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Como construir uma marca de sucesso

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Uma marca de sucesso é aquela que é reconhecida pelo seu público-alvo e pelo mercado como um todo. Uma marca engloba muitas características, como a qualidade do produto, o design, a inovação no mercado, valor de produto e imagem associada à marca. No entanto, construir uma marca de sucesso é um desafio enorme, que depende de muito planejamento estratégico e trabalho de alto nível.

Mas, vale dizer aqui, que qualquer empresa e empreendedor, independente do tamanho do seu negócio, pode criar a sua própria marca de sucesso. Afinal, o sucesso não deve ser medido apenas pelo faturamento ou pelo lucro e, também, pelo valor agregado perante seu público e potenciais clientes. Para construir sua marca de sucesso, é preciso pensar grande desde o primeiro processo até o lançamento do produto ou serviço. Se algo não estiver bom, é necessário aperfeiçoar até estar nas melhores condições. A atenção aos detalhes é o que fará sua marca ganhar uma identidade positiva.

Alguns conceitos para construir a sua marca de sucesso.

1. Imagem

O primeiro item é muito importante. A imagem visual da sua marca é o primeiro contato que o público e o mercado terão com você. Por isso, é preciso trabalhar em um logotipo único, que, de certa forma, caracterize os seus valores. Não é um trabalho simples, já que o trabalho de design e tipografia deve ser detalhado para ser algo único, diferente de outras marcas de sucesso que já estão no mercado. O objetivo aqui é que sua empresa e produto sejam lembrados assim que o consumidor ver a marca.

2. Trabalho constante

Sua marca não atingirá o sucesso da noite para o dia. É preciso paciência e trabalho constante. Muitas marcas demoraram anos e, até mesmo, décadas para atingir o sucesso que têm hoje. Em muitos casos, os empresários acham que estão no caminho errado e mudam radicalmente a sua estratégia e plano de negócio. No entanto, é importante fazer uma avaliação minuciosa para saber quais ações devem ser mantidas e o que deve ser aperfeiçoado. Acima de tudo, é preciso lembrar-se sempre de qual é a sua identidade, quais são os seus valores, sua visão e missão como marca. Assim, o sucesso é questão de tempo.

3. Comunicação eficaz

Toda marca de sucesso tem uma excelente comunicação, principalmente com o seu público. Esse ponto é importantíssimo para vários fatores: publicidade, atendimento e clareza de informações acerca do produto são alguns deles. Hoje em dia, com o avanço das mídias sociais, as empresas devem estar ligadas a essas ferramentas, uma vez que elas são usadas diariamente e milhões de pessoas têm acesso. O mesmo vale para a publicidade. Mas, o mais importante, seja qual for o meio que está sendo utilizado, é adequar a sua linguagem para que seja a cara da sua marca. Ela deve estar de acordo com a sua visão e com os seus valores, além de dialogarem com os seus consumidores e potenciais clientes.

4. Tenha orgulho de contar a sua história

Para que os seus clientes possam confiar na sua marca, eles precisam, geralmente, se identificar com ela. Assim, a sua história deve ser algo motivador e, principalmente, verdadeiro. Uma história de sucesso é construída por anos e devido a grandes experiências, positivas ou mesmo negativas. Não tente esconder os seus fracassos, pois eles foram fundamentais para que você esteja onde está agora.

5. Conheça o seu público

Todo produto ou serviço criado é feito para alguém. Uma marca de sucesso conhece o seu público-alvo. É este conhecimento dos seus consumidores que fará com que você determine qual será a sua estratégia e ação, qual linguagem utilizará, quais são os padrões de qualidade, qual é o preço que pode ser cobrado, entre tantas outras coisas. É o seu público que irá fazer da sua marca, uma marca de sucesso. Conhecê-lo e atendê-lo bem é essencial para alcançar o seu objetivo.

6. Posicione-se no mercado

Assim como conhecer os seus consumidores é essencial, você também deve saber em qual mercado está inserido e que parte pretende ocupar com o seu produto ou serviço. É importante conhecer os seus concorrentes e os seus produtos para saber como se posicionar. As perspectivas de cada um podem ser diferentes, mesmo com produtos concorrentes, dessa forma, você pode encontrar uma brecha para conquistar o público que deseja.

7. Produto de alto nível

Tudo o que você coloca no mercado deve ser de alto nível de qualidade. Marca, design, comunicação, atendimento ao cliente, mas, especialmente, o seu produto ou serviço deve ser o melhor que o cliente pode adquirir. De nada adianta todo um plano de negócio se você não oferecer o que o seu consumidor quer. Por isso, tenha cuidado com o seu produto, acompanhe todo o processo até o momento em que o cliente está com o produto em mãos. É porque as pessoas gostam de seu produto que a sua marca será reconhecida como uma marca de sucesso.

 

Fonte: Egestor

http://blog.egestor.com.br/como-construir-uma-marca-de-sucesso/

Imagens Aéreas – Drone

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Institucional
Foto e  filmagem aérea de indústrias,  escritórios, fazendas, hoteis, e empresas em geral.

Eventos
Imagem aérea em foto ou vídeo de shows, casamentos, eventos esportivos, manifestações

Setor Imobiliário
Varanda virtual, fotos aéreas de localização, imagens do local.

Construção Civil
Acompanhamento aéreo de obras, inspeções, acesso a locais de difícil acesso, monitoramento e levantamentos.

Entre em contato conosco:
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Estamos sendo substituídos por Inteligência Artificial

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Ela está entre nós ou acima de nós? O receio de que a Ciência evolua a ponto de dar a máquinas e sistemas a capacidade de tomar boas decisões, e independentemente de um operador, mais assusta do que encanta alguns de nós. No entanto, para três pesquisadores, cujo artigo “How Artificial Intelligence will Redefine Management” foi publicado na Harvard Business Review, os gestores devem olhar para a Inteligência Artificial como colegas de trabalho. Enquanto é pouco provável que o julgamento humano possa ser automatizado, eles dizem, máquinas inteligentes podem acrescentar muito ao seu trabalho administrativo, auxiliando com simulações de cenários futuros, estimativas, e oferecendo insights.

O que é Inteligência Artificial?

Conversamos com o professor e pesquisador Renato de Brito Sanchez, que é também empreendedor, proprietário de duas empresas, sendo uma delas de tecnologia em automação, robótica e inteligência artificial. Inteligência artificial ou I.A., ele afirma, “é um conceito que remete à realização do sonho da humanidade de um futuro distante, onde máquinas e humanoides interagem com humanos e animais”.

Quando você pensa em inteligência artificial, a primeira imagem que surge provavelmente é uma cena de filme, como Perdidos no Espaço, Matrix ou Eu, Robô. No entanto, é fato que o conceito de I.A. é muito tênue, visto que um robô pode ser totalmente dependente de seu operador. Então, onde termina a simples automação ou processo autônomo repetitivo e começa a inteligência de fato? É possível dotar uma máquina, um sistema com a mesma consciência de um ser humano?

Breve história da Inteligência Artificial

O termo Inteligência Artificial foi cunhado em 1956 pelo cientista John McCarthy, embora 6 anos antes já houvesse sido especulado sobre uma máquina com capacidade de pensar pelo cientista da computação Alan Turing – cuja história o filme O Jogo da Imitação apresenta. Entre as décadas de 1950 e 1960, após alguns avanços significativos, criaram-se os laboratórios de inteligência artificial em Stanford e no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT).

A partir de 1990, houve uma correção de conceito e as pesquisas voltadas à inteligência artificial. O que antes estava baseado numa abordagem de lógica, para estabelecer regras que orientassem a ação dos computadores, passava agora a usar dados estatísticos de bases de dados. Isto é, as máquinas agora poderiam avaliar resultados e identificar perfis e padrões para resolver os problemas apresentados de forma autônoma.

Em meio a todos os avanços tecnológicos, os anos 2000 foram um divisor de águas, pois deste ponto houve um salto tecnológico e eventos que marcaram as propostas de tecnologia. Neste processo há uma atenção particular para o aumento da capacidade de processamento de dados, que se tornou mais veloz e, com uma oferta maior de dados, houve um ponto de novos horizontes para a inteligência artificial.

Substituição?

Três dos maiores especialistas no assunto inteligência artificial, Vegard Kolbjørnsrud, Richard Amico e Robert J. Thomas, conduziram uma pesquisa com quase 2 mil gestores de 14 países, além de 37 executivos que lideram transformações digitais em suas empresas. Tudo para entender desde tarefas burocráticas que IA poderia poupar até recomendar práticas a serem dominadas com a ascensão da tecnologia inteligente. O primeiro resultado

mostrou que os gestores passam mais da metade (54%) do seu tempo executando controle de tarefas – o que envolve desde delegar demandas até conferir se tudo está correndo como deveria, e dentro do prazo e do orçamento. Investem ainda 30% em resolução de problemas e colaboração com equipe e pares – e apenas 10% com estratégia e inovação… Talvez você se enxergue neste cenário.

