A-Commerce: o comércio automatizado e as vendas

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Os A-commerces já estão se revelando pelo mundo, nada mais é do que lojas que funcionam sem que fosse necessário vendedor. Por exemplo: para entrar na loja os usuários escaneiam seus smartphones na porta, escolhem o que desejam e vão embora. A conta é recebida pelo telefone.

Ou seja, prospecção, negociação, venda, entrega e outros processos já começaram a ser automatizados por meio de algoritmos inteligentes. E não, isso não significa tornar todos os processos de venda robóticos e impessoais. Assistentes pessoais alimentados por AI são a grande onda e o grande desafio do desenvolvimento dessa tecnologia.

O que isso significa para o comércio?

Que o nosso jeito de comprar e vender está mudando fica bastante claro, mas qual o real impacto disso para as lojas e para o consumidor? Quando as pessoas começam a buscar por ferramentas que automatizam aspectos de suas preferências e comportamentos, novas expectativas vão se formando em torno do comércio.

A compra acaba mudando de forma a se tornar cada vez mais direcionada, sem precisar passar por um oceano de opções antes de chegar naquilo que nos agrada. Programas de recomendações e cross selling baseado em vendas anteriores são mais frequentes e bem recebidos pelo público.

No final, essa tendência é sobre uma mudança que se torna cada vez mais profunda: a cada dia que passa, estaremos vendendo para algoritmos assim como para seres humanos. As implicações disso estarão refletidas em estratégias de precificação, marketing, atendimento e muito mais.

Os chatbots inteligentes foram só o primeiro reflexo e, talvez, o mais acessível no momento para pequenas lojas, da automação se tornando maioria. Os próximos impactos vamos descobrindo aos poucos, mas uma coisa já é certa: é preciso separar desde já um orçamento para tecnologia.

 

Fonte: Adriano Meirinho — CMO e co-fundador do Celcoin. Executivo de Marketing com MBA em Administração de Negócios do Varejo pela FIA-USP e certificação em Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL).

 

Tecnologia mobile: a grande aliada do seu negócio

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Não é novidade nenhuma que a tecnologia mobile modificou a forma de fazer negócios e levou às empresas um novo ambiente para aposta: os Apps. Em um universo no qual há mais celulares que televisões, é irreal finalizar o dia sem ter recorrido à telinha do telefone móvel. Hoje, pedir um uber, ou uma refeição, consultar o extrato bancário ou simplesmente responder e-mails de serviço, são algumas das milhares de possibilidades que temos na palma das mãos.

A era da tecnologia digital também mudou os hábitos dos consumidores, obrigando as empresas e organizações a se adaptarem e desenvolverem novas estratégias para se manter competitivas no mercado em potencial. Os apps, são uma dessas estratégias para transição necessária.

Para modificar e inovar o modelo de negócio para o cliente e suprir as expectativas dos consumidores, é necessário considerar o que o público em questão busca encontrar ao baixar um app. Para isso, é indispensável utilizar abordagens como Design Thinking, Lean Inception, para nivelar o produto aos desejos do usuário.

Mas como desenvolver um aplicativo que atenda às expectativas do consumidor final? Vale a pena criar um aplicativo para o meu negócio?

Antes de iniciar qualquer projeto de um novo App, precisamos saber qual o objetivo que a empresa deseja atingir e se será útil para o seu negócio.

Grande parte dos usuários de internet hoje, acessam regularmente grupos como whatsapp, facebook e instagram. Para se manter frente a esse cenário, as novas aplicações precisam combinar uma série de atrativos, eles utilidade, facilidade de acesso e, evidentemente, marketing.

Quantos apps você usa atualmente? Quantos deleta após poucos acessos? Sua ideia para criar um aplicativo precisa ser forte o bastante para fazer o seu cliente instalar o programa e mantê-lo em uso.

Essas são as perguntas-chave que precisam ser levadas em conta para não errar na entrega do produto e aliar a marca à tecnologia mobile. A competição presente no mundo digital exige criatividade para o lançamento de novos negócios, incessante atualização para não ficar para trás e posicionamento na entrega da solução. Um projeto organizado e com o suporte de bom time de profissionais é o que garante o sucesso.

Quando um app é bem planejado, estruturado e desenvolvido, ele permite que os clientes acessem sua empresa, a partir de qualquer lugar e a qualquer momento e mantenha o uso e não caia no esquecimento do usuário ou seja jogado na lixeira.

Por isso, não se esqueça: é fundamental se certificar que o desenvolvimento de novos aplicativos seja feito por um parceiro tecnológico experiente, com um bom time de profissionais.

Você sabe qual é a mídia social mais relevante para o seu negócio?

