com o conteúdo em video.

Além do Brasil, conta com escritório na Argentina, Chile, México, Porto Rico e Espanha.

 

Fonte: Daniel Salman,

 Consultor de mídia da Partner Press & Pr

5 passos essenciais para construir uma marca forte

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Os tempos são outros e, com eles, também surgem novas expectativas em torno das marcas. Por isso, não basta mais trabalhar da mesma forma que anos atrás. Hoje em dia, para se manter relevante é preciso investir em ações alinhadas ao que o seu público espera e aos rumos do mercado. Quem se enfraquece logo perde seu espaço. Construir uma marca forte não depende exclusivamente de sua habilidade de vender ou conquistar clientes.

Trata-se de uma ideia que vai muito além disso, sendo diretamente impactada pelos caminhos escolhidos pela empresa. Diversas atitudes e iniciativas podem ser determinantes para que este fortalecimento aconteça e se torne duradouro. Ao mesmo tempo, insistir em pensamentos ultrapassados pode prejudicar estes planos. Por isso, veja a seguir 5 passos essenciais para construir uma marca forte!

1. Entregue valor

O marketing digital possui potencial para aumentar substancialmente as vendas de qualquer setor, se os esforços adequados forem empregados. Só que, para isso, é necessário entregar valor para o cliente. Livre-se de discursos vazios e passe a oferecer algo de concreto e atraente para o seu público. Estude as expectativas destas pessoas para sua marca e o que seus concorrentes estão fazendo.

Aqui, a regra não é copiar os outros, mas sim superá-los. Entregue algo que nenhuma outra empresa está trazendo.

2. Gere identificação

As pessoas precisam ser capazes de se ver na sua marca. Para atingir este público, é necessário que você empregue esforços para se aproximar o máximo possível da sua audiência. Ofereça o que ela precisa e a surpreenda, ao mesmo tempo em que fala a língua dela e sabe das suas expectativas.

Cada vez mais é comum ver gente se acostumando a abraçar marcas como extensões de si próprias, portanto, tenha isso como objetivo.

3. Invista em marketing

Um marketing inteligente garantirá que você consiga construir uma marca forte. Hoje em dia, técnicas como a do Inbound Marketing permitem fazer com que o público venha até você, já que estará interessado na informação por trás do seu conteúdo.

Ao empregar os melhores mecanismos do ambiente digital, você consegue levar a mensagem da sua marca a uma audiência cada vez mais interessada.

4. Abrace a inovação para construir uma marca forte

Ideias novas dão energia e durabilidade para construir uma marca forte. O que é feito hoje pode ser melhorado no futuro e você precisa adaptar sua empresa a estas mudanças. Do contrário, pode perder a preferência do seu público e o seu valor.

A cada dia aparecem novas maneiras de se realizar as atividades comuns e muitas podem ter impacto na vida da sua marca. Não as deixe passar.

5. Devolva à comunidade

Cada vez mais pessoas têm ficado atentas à atuação das marcas em diversos âmbitos. O social é o que tem potencial para ganhar mais destaque, já que demonstra uma preocupação da empresa em devolver valor à sociedade. Isso pode surgir na forma de um patrocínio para algum projeto beneficente, apoio na realização de eventos para a comunidade, doações a causas humanitárias, entre outros.

Construir uma marca forte, não é algo que pode ser feito da noite para o dia. É um mindset que precisa estar instalado nas mentes daqueles que são responsáveis pelos rumos da empresa.

 

Fonte> Majestade Propaganda