Layne Thompson, diretor de uma grande companhia de ERP, diz que “Os gestores costumam enxergar seu trabalho como julgar, ter critério, experiência e capacidade de improvisar. Não se trata de aplicar regras. E se considerarmos que uma das principais promessas da inteligência artificial é a habilidade de ajudar a tomar decisões, então, deveríamos encarar a tecnologia como suporte, e não como substituta dos gestores.”

Uma segunda pesquisa, para entender quais habilidades os gestores assumiam que precisariam desenvolver nos próximos 5 anos, revelou

Que O destaque está no fato de que os gestores entendem que precisam entender mais de tecnologia e experimentar ideias criativas com mais frequências, no entanto subestimam aquelas que chamamos de people skills. Isso quer dizer que não estão suficientemente atentos ao fato de que deveriam desenvolver a habilidade de construir uma boa rede de contatos e de se relacionar bem (21%), nem em desenvolver sua equipe (21%) e tampouco melhorar sua capacidade de cooperar com os colegas (20%). O conselho dos pesquisadores é: cuide disso enquanto é tempo. Priorize essas três habilidades e você será diferente da média.

Onde já fomos substituídos (e ainda bem)

Para que um sistema consiga assumir decisões autônomas, deve agir independentemente de um padrão definido, deve ser flexível e se adaptar aos estímulos do meio externo. Baseado nessa premissa e nas atividades desempenhadas pelo ser humano, é inerente que no cotidiano as tarefas sejam simplificadas por meio de máquinas e sistemas, em processos como o abastecimento de combustível, o pagamento sem intervenção do usuário (como no sistema Via Fácil – Sem Parar), assim como em compras online, onde não há contato humano até que este produto seja disposto para entrega à logística.

Estas máquinas e sistemas nos substituem em atividades desde o uso militar como os VANTs teleguiados, a operação do robô Curiosity em Marte, uma operação de seleção de pedido de compra, até a gestão de recursos energéticos de um prédio comercial baseado no perfil de uso ao longo do dia. Sistemas inteligentes são utilizados, inclusive, para educação e para o desenvolvimento de habilidades intelectuais e auxílio a pacientes clínicos.

Entretanto, a tecnologia necessita de avanços para que veículos autônomos, sejam terrestres, aquáticos ou aéreos, possam navegar e tomar decisões por conta própria. Assim como para que haja linhas de produção e expedição totalmente autônomas. Ou mesmo, no espaço doméstico, para que possamos contar com o auxílio de humanoides nas atividades de limpeza, carregamento de carga ou mesmo cuidados e acompanhamentos a idosos.

Queremos sua ajuda

Atualmente a tecnologia baseada em inteligência artificial está presente em diversos processos e serviços nas esferas residenciais, comerciais e industriais. Isto porque há uma facilidade em estabelecer uma rede entre dispositivos e criar algoritmos que possam executar tarefas de varreduras, coletas e análise de dados. Dotados destas informações, os “sistemas inteligentes” podem assumir pequenas decisões baseadas na análise de perfis.

É o caso de empresas como Amazon e Submarino, com sistemas que analisam os acessos e dados de navegação dos usuários com a finalidade de fornecer de forma autônoma propostas e recomendações de compra ou acesso para leitura de livros.

Em outra vertente deste mercado digital, Netflix, Google, Facebook e Microsoft possuem plataformas com algoritmos autônomos que analisam cada usuário para dispor e traçar rotas de navegação baseadas no interesse de cada um.

Essas plataformas e algoritmos se estenderam a todos os mercados. A General Motors tem o sistema MyLink para os veículos da Chevrolet com intuito de prover a interação de buscas, navegação e mobilidade baseado na necessidade de seus condutores.

Ainda, o desenvolvimento de sistemas mobile, principalmente para smartphones, trouxe sistemas que permitem a interação autônoma com o usuário, através do Siri da Apple, do Now do Google, e da Cortana da Microsoft.

É o fim dos Gestores?

Em 1940 não se imaginava o celular. 50 anos depois, em 1990 a Internet ainda não tinha sido liberada para comercialização. Já entre 2001 e 2016, tivemos o surgimento de dispositivos com tecnologia mobile, softwares que operam linhas de processo com automação, e controle de todos os recursos energéticos de uma planta industrial ou edificação, interação do veículo com seus condutores e smartphones que interagem com comandos de voz e identificação visual.

“Com base nisso, posso sugerir que estes saltos de evolução são cada vez maiores para um curto espaço de tempo. Acredito ser questão de tempo para que conquistas sejam alcançadas e a tecnologia se torne cada vez mais independente de humanos em suas ações e em sua autogestão”, conclui o professor e pesquisador Renato de Brito Sanchez.

Para que um sistema possa gerir uma equipe no lugar de uma pessoa, além de autônomo para a tomada de decisões, o sistema depende de um aprendizado minucioso e inerente ao ser humano: as emoções. Pois além do raciocínio lógico e da inteligência, somos sensíveis a emoções, algo que atualmente uma máquina não aprende e, por isso, não pode assimilar a simples diferença entre um singelo bolo e um bolo de aniversário na essência de sua representatividade, por exemplo.

Portanto, todas as suas decisões seriam tomadas exclusivamente pela razão, e sabemos que tais decisões podem ser realizadas com risco de erro. Imagine, por exemplo, um sistema julgando um réu, decidindo sobre uma vida em um hospital, ou tomando uma decisão financeira. Por ora, é inviável.

Há dúvidas sobre a possibilidade ou quando um sistema estará evoluído para uma posição de gestão, porém é fato que, para atividades em que a razão é imperativa, sistemas ou máquinas assumem esta função. É o caso do contato via telefone com sistemas bancários, companhias de telefone ou mesmo o pré atendimento. Cabe, no entanto, a ressalva de que o atendimento é finalizado por uma pessoa, tendo em vista que o sistema não diferencia a necessidade do cliente em postergar um pagamento ou explicar uma situação financeira.

Últimas considerações

Os pesquisadores Vegard Kolbjørnsrud, Richard Amico e Robert J. Thomas resumem a questão em três passos, que indicam a todos os líderes, para lidarem da forma mais inteligente possível com a inteligência artificial.

1) Explore o quanto antes. Para navegar em um futuro incerto, é preciso experimentar a IA, aplicando ideias e ferramentas dessa natureza.

2) Adote novos KPIs para impulsionar a adoção. A inteligência artificial deverá criar novos critérios para o sucesso. Dentre elas, capacidade de colaboração, compartilhamento de informações, experimentação, aprendizado e tomada de decisões, eficácia e capacidade de buscar insights e inovações.

3) Desenvolva estratégias de treinamento e recrutamento para criar equipes diversificadas. Líderes devem desenvolver uma força de trabalho diversificada e uma equipe de gerentes que equilibrem a experiência com a inteligência criativa e social – de forma que um lado complemente o outro e seja possível chegar a um julgamento coletivo o mais sensato.

Fonte: https://blog.runrun.it/inteligencia-artificial-ainda-bem/

O QUE SÃO CAMPANHAS DE DISPLAY NO GOOGLE ADWORDS?

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As campanhas de Display no Google AdWords estão sendo cada vez mais utilizadas na maioria das estratégias e planejamentos de mídia online. E para conseguirmos extrair todo o potencial desta poderosa ferramenta, precisamos entender melhor o que ela é e como ela funciona.

As campanhas de Rede de Display trabalham com a veiculação de anúncios por toda a rede de parceiros do Google, a Google Display Network. Esses anúncios podem ser veiculados em diversos formatos, como detalharemos a seguir.

O QUE É A GOOGLE DISPLAY NETWORK?

A Google Display Network (GDN) é uma rede com mais de dois milhões de websites, aplicativos ou vídeos, onde os seus anúncios das campanhas do Google AdWords podem ser exibidos.

Segundo o Google, hoje a GDN atinge mais de 90% dos usuários da internet em todo o mundo. Muita coisa, não acha?

PORQUE UTILIZAR CAMPANHAS DE DISPLAY NO GOOGLE ADWORDS

As campanhas em Display podem enriquecer muito sua estratégia devido à grande versatilidade que possuem. Por sua grande gama de formatos e canais, elas ainda podem ser aplicadas em planejamentos com os mais diversos objetivos.

GERAR RECONHECIMENTO

A Rede de Display é excelente para trabalhar o aumento do reconhecimento de marca. Isso porque a GDN possui uma vasta gama de websites, aplicativos e vídeos, onde é possível impactar o usuário constantemente durante a navegação.