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As mídias sociais são um canal importante para a comunicação e o contato das empresas e consumidores, mas ainda existe uma dúvida em comum: qual a rede social mais relevante nos últimos tempos? Qual eu devo escolher caso tenha que optar por colocar minha marca e estar presente em apenas uma? Como decidir?

A primeira estratégia é a análise de quantos usuários estão atuantes em cada uma delas. E se fosse somente por esse quesito, o facebook passaria a frente, com indiscutíveis dois bilhões de usuários ativos, porém, a questão não é tão simples assim.

Para escolher a mídia social mais importante para o seu negócio, vários fatores devem ser levados em conta. O primeiro e mais importante é onde está inserido o seu público alvo, mesmo que o facebook seja a maior rede atualmente, o seu público pode estar inserido no twitter ou instagram por exemplo.

Pensando nisso, pontuamos 3 dicas para te ajudar a descobrir qual rede social mais adequada para o seu negócio:

  1. Conheça seus concorrentes e saiba em quais mídias eles investem

Veja em quais mídias seus concorrentes estão presentes, quais delas geram a eles mais engajamento e envolvimento com o púbico. Depois dessa análise, verifique as formas de interação que eles utilizam e quais as razões do sucesso ou fracasso atingido por eles nas redes sociais.

  1. Analise seu negócio e entenda as possibilidades das redes sociais

Nem todas as mídias sociais permitem linguagens e publicações iguais. O facebook por exemplo é possível postar de tudo, fotos, notícias, gifs, compartilhar, comentar e curtir, também é uma rede aberta a investimentos de empresa. Já o twitter, permite apenas mensagens curtas, é usado para mensagens mais diretas. O instagram não permite que você faça posts sem imagens, porém é uma ótima rede para investimento.

  1. Identifique e siga a personalidade do seu negócio

Mesmo que você não saiba, sua marca tem uma personalidade. Nossa dica é para que a identifique se ainda não fez, e use-a para definir o relacionamento com o consumidor nas redes sociais.

No fim de tudo, não existe uma única mídia social relevante para cada tipo de negócio, mesmo as mais diretas e específicas podem ser usadas de várias maneiras criativas e inovadores e trazer resultados inesperados.

O mais importante é saber que administrar perfis empresariais exige tempo, esforço e os resultados podem não ser imediatos. No entanto, são fortes canais de comunicação e podem gerar grande visibilidade para sua marca!

 

Por que contratar uma agência de publicidade?

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Se com a velocidade da comunicação e seus resultados atualmente, você ainda possui dúvidas se deve ou não contratar os serviços de uma agência de publicidade para sua empresa, nós te damos cinco motivos para ajudar nessa decisão. Afinal, uma informação mal transmitida pode causar danos irreversíveis à sua empresa, colocando em risco a credibilidade. É ai que a qualidade faz toda a diferença!

  1. Anunciar não é um gasto, é um investimento

Pense bem: a agência possui profissionais com experiência e capacitados, prontos para cuidar e entender o que sua empresa precisa, fazendo uma comunicação com eficiência, alcançando o público certo para você e, assim, aumentando os lucros do seu negócio.

  1. Propaganda é indispensável

É fácil optar por uma empresa mais barata ou por aquela prima da amiga da vizinha para economizar na hora de escolher quem irá cuidar da publicidade do seu negócio. Mas tome cuidado: você corre o risco de receber anúncios mal pensados, sem conceito e acabar com uma marca sem preocupação com a linguagem, sem padronização dos conteúdos e, consequentemente, sem qualidade.

  1. Conceito e padronização

Os amadores não se preocuparão em manter um padrão, fazendo alterações o tempo todo e dispersando o fortalecimento da sua marca. Já a agência é capaz de criar um conceito, dar identidade e fazer com que as pessoas passem a reconhecê-la.

  1. Credibilidade que você precisa

Passar credibilidade e seriedade perante as mídias e ao público é fundamental. Quando não se tem uma agência a comunicação de sua empresa pode parecer perdida ou mal programada, assim, as mídias e o público tem dificuldade em conhecer sua marca, o que faz com que seja mais difícil para ela ganhar força no mercado.

  1. A gente sabe o que faz

Quando você entrega sua empresa nas mãos de uma agência de publicidade de qualidade, está acertando seu investimento e, sem dúvidas, irá adquirir o retorno que deseja. A nossa prioridade é planejar ações que fortaleçam sua marca, tornando isso uma preocupação a menos na hora de administrar sua empresa.

Além disso, investir na mídia certa faz toda a diferença. É em vão gastar com anúncios não planejados, já que eles dificilmente alcançarão seus objetivos. A agência estudará sua empresa e saberá como, quando e onde anunciar da maneira certa para as suas necessidades.

 

 

Fonte: Me Gusta

Como construir uma marca de sucesso

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Uma marca de sucesso é aquela que é reconhecida pelo seu público-alvo e pelo mercado como um todo. Uma marca engloba muitas características, como a qualidade do produto, o design, a inovação no mercado, valor de produto e imagem associada à marca. No entanto, construir uma marca de sucesso é um desafio enorme, que depende de muito planejamento estratégico e trabalho de alto nível.

Mas, vale dizer aqui, que qualquer empresa e empreendedor, independente do tamanho do seu negócio, pode criar a sua própria marca de sucesso. Afinal, o sucesso não deve ser medido apenas pelo faturamento ou pelo lucro e, também, pelo valor agregado perante seu público e potenciais clientes. Para construir sua marca de sucesso, é preciso pensar grande desde o primeiro processo até o lançamento do produto ou serviço. Se algo não estiver bom, é necessário aperfeiçoar até estar nas melhores condições. A atenção aos detalhes é o que fará sua marca ganhar uma identidade positiva.

Alguns conceitos para construir a sua marca de sucesso.

1. Imagem

O primeiro item é muito importante. A imagem visual da sua marca é o primeiro contato que o público e o mercado terão com você. Por isso, é preciso trabalhar em um logotipo único, que, de certa forma, caracterize os seus valores. Não é um trabalho simples, já que o trabalho de design e tipografia deve ser detalhado para ser algo único, diferente de outras marcas de sucesso que já estão no mercado. O objetivo aqui é que sua empresa e produto sejam lembrados assim que o consumidor ver a marca.

2. Trabalho constante

Sua marca não atingirá o sucesso da noite para o dia. É preciso paciência e trabalho constante. Muitas marcas demoraram anos e, até mesmo, décadas para atingir o sucesso que têm hoje. Em muitos casos, os empresários acham que estão no caminho errado e mudam radicalmente a sua estratégia e plano de negócio. No entanto, é importante fazer uma avaliação minuciosa para saber quais ações devem ser mantidas e o que deve ser aperfeiçoado. Acima de tudo, é preciso lembrar-se sempre de qual é a sua identidade, quais são os seus valores, sua visão e missão como marca. Assim, o sucesso é questão de tempo.

3. Comunicação eficaz

Toda marca de sucesso tem uma excelente comunicação, principalmente com o seu público. Esse ponto é importantíssimo para vários fatores: publicidade, atendimento e clareza de informações acerca do produto são alguns deles. Hoje em dia, com o avanço das mídias sociais, as empresas devem estar ligadas a essas ferramentas, uma vez que elas são usadas diariamente e milhões de pessoas têm acesso. O mesmo vale para a publicidade. Mas, o mais importante, seja qual for o meio que está sendo utilizado, é adequar a sua linguagem para que seja a cara da sua marca. Ela deve estar de acordo com a sua visão e com os seus valores, além de dialogarem com os seus consumidores e potenciais clientes.

4. Tenha orgulho de contar a sua história

Para que os seus clientes possam confiar na sua marca, eles precisam, geralmente, se identificar com ela. Assim, a sua história deve ser algo motivador e, principalmente, verdadeiro. Uma história de sucesso é construída por anos e devido a grandes experiências, positivas ou mesmo negativas. Não tente esconder os seus fracassos, pois eles foram fundamentais para que você esteja onde está agora.

5. Conheça o seu público

Todo produto ou serviço criado é feito para alguém. Uma marca de sucesso conhece o seu público-alvo. É este conhecimento dos seus consumidores que fará com que você determine qual será a sua estratégia e ação, qual linguagem utilizará, quais são os padrões de qualidade, qual é o preço que pode ser cobrado, entre tantas outras coisas. É o seu público que irá fazer da sua marca, uma marca de sucesso. Conhecê-lo e atendê-lo bem é essencial para alcançar o seu objetivo.

6. Posicione-se no mercado

Assim como conhecer os seus consumidores é essencial, você também deve saber em qual mercado está inserido e que parte pretende ocupar com o seu produto ou serviço. É importante conhecer os seus concorrentes e os seus produtos para saber como se posicionar. As perspectivas de cada um podem ser diferentes, mesmo com produtos concorrentes, dessa forma, você pode encontrar uma brecha para conquistar o público que deseja.

7. Produto de alto nível

Tudo o que você coloca no mercado deve ser de alto nível de qualidade. Marca, design, comunicação, atendimento ao cliente, mas, especialmente, o seu produto ou serviço deve ser o melhor que o cliente pode adquirir. De nada adianta todo um plano de negócio se você não oferecer o que o seu consumidor quer. Por isso, tenha cuidado com o seu produto, acompanhe todo o processo até o momento em que o cliente está com o produto em mãos. É porque as pessoas gostam de seu produto que a sua marca será reconhecida como uma marca de sucesso.