Mas não abuse: procure controlar a frequência e o horário de exposição dos seus anúncios para não impactar o usuário de forma negativa.

AUMENTAR CONVERSÕES

Engana-se quem pensa que as campanhas em Display limitam-se ao branding. Elas também são uma ótima ferramenta para aumentar suas conversões.

Devido à grande variedade de formatos e segmentações disponíveis, você consegue atingir o seu público-alvo sem que, necessariamente, ele precise realizar uma busca, como acontece na Rede de Pesquisa.

ENGAJAMENTO

Alcance consumidores que já demonstraram interesse na sua empresa. As campanhas na Rede de Display permitem que você impacte novamente os usuários que já visitaram o seu site ou que já viram algum vídeo em seu canal do YouTube.

Crie listas de remarketing para usuários que já interagiram com a sua marca. Seja relevante para eles e não caia no esquecimento.

FORMATOS DISPONÍVEIS NA REDE DE DISPLAY

Uma parte crucial das estratégias na Rede de Display é identificar qual o melhor formato para chamar a atenção do seu público-alvo. Os formatos disponíveis atualmente são:

ANÚNCIOS EM TEXTO

A grande vantagem deste tipo de anúncio é que, por não possuir um tamanho delimitado, ele encaixa-se em praticamente qualquer espaço que esteja disponível para anúncio, permitindo que você entregue mensagens facilmente personalizáveis ao seu público-alvo. Não deixe de utilizar este formato em sua campanha.

ANÚNCIOS GRÁFICOS

Os anúncios gráficos permitem que você atraia a atenção do usuário enquanto ele navega pelos mais de 2 milhões de canais disponíveis na Google Display Network. Eles estão disponíveis em diversos formatos e até permitem o upload da sua própria arte personalizada.

ANÚNCIOS RESPONSIVOS

Em suas campanhas é recomendável utilizar, sempre que possível, os anúncios gráficos responsivos. Eles combinam anúncios gráficos com anúncios de texto e se ajustam a qualquer tamanho disponível na rede de display. Além disso, são muito simples de criar.

ANÚNCIOS EM VÍDEO

Este formato pode ser criado a partir da galeria de anúncios do AdWords. O vídeo escolhido pode estar hospedado no YouTube ou ser selecionado via upload, diretamente na sua conta.

ANÚNCIOS NO GMAIL

Os anúncios em Gmail são anúncios interativos e expansíveis que aparecem na parte superior das Guias do Gmail. Eles permitem a exibição de anúncios com modelos prontos, catálogos, vídeos e até mesmo um HTML personalizado.

 

ANÚNCIOS DINÂMICOS

Este tipo de anúncio possibilita a exibição de um conteúdo personalizado para seus clientes através de um feed de dados. A maneira mais comum de controlar este feed é através do Google Merchant Center. Mas também é possível fazer o upload de seu feed de dados através da biblioteca compartilhada do AdWords, caso seja necessário.

ANÚNCIOS LIGHTBOX

Os anúncios lightbox são anúncios interativos, expansíveis através do clique ou da passagem do cursor sobre eles. Você pode expandi-los para exibir um vídeo, imagem, ou permitir que as pessoas expandam o anúncio e naveguem por um conjunto de imagens. Os lances disponíveis para este tipo de anúncio são CPM ou CPE (custo por engajamento).

OPÇÕES DE SEGMENTAÇÃO NA REDE DE DISPLAY

As campanhas na Rede de Display fornecem um extenso leque de segmentações para que você alcance seu público. É importante compreender cada uma delas para encontrar a combinação certeira que irá aumentar seus resultados.

PALAVRAS-CHAVE

Com a segmentação por palavras-chave na Rede de Display, é possível atingir usuários que estão acessando canais com temas relacionados às palavras escolhidas, ou então, dependendo da configuração da segmentação, usuários que tenham demonstrado interesse a elas, de acordo com o seu histórico recente de navegação.

CANAIS

Neste tipo de segmentação é possível selecionar manualmente os canais que estão disponíveis na GDN para exibirem seus anúncios em espaços disponíveis. Você também pode aumentar lances naqueles canais que são mais relevantes para o seu público.

TÓPICOS

Nesta opção é possível segmentar muitas páginas de um determinado tema que você acredita ser relevante para o seu cliente.

Por exemplo: Pedro está fazendo uma campanha para uma imobiliária e deseja atingir pessoas com interesse em alugar um imóvel. Na segmentação, ele seleciona o tópico “Imóveis” e a subcategoria “Aluguéis de apartamento ou casas”.

INTERESSES

Ao adicionar a segmentação por interesses, você alcança potenciais clientes com base no interesse deles durante a sua navegação nos diversos canais da GDN. Você pode escolher os interesses a partir de uma lista de categorias e segmentar para diversas etapas do processo de conversão.

Públicos-alvo de afinidade

Para uma maior exposição, selecione os públicos-alvo de afinidade. Esta opção permite a localização de clientes em grande escala e depois os informa sobre a sua empresa. Por exemplo: Amantes de TV, Entusiastas de moda, fãs de quadrinhos e muito mais.

Públicos-alvo de afinidade personalizados

Com os públicos-alvo de afinidade personalizados, é possível criar públicos mais próximos à sua marca em comparação aos de afinidade, que são mais amplos. Você pode delimitar essa segmentação utilizando interesses livres como palavras-chave e/ou utilizando URLs como um proxy para pacotes de interesses.

Públicos-alvo no mercado

No caso de públicos-alvo no mercado, você atinge clientes que estão pesquisando produtos e considerando a compra ou a contratação de um serviço similar ao selecionado na lista de opções da segmentação. Essa opção é ideal para atingir clientes que estão mais inclinados a concluir uma compra.

LISTAS E REMARKETING

Dependendo do formato de anúncio escolhido, você pode utilizar listas de clientes em suas segmentações. São diversas opções: pessoas que já interagiram com seu site (visita, compra, novos usuários, usuários recorrentes), base de e-mails, pessoas que já assistiram vídeos em seu canal do YouTube, etc. São diversas opções, seja criativo e encontre a ideal!

INFORMAÇÕES DEMOGRÁFICAS

A segmentação demográfica permite que você delimite uma faixa etária, sexo ou status parental (com filhos ou sem filhos).

Existem inúmeras possibilidades para combinar todas essas opções de segmentação e de formatos. Agora que você já entende como elas podem ser utilizadas, estude a melhor forma para aproveitá-las. Depois é só conferir os resultados nas suas campanhas de Display no Google AdWords.

 

 

Fonte: Raffcom.com.br

GUSTAVO BEIN

Analista de Links Patrocinados

blog@raffcom.com.br

COMO AUMENTAR SUAS VENDAS EM 3 MESES

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O principal ponto para aumentar suas vendas em 3 meses é o trabalho do SEO. Seu site precisa estar muito bem posicionado no Google, para isso tenha uma empresa que entenda desse trabalho.

Otimize seu público, entenda a linguagem e a melhor forma para chegar até seu cliente. Utilize uma lista de e-mail marketing, rastreando visitantes do seu site e loja virtual, utilize também o remarketing através das ferramentas analíticas e todo o processo que é disponibilizado para que seu anuncio tenha maior alcance e te dê o retorno esperado.

Continue evoluindo, tenha uma empresa que procure estar sempre atualizada e siga as tendências que estão saindo. São várias ferramentas que você pode adquirir para que seu cliente lembre de você quando ele precisar comprar um produto ou serviço.

E por último: Fidelize o seu cliente através de um excelente atendimento online!

O e-mail marketing realmente funciona?

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Algumas empresas e profissionais se utilizam do e-mail marketing de forma incorreta, provocando SPAMs e gerando uma grande dúvida: essa ferramenta funciona realmente? Pois você pode se surpreender com a eficácia desse recurso do marketing digital — basta saber utilizá-lo estrategicamente e de forma correta, respeitando o seu público.

Quando uma pessoa recebe uma mensagem sem saber de onde o remetente conseguiu o seu endereço de e-mail, a primeira sensação é de ter tido a sua privacidade invadida. Afinal, não foi autorizado o envio de nada.

Pensando nisso, o uso do e-mail marketing foi sendo estruturado e hoje existem estratégias para o seu uso com retornos bastante expressivos. Veja só!

Estatísticas do e-mail marketing

De acordo com a DMA, o e-mail marketing tem um ROI (Return On Investiment) na margem dos 3.800%. A empresa ainda salienta a importância do bom trabalho estratégico, considerando que 77% do ROI do e-mail marketing é conquistado por meio de campanhas automatizadas e personalizadas.