 

Fonte: Egestor

http://blog.egestor.com.br/como-construir-uma-marca-de-sucesso/

Imagens Aéreas – Drone

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Institucional
Foto e  filmagem aérea de indústrias,  escritórios, fazendas, hoteis, e empresas em geral.

Eventos
Imagem aérea em foto ou vídeo de shows, casamentos, eventos esportivos, manifestações

Setor Imobiliário
Varanda virtual, fotos aéreas de localização, imagens do local.

Construção Civil
Acompanhamento aéreo de obras, inspeções, acesso a locais de difícil acesso, monitoramento e levantamentos.

Entre em contato conosco:
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Estamos sendo substituídos por Inteligência Artificial

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Ela está entre nós ou acima de nós? O receio de que a Ciência evolua a ponto de dar a máquinas e sistemas a capacidade de tomar boas decisões, e independentemente de um operador, mais assusta do que encanta alguns de nós. No entanto, para três pesquisadores, cujo artigo “How Artificial Intelligence will Redefine Management” foi publicado na Harvard Business Review, os gestores devem olhar para a Inteligência Artificial como colegas de trabalho. Enquanto é pouco provável que o julgamento humano possa ser automatizado, eles dizem, máquinas inteligentes podem acrescentar muito ao seu trabalho administrativo, auxiliando com simulações de cenários futuros, estimativas, e oferecendo insights.

O que é Inteligência Artificial?

Conversamos com o professor e pesquisador Renato de Brito Sanchez, que é também empreendedor, proprietário de duas empresas, sendo uma delas de tecnologia em automação, robótica e inteligência artificial. Inteligência artificial ou I.A., ele afirma, “é um conceito que remete à realização do sonho da humanidade de um futuro distante, onde máquinas e humanoides interagem com humanos e animais”.

Quando você pensa em inteligência artificial, a primeira imagem que surge provavelmente é uma cena de filme, como Perdidos no Espaço, Matrix ou Eu, Robô. No entanto, é fato que o conceito de I.A. é muito tênue, visto que um robô pode ser totalmente dependente de seu operador. Então, onde termina a simples automação ou processo autônomo repetitivo e começa a inteligência de fato? É possível dotar uma máquina, um sistema com a mesma consciência de um ser humano?

Breve história da Inteligência Artificial

O termo Inteligência Artificial foi cunhado em 1956 pelo cientista John McCarthy, embora 6 anos antes já houvesse sido especulado sobre uma máquina com capacidade de pensar pelo cientista da computação Alan Turing – cuja história o filme O Jogo da Imitação apresenta. Entre as décadas de 1950 e 1960, após alguns avanços significativos, criaram-se os laboratórios de inteligência artificial em Stanford e no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).

A partir de 1990, houve uma correção de conceito e as pesquisas voltadas à inteligência artificial. O que antes estava baseado numa abordagem de lógica, para estabelecer regras que orientassem a ação dos computadores, passava agora a usar dados estatísticos de bases de dados. Isto é, as máquinas agora poderiam avaliar resultados e identificar perfis e padrões para resolver os problemas apresentados de forma autônoma.

Em meio a todos os avanços tecnológicos, os anos 2000 foram um divisor de águas, pois deste ponto houve um salto tecnológico e eventos que marcaram as propostas de tecnologia. Neste processo há uma atenção particular para o aumento da capacidade de processamento de dados, que se tornou mais veloz e, com uma oferta maior de dados, houve um ponto de novos horizontes para a inteligência artificial.

Substituição?

Três dos maiores especialistas no assunto inteligência artificial, Vegard Kolbjørnsrud, Richard Amico e Robert J. Thomas, conduziram uma pesquisa com quase 2 mil gestores de 14 países, além de 37 executivos que lideram transformações digitais em suas empresas. Tudo para entender desde tarefas burocráticas que IA poderia poupar até recomendar práticas a serem dominadas com a ascensão da tecnologia inteligente. O primeiro resultado

mostrou que os gestores passam mais da metade (54%) do seu tempo executando controle de tarefas – o que envolve desde delegar demandas até conferir se tudo está correndo como deveria, e dentro do prazo e do orçamento. Investem ainda 30% em resolução de problemas e colaboração com equipe e pares – e apenas 10% com estratégia e inovação… Talvez você se enxergue neste cenário.

Layne Thompson, diretor de uma grande companhia de ERP, diz que “Os gestores costumam enxergar seu trabalho como julgar, ter critério, experiência e capacidade de improvisar. Não se trata de aplicar regras. E se considerarmos que uma das principais promessas da inteligência artificial é a habilidade de ajudar a tomar decisões, então, deveríamos encarar a tecnologia como suporte, e não como substituta dos gestores.”