No Brasil, o e-mail marketing está cada vez mais popular e já são cerca de 46,3% das empresas que utilizam esse meio para distribuir conteúdo de qualidade ao seu público.

O e-mail marketing funciona sim!

As novas práticas de utilização do e-mail marketing visam conhecer o público-alvo com maior profundidade e oferecer algo de valor em troca de um relacionamento que será construído pelas mensagens.

Veja como o processo acontece na prática:

Buyer Personas e conteúdo de valor

As Buyer Personas são uma criação do programador Alan Cooper. Trata-se de personagens semifictícios que representem o cliente ideal de uma empresa. Ao contrário do conceito de público-alvo, nesse caso, o cliente é visto como um ser único, com características emocionais, psicológicas e comportamentais.

Assim, conhecendo-o melhor e sabendo dos seus interesses e necessidades, é possível desenvolver conteúdos de qualidade e que atendam as expectativas do potencial cliente. Mensagens assim têm menos chances de irem para a lixeira ou de serem reportadas como SPAM.

Landing pages e criação de listas segmentadas

As landing pages são páginas de conversão, basicamente. Elas têm um título, um conteúdo persuasivo, uma oferta e um formulário de cadastro. A ideia é oferecer algo de valor e que seja muito interessante ao seu público. Mas para ter acesso ao produto ou material, o visitante da página precisa realizar o cadastro. Assim, você tem acesso ao nome, endereço de e-mail e outras informações que forem necessárias.

Mas há um alerta nesse processo. Um bom profissional reconhece que o usuário cadastrou o endereço porque está interessado naquele conteúdo em específico, mas isso não dá o direito de enviar dezenas de mensagens sobre conteúdos diversos. Aí é que entra a segmentação como forma de aumentar as conversões.

A ideia é construir landing pages bastante específicas sobre os produtos ou serviços que sua empresa oferece. Com os cadastros realizados, as ferramentas de automação de e-mail marketing criam listas de segmentação de acordo com o interesse dos usuários. No momento de enviar as mensagens, os destinatários só receberão as que tiverem conteúdo referente ao tema que demonstraram interesse. É a mensagem certa para o público certo! Eis o sucesso do e-mail marketing atual!

 

Fonte: Majestade Propaganda

Minha empresa precisa de site?

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Criar um site é fundamental para qualquer empresa ou profissional que está a fim de se adequar ao novo comportamento do consumidor, agora altamente influenciado pelo meio on-line. Confira este texto e veja por que empresas de qualquer segmento precisam criar um site o quanto antes, caso ainda não tenham.

As pessoas estão cada vez mais conectadas. Atualmente, o Brasil tem mais de 168 milhões de smartphones em uso, número que segundo projeções deve ultrapassar os 230 milhões em 2018.

Com a facilidade para acessar a internet em casa ou na rua, nos acostumamos a depender dessa tecnologia para realizar as mais diversas atividades, como estudo, pesquisas e compras.

Segundo uma pesquisa divulgada este ano no site O Globo, os brasileiros já fazem compras pela internet com mais frequência de que em lojas físicas.

Sendo assim, quando uma empresa abre mão de ter um site próprio, ela está optando por duas coisas:

  • Não ser encontrada com facilidade;
  • Não aumentar o volume de vendas.

Na sua opinião, há alguma vantagem nisso?

Veja alguns motivos para você criar um site para a sua empresa:

1 – Internet é estratégica na captação e fidelização de clientes

Com ou sem vendas on-line, é possível expandir o seu negócio com a ajuda da internet. Ela é um meio poderoso para captação de novos clientes e para um trabalho de fidelização dos clientes atuais.

Geralmente isso é feito por meio de estratégias de produção de conteúdo, como textos e vídeos. Isso permite que a empresa seja encontrada facilmente por uma pessoa que realiza uma busca no Google, por exemplo.

Ao aliar a produção de conteúdo com o e-mail marketing, é possível manter um bom contato com o público, oferecendo promoções, dicas e bônus para clientes fiéis etc.

2 – Nem sempre é preciso vender on-line

Algumas empresas não criam um site por um simples motivo: acham que isso é necessário apenas para quem pretende fazer vendas online. Errado.

Uma pizzaria, por exemplo, pode não disponibilizar vendas on-line e, mesmo assim, ser beneficiada por disponibilizar no site o cardápio, a localização da loja, a opinião de clientes e os telefones para contato.

3 – Depender apenas das redes sociais é arriscado

As redes sociais são de fato muito importantes para qualquer empresa, mas ter toda a presença on-line do seu negócio dependente de plataformas de terceiros não é uma boa ideia.

Milhares de empresas que usavam o Whatsapp para entrar em contato com clientes tiveram sérios problemas quando o aplicativo foi proibido no Brasil algumas vezes por determinação judicial, mesmo que as proibições tenham durado apenas algumas horas ou dias.

Facebook, Twitter, Instagram e todas as outras redes sociais estão sujeitas a sofrerem o mesmo problema, e você não gostaria de perder clientes por isso, não é?

Além disso, não há garantias de que essas plataformas manterão as mesmas políticas de uso, layout e recursos que até então beneficiaram sua empresa, sem contar com quedas no serviço ou mudanças repentinas.

4 – Criar um site gera autoridade para sua empresa

Um site bem-feito acaba passando segurança para o público, mostrando que a empresa se importa em ter uma presença oficial e própria na internet.

Muito melhor se o site contar com um blog que seja constantemente atualizado, no qual seu público possa ficar por dentro das novidades do seu segmento e também obter dicas gerais oferecidas por sua empresa.

Com isso, seu site ganha credibilidade junto aos motores de busca, que mostrarão o seu site com mais frequência nos resultados das pesquisas, favorecendo sua empresa ser encontrada.

 

Fonte: Majestade Propaganda

5 estratégias infalíveis de Marketing Digital para você utilizar em seu negócio

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As pessoas gostam muito dessa palavra: Marketing. Mas a verdade é que muita gente se atrapalha sobre a definição ou a plenitude de sua aplicação. Então, só para adiantar: Marketing não é apenas publicidade. Marketing não é ter uma fanpage bonitinha no Facebook. Marketing não é apenas o desconto ou a promoção em uma loja.

Se seguirmos a risca sua definição, vamos encontrar que “o Marketing é uma atividade, um conjunto de instituições e processos para criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para os consumidores, clientes, parceiros e sociedade em geral” (definição da American Marketing Association).

Trocando em miúdos, é uma série de estratégias e técnicas que buscam agregar valor a marcas ou produtos. Não necessariamente o Marketing é utilizado com o intuito de vender algo, apesar de que, em geral, é o principal objetivo utilizado. Mas esse artigo não tem como missão esmiuçar o que é Marketing ou apresentar a sua definição. O real objetivo é elencar várias estratégias que considero matadoras e que podem ser aplicadas em seu negócio. Seja para prospecção de novos clientes, para fidelização de antigos ou também com recursos nas vendas.

Mas antes de adentrar nas estratégias, vale a pena indicar algo salutar em qualquer processo ou estratégia de marketing. Nada adianta você ler as estratégias a seguir – ou outras que encontrar – e tentar colocá-las todas em prática ao mesmo tempo. Já adianto que nem todas ajustaram ou funcionaram para a sua empresa. O que dá certo para um negócio, não quer dizer que será a melhor solução para o outro. Por isso, existe um passo fundamental nessa estratégia: métrica.

É importante definir métricas para quaisquer ações que optar seguir. Você só saberá o real resultado dessa estratégia se definir quantitativos para avaliar posteriormente. E nesse aspecto é fundamental medir o quanto você pretende gastar, quantas pessoas deseja impactar. Fazer uma verdadeira avaliação sobre a eficiência e eficácia dela.

O que aconselho é escolher três estratégias iniciais, definir como será realizado, quem são os clientes que deseja atingir,, a duração (o tempo) que a ação vai ocorrer e testar. Esse tipo de abordagem ajudará você a identificar possíveis falhas, fazer ajustes necessários e focar naquilo que realmente trará mais resultados. Com esse alerta, agora sim, podemos começar com as estratégias.

#1 – Busca Paga

Nós somos efetivamente bombardeados o tempo todo por anúncios. Do momento que acordamos, na hora que saímos, no sinal, na TV, em tudo. Mas a verdade é que em boa parte desses momentos o nosso foco está em outras atividades. Ou seja, o nosso nível de atenção está compartilhado. E aí, quando desejamos saber mais informações sobre determinado produto ou serviço: o que fazemos? Google! Buscadores na internet.

A verdade é que é nesse momento que os usuários estão efetivamente buscando pelo assunto e, em muitos casos, “prontos” para executar uma compra. Se você cria estratégias de anúncios através de adwords bem segmentadas, com palavras chaves que realmente despertem o interesse do seu público-alvo, bingo! A probabilidade deles serem convertidos é bem maior. E para essa estratégia a métrica é fundamental. Existem palavras-chaves e anúncios que não terão conversão alguma. O segredo para os testes é colocar valores pequenos com diversas possibilidades de palavras e aumentar o valor naquelas que trouxerem melhores conversões.

Fique de olho também no Google Trends – que indica as buscas mais procuradas; no Google Meu Negócio, na qual você pode indicar mais detalhes do seu negócio físico para o público de forma gratuita, e nas mil e uma possibilidades do Facebook Ads (o poder de mensuração deles é incrível).

#2 – Marketing boca-a-boca (viral)

Viralizar um vídeo, uma campanha, ou uma ação entre milhares de pessoas pode ser uma tarefa árdua, difícil e extremamente custosa. Afinal, apesar de verificarmos centenas de vídeos sendo viralizados de forma amadora, sabemos que existem outros milhares que permanecem no limbo. Por isso, a pretensão aqui não é que você viralize um vídeo, mas que crie ações que possam gerar um compartilhamento natural dos seus clientes para a rede de contato deles. Um exemplo bem bacana sobre esse aspecto é o Dropbox, que fornece mais capacidade de armazenamento aos clientes que conseguirem trazer outras pessoas para o serviço. Bingo, de novo! A plataforma criou um verdadeiro exército de “novos vendedores”e difusores da marca.

Uma outra forma eficiente é a gameficação. Além de fidelizar o usuário dentro da plataforma, é possível oferecer vantagens, ganhos e pontos para quem recomenda os seus serviços em suas respectivas redes de contato. Atribuir cupons promocionais para quem indica seus produtos ou serviços também funciona. Ou seja, o boca-a-boca, a recomendação real, é ainda uma das mais fortes formas de engajar novos clientes. Apostar nela em suas estratégias de Marketing é apostar em uma ferramenta extremamente eficaz.

#3 – Redes Sociais

Onde estão os seus clientes? Você sabe responder essa pergunta? Eu não conheço o seu negócio, possivelmente ainda também não nos conhecemos, mas posso afirmar que a maior parte deles está conectado nas redes sociais. Só os usuários ativos no Facebook ultrapassam 1,65 bilhão. O WhatsApp também possui mais de 1 bilhão de inscritos, no Instagram são mais de 400 milhões de pessoas que compartilham fotos, vídeos e histórias.

E é uma premissa básica de qualquer negócio: esteja presente onde seus clientes estão presentes. Agora, não adianta ter simplesmente um perfil ou colocar apenas os seus produtos. As pessoas querem se conectar, querem trocar, se motivar, então, faça conteúdo mais informativo, estimule o engajamento e o compartilhamento. Isso ajudará a prospectar, fidelizar e trazer mais notoriedade para a sua marca. Sim, é fundamental que esse trabalho tenha uma frequência. Nada de intervalos muito longos. Para isso, é possível programar as postagens, inclusive, no Instagram. E aproveite o WhatApp ao seu favor como canal de relacionamento ou como uma forma de distribuir conteúdo.

#4 – SEO

Se você nunca ouviu essa sigla é bom começar a entender o que ela pode fazer por você. SEO significa Search Engine Optimization, trata-se de uma uma forma de otimização de sites. Mas o que ele pode fazer? Colaborar e aumentar os acessos do seu site através de um melhor posicionamento nos resultados dos mecanismos de busca. Mas isso a busca paga já não faz? Sim, ela faz, mas de forma paga por cada palavra-chave que você busca. O SEO ajudará você a chegar na primeira página dos buscadores de forma orgânica. Como? Através de um conjunto de técnicas e estratégias que permitem que o site melhore seu posicionamento nos resultados.

Caso você não entenda nada de SEO, é bom contratar alguém que entenda.

#5 – Email Marketing

O e-mail marketing é uma estratégia curiosa. Quando você envia o e-mail para uma base, a certeza que terá é que a ação não chegará para todos ou, ao menos, nem todas as pessoas irão abrir. Quando se tem uma base muito extensa e conseguir 50% de taxa de abertura, pode abrir um champanhe – você conseguiu um feito. Inclusive, algumas pessoas dizem que o e-mail marketing está perto do fim e um dia vai morrer, já que a nova geração usa cada cada vez menos o e-mail. Então, por que apostar nela?

Pelo simples fato de ainda funcionar muito bem, com o custo relativamente bem pequeno. O e-mail marketing é ótimo para criar relação com os usuários, para conseguir mais vendas, para atingir muitas pessoas de uma vez. Há muitas ferramentas no mercado que podem lhe auxiliar, com preços variáveis e boas execuções. Mas sempre vale o alerta: nada de spam, apenas opt-in, ou seja, as pessoas precisam consentir em receber sua comunicação e fornecem o seu endereço de e-mail.

Através dessas ações, você já poderá dar passos bem largos em suas estratégias de Marketing Digital.

Fonte: Administradores

Quando um simples vídeo não consegue seduzir quem mais consome produtos audiovisuais: aos Millennials

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Ainda que soe paradoxal, a chamada ‘Geração Y’, nativa digital e ‘heavy user’ da Internet não é um público fácil de seduzir na hora de vender pela internet. Talvez, seja necessária uma interação maior  para conquistar esse público.

Os Millennials, aqueles nascidos entre 1980 e 2000, consomem dois tipos de conteúdo. Um deles podemos chamar de “tradicional”, por exemplo entretenimento: conteúdos sobre música, cinema, televisão e celebridades, que já consumiam outras gerações, mas com uma adaptação cultural correspondente. O outro, um novo tipo de conteúdo que poderíamos chamar “social”, criado por seus “amigos próximos” nas redes sociais  e utilizados com a finalidade de interagir no ciberespaço.

Um vídeo mostra uma menina usando uns óculos de sol em frente a um espelho. Caso se passe o cursor pelas lentes, aparece um cartaz com o preço e suas características; caso clique, a menina fica surpresa porque os óculos sumiram, passaram para o carrinho de compras. Tais exemplos acontecem quando as companhias investem em vídeos interativos em suas páginas.

“Geram até 54 vezes mais conversão que as páginas que tem somente descrições dos produtos com imagens e textos. Inclusive, geram até 6 vezes melhores resultados que os vídeos comuns”, afirma Mariano Lo Cane, CEO da Cinemad, empresa que oferece conteúdos interativos e que acaba de abrir seu escritório no Brasil.

Ao pertencer a uma geração que nasceu com televisão em cores e a cabo, com filmadoras, câmeras fotográficas e telefones celulares, os Millennials fazem um uso muito intuitivo e veloz das ferramentas tecnológicas, reduzem passos e não querem ter que abrir novas janelas para concretizar uma ação. É por isso que os vídeos interativos, que convidam os usuários a um novo universo de ações diretamente do vídeo – além de ser espectador -, são ideais para esses nativos digitais que se sentem confortáveis com a tecnologia e aos que não acham estranho que diretamente de um vídeo seja possível comprar, curtir a Fanpage da companhia, aferir preços, características dos produtos e, inclusive, comprar.

Então, nos tempos em que qualquer um prefere conteúdos em vídeos, para toda companhia é importante difundir seus produtos neste formato. É só questão de adaptar os já existentes ou criar vídeos publicitários interativos do zero.

 

Sobre a Cinemad

Cinemad é uma plataforma online que permite adaptar vídeos tradicionais ou criar vídeos interativos, trazendo uma tecnologia inovadora para gerar taxas de conversão e performance muito maiores, ao trazer a possibilidade do usuário interagir com o conteúdo em video.

Além do Brasil, conta com escritório na Argentina, Chile, México, Porto Rico e Espanha.

 

Fonte: Daniel Salman,

 Consultor de mídia da Partner Press & Pr

5 passos essenciais para construir uma marca forte

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Os tempos são outros e, com eles, também surgem novas expectativas em torno das marcas. Por isso, não basta mais trabalhar da mesma forma que anos atrás. Hoje em dia, para se manter relevante é preciso investir em ações alinhadas ao que o seu público espera e aos rumos do mercado. Quem se enfraquece logo perde seu espaço. Construir uma marca forte não depende exclusivamente de sua habilidade de vender ou conquistar clientes.

Trata-se de uma ideia que vai muito além disso, sendo diretamente impactada pelos caminhos escolhidos pela empresa. Diversas atitudes e iniciativas podem ser determinantes para que este fortalecimento aconteça e se torne duradouro. Ao mesmo tempo, insistir em pensamentos ultrapassados pode prejudicar estes planos. Por isso, veja a seguir 5 passos essenciais para construir uma marca forte!