Uma segunda pesquisa, para entender quais habilidades os gestores assumiam que precisariam desenvolver nos próximos 5 anos, revelou

Que O destaque está no fato de que os gestores entendem que precisam entender mais de tecnologia e experimentar ideias criativas com mais frequências, no entanto subestimam aquelas que chamamos de people skills. Isso quer dizer que não estão suficientemente atentos ao fato de que deveriam desenvolver a habilidade de construir uma boa rede de contatos e de se relacionar bem (21%), nem em desenvolver sua equipe (21%) e tampouco melhorar sua capacidade de cooperar com os colegas (20%). O conselho dos pesquisadores é: cuide disso enquanto é tempo. Priorize essas três habilidades e você será diferente da média.

Onde já fomos substituídos (e ainda bem)

Para que um sistema consiga assumir decisões autônomas, deve agir independentemente de um padrão definido, deve ser flexível e se adaptar aos estímulos do meio externo. Baseado nessa premissa e nas atividades desempenhadas pelo ser humano, é inerente que no cotidiano as tarefas sejam simplificadas por meio de máquinas e sistemas, em processos como o abastecimento de combustível, o pagamento sem intervenção do usuário (como no sistema Via Fácil – Sem Parar), assim como em compras online, onde não há contato humano até que este produto seja disposto para entrega à logística.

Estas máquinas e sistemas nos substituem em atividades desde o uso militar como os VANTs teleguiados, a operação do robô Curiosity em Marte, uma operação de seleção de pedido de compra, até a gestão de recursos energéticos de um prédio comercial baseado no perfil de uso ao longo do dia. Sistemas inteligentes são utilizados, inclusive, para educação e para o desenvolvimento de habilidades intelectuais e auxílio a pacientes clínicos.

Entretanto, a tecnologia necessita de avanços para que veículos autônomos, sejam terrestres, aquáticos ou aéreos, possam navegar e tomar decisões por conta própria. Assim como para que haja linhas de produção e expedição totalmente autônomas. Ou mesmo, no espaço doméstico, para que possamos contar com o auxílio de humanoides nas atividades de limpeza, carregamento de carga ou mesmo cuidados e acompanhamentos a idosos.

Queremos sua ajuda

Atualmente a tecnologia baseada em inteligência artificial está presente em diversos processos e serviços nas esferas residenciais, comerciais e industriais. Isto porque há uma facilidade em estabelecer uma rede entre dispositivos e criar algoritmos que possam executar tarefas de varreduras, coletas e análise de dados. Dotados destas informações, os “sistemas inteligentes” podem assumir pequenas decisões baseadas na análise de perfis.

É o caso de empresas como Amazon e Submarino, com sistemas que analisam os acessos e dados de navegação dos usuários com a finalidade de fornecer de forma autônoma propostas e recomendações de compra ou acesso para leitura de livros.

Em outra vertente deste mercado digital, Netflix, Google, Facebook e Microsoft possuem plataformas com algoritmos autônomos que analisam cada usuário para dispor e traçar rotas de navegação baseadas no interesse de cada um.

Essas plataformas e algoritmos se estenderam a todos os mercados. A General Motors tem o sistema MyLink para os veículos da Chevrolet com intuito de prover a interação de buscas, navegação e mobilidade baseado na necessidade de seus condutores.

Ainda, o desenvolvimento de sistemas mobile, principalmente para smartphones, trouxe sistemas que permitem a interação autônoma com o usuário, através do Siri da Apple, do Now do Google, e da Cortana da Microsoft.

É o fim dos Gestores?

Em 1940 não se imaginava o celular. 50 anos depois, em 1990 a Internet ainda não tinha sido liberada para comercialização. Já entre 2001 e 2016, tivemos o surgimento de dispositivos com tecnologia mobile, softwares que operam linhas de processo com automação, e controle de todos os recursos energéticos de uma planta industrial ou edificação, interação do veículo com seus condutores e smartphones que interagem com comandos de voz e identificação visual.

“Com base nisso, posso sugerir que estes saltos de evolução são cada vez maiores para um curto espaço de tempo. Acredito ser questão de tempo para que conquistas sejam alcançadas e a tecnologia se torne cada vez mais independente de humanos em suas ações e em sua autogestão”, conclui o professor e pesquisador Renato de Brito Sanchez.

Para que um sistema possa gerir uma equipe no lugar de uma pessoa, além de autônomo para a tomada de decisões, o sistema depende de um aprendizado minucioso e inerente ao ser humano: as emoções. Pois além do raciocínio lógico e da inteligência, somos sensíveis a emoções, algo que atualmente uma máquina não aprende e, por isso, não pode assimilar a simples diferença entre um singelo bolo e um bolo de aniversário na essência de sua representatividade, por exemplo.

Portanto, todas as suas decisões seriam tomadas exclusivamente pela razão, e sabemos que tais decisões podem ser realizadas com risco de erro. Imagine, por exemplo, um sistema julgando um réu, decidindo sobre uma vida em um hospital, ou tomando uma decisão financeira. Por ora, é inviável.

Há dúvidas sobre a possibilidade ou quando um sistema estará evoluído para uma posição de gestão, porém é fato que, para atividades em que a razão é imperativa, sistemas ou máquinas assumem esta função. É o caso do contato via telefone com sistemas bancários, companhias de telefone ou mesmo o pré atendimento. Cabe, no entanto, a ressalva de que o atendimento é finalizado por uma pessoa, tendo em vista que o sistema não diferencia a necessidade do cliente em postergar um pagamento ou explicar uma situação financeira.

Últimas considerações

Os pesquisadores Vegard Kolbjørnsrud, Richard Amico e Robert J. Thomas resumem a questão em três passos, que indicam a todos os líderes, para lidarem da forma mais inteligente possível com a inteligência artificial.

1) Explore o quanto antes. Para navegar em um futuro incerto, é preciso experimentar a IA, aplicando ideias e ferramentas dessa natureza.

2) Adote novos KPIs para impulsionar a adoção. A inteligência artificial deverá criar novos critérios para o sucesso. Dentre elas, capacidade de colaboração, compartilhamento de informações, experimentação, aprendizado e tomada de decisões, eficácia e capacidade de buscar insights e inovações.

3) Desenvolva estratégias de treinamento e recrutamento para criar equipes diversificadas. Líderes devem desenvolver uma força de trabalho diversificada e uma equipe de gerentes que equilibrem a experiência com a inteligência criativa e social – de forma que um lado complemente o outro e seja possível chegar a um julgamento coletivo o mais sensato.

Fonte: https://blog.runrun.it/inteligencia-artificial-ainda-bem/

O QUE SÃO CAMPANHAS DE DISPLAY NO GOOGLE ADWORDS?

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As campanhas de Display no Google AdWords estão sendo cada vez mais utilizadas na maioria das estratégias e planejamentos de mídia online. E para conseguirmos extrair todo o potencial desta poderosa ferramenta, precisamos entender melhor o que ela é e como ela funciona.

As campanhas de Rede de Display trabalham com a veiculação de anúncios por toda a rede de parceiros do Google, a Google Display Network. Esses anúncios podem ser veiculados em diversos formatos, como detalharemos a seguir.

O QUE É A GOOGLE DISPLAY NETWORK?

A Google Display Network (GDN) é uma rede com mais de dois milhões de websites, aplicativos ou vídeos, onde os seus anúncios das campanhas do Google AdWords podem ser exibidos.

Segundo o Google, hoje a GDN atinge mais de 90% dos usuários da internet em todo o mundo. Muita coisa, não acha?

PORQUE UTILIZAR CAMPANHAS DE DISPLAY NO GOOGLE ADWORDS

As campanhas em Display podem enriquecer muito sua estratégia devido à grande versatilidade que possuem. Por sua grande gama de formatos e canais, elas ainda podem ser aplicadas em planejamentos com os mais diversos objetivos.

GERAR RECONHECIMENTO

A Rede de Display é excelente para trabalhar o aumento do reconhecimento de marca. Isso porque a GDN possui uma vasta gama de websites, aplicativos e vídeos, onde é possível impactar o usuário constantemente durante a navegação.

Mas não abuse: procure controlar a frequência e o horário de exposição dos seus anúncios para não impactar o usuário de forma negativa.

AUMENTAR CONVERSÕES

Engana-se quem pensa que as campanhas em Display limitam-se ao branding. Elas também são uma ótima ferramenta para aumentar suas conversões.

Devido à grande variedade de formatos e segmentações disponíveis, você consegue atingir o seu público-alvo sem que, necessariamente, ele precise realizar uma busca, como acontece na Rede de Pesquisa.

ENGAJAMENTO

Alcance consumidores que já demonstraram interesse na sua empresa. As campanhas na Rede de Display permitem que você impacte novamente os usuários que já visitaram o seu site ou que já viram algum vídeo em seu canal do YouTube.

Crie listas de remarketing para usuários que já interagiram com a sua marca. Seja relevante para eles e não caia no esquecimento.

FORMATOS DISPONÍVEIS NA REDE DE DISPLAY

Uma parte crucial das estratégias na Rede de Display é identificar qual o melhor formato para chamar a atenção do seu público-alvo. Os formatos disponíveis atualmente são:

ANÚNCIOS EM TEXTO

A grande vantagem deste tipo de anúncio é que, por não possuir um tamanho delimitado, ele encaixa-se em praticamente qualquer espaço que esteja disponível para anúncio, permitindo que você entregue mensagens facilmente personalizáveis ao seu público-alvo. Não deixe de utilizar este formato em sua campanha.