1. Entregue valor

O marketing digital possui potencial para aumentar substancialmente as vendas de qualquer setor, se os esforços adequados forem empregados. Só que, para isso, é necessário entregar valor para o cliente. Livre-se de discursos vazios e passe a oferecer algo de concreto e atraente para o seu público. Estude as expectativas destas pessoas para sua marca e o que seus concorrentes estão fazendo.

Aqui, a regra não é copiar os outros, mas sim superá-los. Entregue algo que nenhuma outra empresa está trazendo.

2. Gere identificação

As pessoas precisam ser capazes de se ver na sua marca. Para atingir este público, é necessário que você empregue esforços para se aproximar o máximo possível da sua audiência. Ofereça o que ela precisa e a surpreenda, ao mesmo tempo em que fala a língua dela e sabe das suas expectativas.

Cada vez mais é comum ver gente se acostumando a abraçar marcas como extensões de si próprias, portanto, tenha isso como objetivo.

3. Invista em marketing

Um marketing inteligente garantirá que você consiga construir uma marca forte. Hoje em dia, técnicas como a do Inbound Marketing permitem fazer com que o público venha até você, já que estará interessado na informação por trás do seu conteúdo.

Ao empregar os melhores mecanismos do ambiente digital, você consegue levar a mensagem da sua marca a uma audiência cada vez mais interessada.

4. Abrace a inovação para construir uma marca forte

Ideias novas dão energia e durabilidade para construir uma marca forte. O que é feito hoje pode ser melhorado no futuro e você precisa adaptar sua empresa a estas mudanças. Do contrário, pode perder a preferência do seu público e o seu valor.

A cada dia aparecem novas maneiras de se realizar as atividades comuns e muitas podem ter impacto na vida da sua marca. Não as deixe passar.

5. Devolva à comunidade

Cada vez mais pessoas têm ficado atentas à atuação das marcas em diversos âmbitos. O social é o que tem potencial para ganhar mais destaque, já que demonstra uma preocupação da empresa em devolver valor à sociedade. Isso pode surgir na forma de um patrocínio para algum projeto beneficente, apoio na realização de eventos para a comunidade, doações a causas humanitárias, entre outros.

Construir uma marca forte, não é algo que pode ser feito da noite para o dia. É um mindset que precisa estar instalado nas mentes daqueles que são responsáveis pelos rumos da empresa.

 

Fonte> Majestade Propaganda

Por que vídeos publicitários ainda são feitos como se fossem para televisão?

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As empresas se preocupam em estar presentes nas redes sociais e vendem pela internet. No entanto, muitas seguem usando vídeos que já se tornaram obsoletos frente às novas ferramentas que a tecnologia tem a oferecer.

Se há muito tempo as empresas vendem de outras formas – online, por exemplo – por que seguem fazendo vídeos publicitários como se fossem voltados para a televisão?

Fale o mesmo idioma que seus clientes em todos os canais

 Os consumidores de hoje esperam mais dos vídeos publicitários, ainda mais quando o público alvo da empresa é jovem. Por sua parte, as companhias além de gerar espectadores com seus vídeos, poderiam convertê-los em clientes através de vídeos interativos no exato momento em que eles estejam assistindo à publicidade.

Destas publicidades, muito entendem as empresas dedicadas a desenvolver este novo formato de vídeos. Como é o caso da Cinemad, que desembarcou recentemente no Brasil com a finalidade de dominar e fazer crescer o mercado de publicidade alternativa.

Esta plataforma online permite introduzir interações de mídias sociais, ecommerce e marketing a qualquer vídeo para melhorar sua efetividade, convertendo um vídeo comum em um comercial interativo, inteligente e clicável.

Mariano Lo Cane, CEO e Co-Fundador da Cinemad, explica: “A plataforma está focada no segmento de publicidade e a ferramenta permite aos anunciantes criar peças publicitárias perfeitamente alinhadas com seus objetivos. Por exemplo, caso busquem mais engajamento em redes sociais, é possível adicionar um botão de “like” no vídeo para que os espectadores virem fãs em um só clique.”

A partir do mesmo vídeo, a conversão pode ser diretamente à compra ou outras ações com apenas um clique: “É possível mostrar os últimos tweets da marca no vídeo e fazer com que o espectador mande outro tweet diretamente dali, o usuário pode se registrar para um test drive de um carro completando poucos campos de uma enquete ou também, pode ajudar a viralizar um conteúdo com botões de compartilhar nas redes sociais”, aponta o CEO da Cinemad.

O vídeo publicitário, então, não tem por que ficar atrás das demais linhas de comunicação do cliente: recorrendo aos vídeos interativos é possível falar com o usuário em seu idioma e aproveitar uma oportunidade que já está ao alcance de todos, mas que algumas empresas estão levando vantagem por largarem na frente.

 

Vídeos recicláveis

 É importante destacar que para contar com vídeos interativos, o anunciante pode se aproveitar de videos tradicionais – já gravados, a partir da inclusão da interatividade. Isso representa uma grande economia para as empresas, já que não precisam criar do zero um novo material publicitário em vídeo para deixá-lo à altura do que a tecnologia pode oferecer.

 

Daniel Salman

Consultor de mídia –  Partner Press & Pr

Não fique para trás e aprenda a chegar em seus clientes através das redes sociais

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“Se eu vou a um restaurante e tenho dez amigos no Facebook que estão falando de um e estão fazendo uma crítica positiva, eu posso ir a esse restaurante porque tenho uma boa recomendação dos meus amigos. Este tipo de situação está fazendo com que as marcas se posicionem nas redes sociais. O posicionamento que víamos em ferramentas de busca há alguns anos já não é o único que existe. Hoje, sua presença através de redes sociais também é vital, já que a tecnologia móvel permite que as marcas estejam muito mais conectadas e próximas em todos os espaços”, resume Guillermo Bustamante, Diretor da Escola de Comunicação Digital e Multimídia da Universidad del Pacífico.

A web se instalou como o lugar onde as pessoas compartilham experiências e opiniões de maneira voluntária e transparente, onde as empresas e marcas buscam aterrissar e poder interagir com os usuários. “Em alguns casos a presença da marca nas redes sociais pode ser vital, já que a partir desse espaço se pode chegar a compreender melhor as necessidades e motivações que os usuários têm do produto, suas formas de consumo e como são percebidos. Nas redes sociais se pode encontrar o lado mais honesto do usuário, como ele utiliza o produto e o ele compra, não é como estar dentro de um focus group fechado”, assegura Bustamante.

Toda essa informação que os usuários compartilham na rede e como interagem com uma marca em particular através de comentários, curtidas ou ‘RT’, devem ser analisadas não apenas de maneira quantitativa, como também qualitativamente. “O importante é a análise de sentimento que se pode realizar a partir das redes. Não basta apenas observar e quantificar os dados. Não serve dizer “existem cem pessoas que estão falando da minha marca nas redes sociais” senão não é possível saber o que estão dizendo sobre a marca. Quando você sabe o que estão dizendo sobre a marca, pode melhorar a proposta de valor através das redes sociais. Isso potencializa e melhora a comunicação, a concentra”, afirma o especialista em tecnologia e redes sociais da Universidad del Pacífico.

Ao observar como se apresentam as empresas ou marcas nas redes sociais hoje em dia, é possível ver que uma grande parte delas preferiu voltar a ferramenta digital à atenção ao cliente, já que são os mesmos usuários que encontram nesse canal uma forma de se aproximar daqueles que venderam o produto ou serviço.

“A principal demanda dos usuários nas redes sociais está mais associada ao pós-venda, a como o usuário quer demandar seu serviço, sua atenção. É preciso distinguir dois espaços. Muitas marcas estão na etapa de captação de redes sociais, que é dizer que estão fazendo esforços para captar mais usuários para que comprem produtos ou serviços. Outras marcas estão voltadas ao pós-venda, onde várias pessoas já estão usando seu serviço. Este último caso se dá quando vemos que a empresa decidiu descongestionar seus serviços de call center e está atendendo os usuários através das redes sociais. Por isso, as comunidades de marca não necessariamente estão focadas na venda de um produto em si, mas em melhorar a experiência de compra e/ou uso do produto”, garante o acadêmico.