ANÚNCIOS GRÁFICOS

Os anúncios gráficos permitem que você atraia a atenção do usuário enquanto ele navega pelos mais de 2 milhões de canais disponíveis na Google Display Network. Eles estão disponíveis em diversos formatos e até permitem o upload da sua própria arte personalizada.

ANÚNCIOS RESPONSIVOS

Em suas campanhas é recomendável utilizar, sempre que possível, os anúncios gráficos responsivos. Eles combinam anúncios gráficos com anúncios de texto e se ajustam a qualquer tamanho disponível na rede de display. Além disso, são muito simples de criar.

ANÚNCIOS EM VÍDEO

Este formato pode ser criado a partir da galeria de anúncios do AdWords. O vídeo escolhido pode estar hospedado no YouTube ou ser selecionado via upload, diretamente na sua conta.

ANÚNCIOS NO GMAIL

Os anúncios em Gmail são anúncios interativos e expansíveis que aparecem na parte superior das Guias do Gmail. Eles permitem a exibição de anúncios com modelos prontos, catálogos, vídeos e até mesmo um HTML personalizado.

 

ANÚNCIOS DINÂMICOS

Este tipo de anúncio possibilita a exibição de um conteúdo personalizado para seus clientes através de um feed de dados. A maneira mais comum de controlar este feed é através do Google Merchant Center. Mas também é possível fazer o upload de seu feed de dados através da biblioteca compartilhada do AdWords, caso seja necessário.

ANÚNCIOS LIGHTBOX

Os anúncios lightbox são anúncios interativos, expansíveis através do clique ou da passagem do cursor sobre eles. Você pode expandi-los para exibir um vídeo, imagem, ou permitir que as pessoas expandam o anúncio e naveguem por um conjunto de imagens. Os lances disponíveis para este tipo de anúncio são CPM ou CPE (custo por engajamento).

OPÇÕES DE SEGMENTAÇÃO NA REDE DE DISPLAY

As campanhas na Rede de Display fornecem um extenso leque de segmentações para que você alcance seu público. É importante compreender cada uma delas para encontrar a combinação certeira que irá aumentar seus resultados.

PALAVRAS-CHAVE

Com a segmentação por palavras-chave na Rede de Display, é possível atingir usuários que estão acessando canais com temas relacionados às palavras escolhidas, ou então, dependendo da configuração da segmentação, usuários que tenham demonstrado interesse a elas, de acordo com o seu histórico recente de navegação.

CANAIS

Neste tipo de segmentação é possível selecionar manualmente os canais que estão disponíveis na GDN para exibirem seus anúncios em espaços disponíveis. Você também pode aumentar lances naqueles canais que são mais relevantes para o seu público.

TÓPICOS

Nesta opção é possível segmentar muitas páginas de um determinado tema que você acredita ser relevante para o seu cliente.

Por exemplo: Pedro está fazendo uma campanha para uma imobiliária e deseja atingir pessoas com interesse em alugar um imóvel. Na segmentação, ele seleciona o tópico “Imóveis” e a subcategoria “Aluguéis de apartamento ou casas”.

INTERESSES

Ao adicionar a segmentação por interesses, você alcança potenciais clientes com base no interesse deles durante a sua navegação nos diversos canais da GDN. Você pode escolher os interesses a partir de uma lista de categorias e segmentar para diversas etapas do processo de conversão.

Públicos-alvo de afinidade

Para uma maior exposição, selecione os públicos-alvo de afinidade. Esta opção permite a localização de clientes em grande escala e depois os informa sobre a sua empresa. Por exemplo: Amantes de TV, Entusiastas de moda, fãs de quadrinhos e muito mais.

Públicos-alvo de afinidade personalizados

Com os públicos-alvo de afinidade personalizados, é possível criar públicos mais próximos à sua marca em comparação aos de afinidade, que são mais amplos. Você pode delimitar essa segmentação utilizando interesses livres como palavras-chave e/ou utilizando URLs como um proxy para pacotes de interesses.

Públicos-alvo no mercado

No caso de públicos-alvo no mercado, você atinge clientes que estão pesquisando produtos e considerando a compra ou a contratação de um serviço similar ao selecionado na lista de opções da segmentação. Essa opção é ideal para atingir clientes que estão mais inclinados a concluir uma compra.

LISTAS E REMARKETING

Dependendo do formato de anúncio escolhido, você pode utilizar listas de clientes em suas segmentações. São diversas opções: pessoas que já interagiram com seu site (visita, compra, novos usuários, usuários recorrentes), base de e-mails, pessoas que já assistiram vídeos em seu canal do YouTube, etc. São diversas opções, seja criativo e encontre a ideal!