  1. Todos querem estar nas redes sociais, mas o especialista avisa para não entrar nelas de forma desesperada e sem um foco claro, já que isso pode ser até prejudicial. “Nem todas as empresas deveriam estar nas redes sociais. É preciso definir o que estará nas redes sociais, o que você quer gerar com elas, e maneira mais adequada para o canal. Por exemplo, uma empresa de recrutamento talvez não deveria estar no Facebook, mas sim no LinkedIn, já que ali pode encontrar melhores candidatos”, exemplifica Bustamante.
  2. Os usuários são mais exigentes que antes e demonstram isso nas redes sociais. Por isso, a marca deve estabelecer certos limites e atender consultas da maneira mais particular possível. “As redes sociais atuam com o princípio da instantaneidade. Se um usuário tem um problema às três da manhã com uma marca e reclama pelas redes sociais e espera ser respondido o quanto antes possível, não vai esperar até o outro dia e isso deve ser levado em consideração. Ter uma conta nas redes sociais implica gerar uma normativa para a comunidade, como, por exemplo, explicitar em que horário atenderá. Também não é bom gerar apenas mensagens predefinidas. Hoje em dia existem muitas marcas que sua interação com o usuário é ‘dê seus dados por dados por mensagem direta’. Se ao revisar a timeline da marca ela for só isso, então que vinculação se está gerando com a marca nesse espaço?”, indaga o especialista.

    3. Finalmente, a linguagem e como se interage com os usuários vai determinar a maneira em que a marca vai se posicionar nas redes sociais e o que é que se vai aproveitar dessas ferramentas digitais.

“Quando uma marca decide entrar nas redes sociais, ela deve jogar no mesmo espaço que os usuários jogam. Se formos à base das redes sociais, é como a sala da sua casa, onde você convida seus amigos, e é aí que estão os usuários. As marcas passam por fora e quando você as convida às redes sociais, elas têm que se comportar como um amigo a mais. Se você convida um amigo a sua casa e ele faz um desastre, você não o convida mais. Deve-se ter muito cuidado em como as marcas se movem e se relacionam nas redes sociais com os usuários”, finaliza Guillermo Bustamante.

 

Fonte: Administradores

Por que os vídeos interativos fazem toda diferença em publicidade on-line?

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Pouco a pouco, anunciantes e agências de publicidade começam a descobrir a variedade de propostas interativas que enriquecem os vídeos publicitários e produzem melhores resultados em sua comunicação audiovisual online. Como todo novo formato, a adaptação ao uso dos vídeos interativos na publicidade é gradual; entretanto, é interessante observar a porcentagem de recompra: entender quantos planejadores ou brand managers decidem voltar a comprar estes formatos depois de uma primeira experiência é um termômetro do impacto que estas modalidades estão gerando no mercado.

O plus dos vídeos interativos

A maior aceitação que se observa remete, sem dúvidas, à diferença dos formatos tradicionais, já que os vídeos interativos contam com elementos distintos que chamam a atenção para a ação e enriquecem a experiência do usuário, facilitando assim a conversão. Por exemplo, se um anunciante lança uma campanha convidando seus usuários a seguirem-no nas redes sociais, através da interatividade é possível adicionar o elemento “like” do Facebook e desta forma se evita que os usuários tenham que entrar na rede social para “curtir”. Por fim, as possibilidades de que o façam, ao facilitá-los, aumentam.

Com um vídeo interativo o espectador vive uma experiência enriquecida e se realmente tiver gostado do que determinada marca propõe, pode usar o botão e seguir a marca no Facebook. Com um vídeo comum não se faz nada disso. Se o espectador realmente foi convencido pela marca para que se junte a suas redes sociais, este deve abrir uma página em seu navegador web, buscar o endereço Facebook.com, e lá procurar o perfil da marca e curtir. Todos estes passos extras que se pede ao espectador terminam gerando uma má conversão junto com uma péssima experiência.

A melhoria na conversão é evidente e em média se geram de 2 a 6 vezes melhores resultados do que se obteriam com a comunicação audiovisual online tradicional, porém é difícil determinar uma média do aumento nas vendas das marcas, já que existem muitíssimos tipos de interatividade, como por exemplo completar um formulário, ou começar a seguir uma marca nas redes sociais ou até comprar um produto diretamente de um vídeo. Cada uma destas ações requer diferentes níveis de compromisso por parte do usuário.

O impacto dos vídeos em mobile no Brasil
Hoje, mais de 114 milhões de pessoas usam a internet no Brasil. O acesso mobile no pais já representa 2 em cada 3 minutos, e os aplicativos mobile já correspondem a mais da metade do tempo digital gasto, segundo estudo do ComScore – o que demonstra a sua grande relevância no momento de planejamento de campanhas dos anunciantes, que devem considerar não somente o acesso via desktop.
Assim como a adoção dos vídeos interativos nos desktops se encontra em uma etapa inicial, na parte mobile, ainda é primário o despertar do vídeo interativo, mas tudo indica que terá um crescimento rápido e exponencial principalmente graças à facilidade na segmentação e aos melhores resultados que este novo formato oferece.

 

*Edgar Bezerra é Country Manager da Cinemad Brasil, com mais de 10 anos no mercado de marketing digital.

Fonte: Proxxima

3 motivos para investir em marketing de performance

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Há alguns anos uma das formas mais comuns para divulgação de produtos era o típico trio: panfleto, outdoor e anúncios em jornais e revistas. Com o desenvolvimento tecnológico e o grande impulso das redes sociais, o marketing foi transformado e hoje abre os olhos e investe especialmente no mundo digital, já que este teoricamente custa menos, gera uma poluição ambiental menor e impacta bem mais o público-alvo.

Fábio Ricotta, analista de CEO e empreendedor, acredita que a melhor forma de chegar ao público-alvo atualmente é por meio do marketing de performance.

“O que o diferencia do marketing tradicional é a possibilidade de medir o retorno, ou seja, saber se o investimento gerou resultados suficientes ou não”, explica Ricotta.

Abaixo você confere 3 motivos que deveriam levar todos a investir neste novo tipo de marketing, de acordo com o CEO da Agência Mestre:

1 — Não perder dinheiro

Segundo Ricotta, é possível que outros investimentos do marketing tradicional joguem dinheiro do empreendedor no lixo.

“Como você sabe que aquele panfleto realmente trouxe novos clientes? ”, pergunta o CEO. Segundo ele, o marketing de performance garante melhores resultados, pois utiliza técnicas de medição de retorno. Por exemplo: ao investir nas redes sociais e plataformas digitais, como o Google, é possível calcular os resultados dos anúncios.

“A qualquer momento, as estratégias podem ser mudadas, o que é muito diferente do marketing tradicional, já que o dinheiro gasto no jornal ou no espaço comercial da TV não pode ser mudado, mesmo que não dê retorno”, explica.

2 — Atingir o público-alvo específico

Ricotta relembra que os meios tradicionais de propaganda podem chegar a diversas pessoas, incluindo aquelas que não se interessariam pelo produto. Segundo ele, porém, o marketing de performance já é especificamente direcionado ao potencial cliente.

“O anunciante de lingerie não tem motivos para mirar no público masculino, assim como o mecânico não precisa atingir quem não tem carro”, exemplifica.

Deste modo os anúncios permitem não só chegar a quem pode se interessar, mas também em uma área maior geograficamente.

“Se você pode vender seu serviço ou produto para todo o país, basta criar uma plataforma na internet, e não depender apenas da população local”, destaca, alertando para que os empreendedores olhem para o futuro.

3 — Manter contato com o público

De acordo com o especialista, o marketing de performance normalmente gera ótimos resultados tanto em curto quanto em longo prazo, já que permite a uma marca se relacionar com público nas inúmeras plataformas que existem na internet.

“Uma boa estratégia vai permitir que a empresa guarde o e-mail e até mesmo outros dados do cliente, e com isso vai ser possível manter um diálogo de longa duração com ele”, explica Ricotta.

Segundo ele, é possível fazer promoções exclusivas ou ações de incentivo através de e-mail marketing.

“Em longo prazo, isso traz um retorno muito maior, porque o seu negócio vai ter uma base de fãs que sempre vão manter contato com o que você tem a oferecer, fazendo valer ainda mais o dinheiro investido”, conclui.

Fonte: Administradores

Comunicação e marca: os pontos que todo empreendedor deve saber

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As áreas de comunicação e marketing, muitas vezes, acabam sendo o patinho feio no mundo dos empreendedores.

A grande maioria das empresas, principalmente nos seus primeiros anos de crescimento, não olha com a atenção que deveria para a comunicação e identidade de marca do negócio. Ana Couto, mentora Endeavor, empreendedora e designer, conta que mesmo o Brasil sendo a nona economia global, não temos nenhuma empresa no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

O tema é tão relevante que virou pauta de uma mentoria para os empreendedores que fazem parte do programa Braskem Labs 2016. Por mais de uma hora, Ana compartilhou seus conhecimentos e colocou os empreendedores para pensar fora da sua zona de conforto. De tudo que ela falou, alguns pontos se destacaram:

Marketing: a ponta do iceberg

Muito se ouve sobre o tão famoso marketing. Alguns acham que ele faz até milagres, mas a verdade é que se você não tiver uma marca que represente verdadeiramente a sua empresa, você tem grandes chances de morrer na praia junto com a sua ideia. E por que a marca é tão importante para uma empresa?
Simples: ela é responsável pela percepção de valor de longo prazo do seu negócio. Seus produtos e serviços podem sofrer modificações e até mesmo um reposicionamento no mercado, mas sua marca deve ser sólida. Vamos pensar na Apple.