INFORMAÇÕES DEMOGRÁFICAS

A segmentação demográfica permite que você delimite uma faixa etária, sexo ou status parental (com filhos ou sem filhos).

Existem inúmeras possibilidades para combinar todas essas opções de segmentação e de formatos. Agora que você já entende como elas podem ser utilizadas, estude a melhor forma para aproveitá-las. Depois é só conferir os resultados nas suas campanhas de Display no Google AdWords.

 

 

Fonte: Raffcom.com.br

GUSTAVO BEIN

Analista de Links Patrocinados

blog@raffcom.com.br

COMO AUMENTAR SUAS VENDAS EM 3 MESES

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O principal ponto para aumentar suas vendas em 3 meses é o trabalho do SEO. Seu site precisa estar muito bem posicionado no Google, para isso tenha uma empresa que entenda desse trabalho.

Otimize seu público, entenda a linguagem e a melhor forma para chegar até seu cliente. Utilize uma lista de e-mail marketing, rastreando visitantes do seu site e loja virtual, utilize também o remarketing através das ferramentas analíticas e todo o processo que é disponibilizado para que seu anuncio tenha maior alcance e te dê o retorno esperado.

Continue evoluindo, tenha uma empresa que procure estar sempre atualizada e siga as tendências que estão saindo. São várias ferramentas que você pode adquirir para que seu cliente lembre de você quando ele precisar comprar um produto ou serviço.

E por último: Fidelize o seu cliente através de um excelente atendimento online!

O e-mail marketing realmente funciona?

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Algumas empresas e profissionais se utilizam do e-mail marketing de forma incorreta, provocando SPAMs e gerando uma grande dúvida: essa ferramenta funciona realmente? Pois você pode se surpreender com a eficácia desse recurso do marketing digital — basta saber utilizá-lo estrategicamente e de forma correta, respeitando o seu público.

Quando uma pessoa recebe uma mensagem sem saber de onde o remetente conseguiu o seu endereço de e-mail, a primeira sensação é de ter tido a sua privacidade invadida. Afinal, não foi autorizado o envio de nada.

Pensando nisso, o uso do e-mail marketing foi sendo estruturado e hoje existem estratégias para o seu uso com retornos bastante expressivos. Veja só!

Estatísticas do e-mail marketing

De acordo com a DMA, o e-mail marketing tem um ROI (Return On Investiment) na margem dos 3.800%. A empresa ainda salienta a importância do bom trabalho estratégico, considerando que 77% do ROI do e-mail marketing é conquistado por meio de campanhas automatizadas e personalizadas.

No Brasil, o e-mail marketing está cada vez mais popular e já são cerca de 46,3% das empresas que utilizam esse meio para distribuir conteúdo de qualidade ao seu público.

O e-mail marketing funciona sim!

As novas práticas de utilização do e-mail marketing visam conhecer o público-alvo com maior profundidade e oferecer algo de valor em troca de um relacionamento que será construído pelas mensagens.

Veja como o processo acontece na prática:

Buyer Personas e conteúdo de valor

As Buyer Personas são uma criação do programador Alan Cooper. Trata-se de personagens semifictícios que representem o cliente ideal de uma empresa. Ao contrário do conceito de público-alvo, nesse caso, o cliente é visto como um ser único, com características emocionais, psicológicas e comportamentais.

Assim, conhecendo-o melhor e sabendo dos seus interesses e necessidades, é possível desenvolver conteúdos de qualidade e que atendam as expectativas do potencial cliente. Mensagens assim têm menos chances de irem para a lixeira ou de serem reportadas como SPAM.

Landing pages e criação de listas segmentadas

As landing pages são páginas de conversão, basicamente. Elas têm um título, um conteúdo persuasivo, uma oferta e um formulário de cadastro. A ideia é oferecer algo de valor e que seja muito interessante ao seu público. Mas para ter acesso ao produto ou material, o visitante da página precisa realizar o cadastro. Assim, você tem acesso ao nome, endereço de e-mail e outras informações que forem necessárias.

Mas há um alerta nesse processo. Um bom profissional reconhece que o usuário cadastrou o endereço porque está interessado naquele conteúdo em específico, mas isso não dá o direito de enviar dezenas de mensagens sobre conteúdos diversos. Aí é que entra a segmentação como forma de aumentar as conversões.

A ideia é construir landing pages bastante específicas sobre os produtos ou serviços que sua empresa oferece. Com os cadastros realizados, as ferramentas de automação de e-mail marketing criam listas de segmentação de acordo com o interesse dos usuários. No momento de enviar as mensagens, os destinatários só receberão as que tiverem conteúdo referente ao tema que demonstraram interesse. É a mensagem certa para o público certo! Eis o sucesso do e-mail marketing atual!

 

Fonte: Majestade Propaganda