Lá atrás, a Apple nada mais era do que uma empresa que vendia computadores para designers gráficos. Eles tinham uma proposta de valor clara, mas, com os anos, Steve Jobs percebeu que tinha um mercado muito maior a ser explorado e decidiu trabalhar seu posicionamento de uma forma um pouco diferente. Desde então, a Apple começou a fazer diversos produtos, mas a sua proposta de valor mudou pouco. O que mudou de fato foi o seu posicionamento ao se aventurar em outros mercados, mas sempre de forma consistente.

Nesse processo, a marca foi o fio condutor para que a Apple não deixasse de trazer a proposta de valor de sempre, de quando era uma empresa de computadores para designers. As cores, o design, todo o lado intangível da empresa continuou o mesmo, sendo como um fio condutor do seu propósito e proposta de valor.

Os 4 pilares para construir uma marca

Uma das dúvidas que os empreendedores levantaram foi a dificuldade em se construir uma marca forte o bastante que sobreviva a esse mercado tão feroz. Ana conta que para uma marca ser bem consolidada, a empresa precisa pensar em 4 pilares:

1. Diferenciação: o que eu faço que ninguém mais faz (proposta de valor);

2. Relevância: o quanto o meu produto ou serviço são relevantes para as pessoas. É isso que faz com que a empresa evolua constantemente;

3. Propriedade: o que compõe o universo da marca, como seu perfil, cores, tipografia, etc;

4. Consistência: o quão sólida sua marca é. Lembre-se: não é a sua marca que muda o tempo o todo, o que se adapta é o modelo de negócio.

Muitos empreendedores também fazem confusão quando falamos em marca, negócio e comunicação. Esses termos são estratégias diferentes que uma empresa pode utilizar. Para você não se confundir, aqui vão as explicações:

#Marca: é aquilo que vai puxar sua visão de valor a longo prazo. É aquilo que você constrói e que dura;

#Negócio: estratégia do seu produto. Ou seja, como você pode surpreender seus clientes, realizar a promoção da empresa etc

#Comunicação: o que faz sua empresa ser conhecida. Ela tem que reforçar seu diferencial, ou seja, sua marca.

Qual o valor da sua marca?

Qualidade é um dos primeiros adjetivos que vem a sua cabeça você quando pensa na Nike? Agora, pare e tente puxar na sua memória outra marca que te faça pensar logo de cara no mesmo adjetivo. Difícil, não é? Isso acontece porque a Nike construiu sua proposta de valor de forma tão clara que quando pensamos em outras marcas a única coisa que vem em nossas mentes é que elas são empresas que vendem tênis.

Para que a sua marca seja a próxima Nike, o primeiro passo é construir uma “plataforma”. Essa plataforma é como um código genético da sua empresa, você pode pensar nela em 3 dimensões:

I. Proposta de valor
A proposta de valor nada mais é do que sua essência. A da Coca-Cola são “momentos felizes”, da Apple é o desafio do status quo. E a da sua empresa, qual seria? Vale lembrar que essa construção é algo eterno que não acaba de um dia para o outro. Nessa hora você também define os pilares racionais e emocionais que quer trabalhar na sua marca. Em resumo, isso é seu DNA, é como a marca nasceu e quer ser vista.

II. Posicionamento
É nessa camada que você pensa no seu público-alvo, quem são as referências do setor, o que eles estão fazendo e por aí vai. Depois de ter todos esses dados, é hora de definir seu diferencial e sprint ou, em outras palavras, o que faz da sua empresa única.
Em alguns casos, esse posicionamento de marca pode ser de médio prazo. Tudo isso vai ser ditado pelo mercado que seu negócio está inserido, já que o posicionamento serve para te colocar ao lado dos seus concorrentes. Se você atua no setor de tecnologia, por exemplo, seu diferencial pode ser revisado a cada 2 anos. Lembrando que ele sempre deve estar ligado à sua proposta de valor.

III. Propósito
O que sua empresa constrói para um mundo melhor? Aqui, podemos analisar 3 ondas que moldaram muitas empresas ao longo dos anos. A primeira era focada em surpreender e criar awareness da marca. Durante a segunda, o cenário já tinha mudado um pouco e as marcas queriam construir relevância para o mundo, apelando para conexões emocionais e valor. A terceira onda é a que vivemos atualmente, dentro da qual as marcas têm um propósito forte e definido, com uma comunicação que quer engajar pessoas e criar um ecossistema.

Em resumo, para criar valor você precisa saber para onde ir. Sua marca tem que ser maior que o seu negócio, você, como empreendedor, tem que fazê-la muito maior. Uma boa forma de conseguir esse posicionamento pode ser por meio das redes sociais ou até mesmo embaixadores da marca. Quem são as pessoas que melhor representam a sua marca?
Comunicação e marketing podem fazer toda a diferença para a sua empresa, já pensou se daqui uns anos você é a nova Nike ou Coca-Cola? Bem, tudo vai depender de como você olha para a sua marca hoje!

Artigo publicado na Endeavor Brasil e cedido ao Administradores.com

O que podemos aprender com o fenômeno Pokémon Go?

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Go, Go, Go! Nas últimas semanas, sem dúvida, este tem sido o assunto mais comentado na internet. Dificilmente algum veículo de comunicação ou escritores e palestrantes não tenham comentado sobre o Pokémon Go. Alguns textos falam sobre o que é, outros como surgiu, como os países estão se adaptando a proposta do jogo e por aí vai. Meu objetivo com este artigo é mostrar como podemos aprender lições valiosas com este case de sucesso mundial.

No Brasil, muita gente ainda nem sabe o que significa Pokémon e como funciona o novo jogo da Nitendo que virou uma febre no mundo em poucos dias (50 milhões de downloads em 19 dias). Mas com toda certeza tendo como base o que o jogo já fez, o impacto será grande. O que quero destacar aqui é o que Pokémon Go tem feito no mercado em relação à mudança comportamental do consumidor, no marketing e nos negócios. Agora que chegou ao Brasil, o assunto ganhou um novo fôlego.

Primeiro ponto: ainda temos muito a aprender, tanto sobre o comportamento quanto o marketing. A verdade é que a sensação de estabilidade e conforto precisam definitivamente ser extintas do nosso mercado contemporâneo. Já aprendemos que não existe sucesso absoluto e que “fenômenos” sempre podem surgir e desconstruir tudo que acreditamos ser impossível até aquele exato momento. Os números surpreendentes – em menos de uma semana de lançado, o Pokémon Go superou o Facebook, que tentava não ser ultrapassado pelo Snapchat – mas foi surpreendido por um novo competidor que, “correndo por fora”, está deixando o gigante comendo poeira.

E, diferente do que muitos pensam, o Pokémon Go não surgiu do nada ou de uma hora pra outra. Muito pelo contrário. Nos últimos 20 anos o criador do jogo – John Hanke – tem trabalhado no seu propósito, que foi definido no início da sua carreira. Ele tem desenvolvido projetos desde 1996 quando já tinha em mente “mapear o mundo”. O que ele fez, e com muito mérito, foi aperfeiçoar suas técnicas e apostar no que acreditava. Só para se ter uma ideia, em 2004 Hanke vendeu o jogo “Keyhole”, que utilizava fotos de satélites, para o Google, que na sequência transformou no que hoje é o Google Earth. Passo a passo as coisas foram acontecendo até que em 2014 Google e Nintendo se uniram para fazer uma ação de “brincadeira” no dia da mentira, onde Pokemons apareceriam de forma inusitada no Google Street View. A ação vira um sucesso e só então Hanke decide investir na ideia para criar um jogo.

Outra lição que podemos tirar com tudo isso é que o jogo tem sido fundamental para mostrar também que produtos intangíveis podem despertar o interesse e o desejo dos consumidores. Ninguém “pega” literalmente um Pokémon. Mas o fato de eles existirem, mesmo que virtualmente, tem comprovado ser o suficiente para os consumidores que estão de olhos bem abertos e vidrados nos celulares pelas ruas por onde passam.

E o que podemos dizer então sobre o impacto nos tradicionais pontos de venda nas lojas? Não para de aumentar o número de casos onde estabelecimentos comerciais físicos que estão investindo para tornar seus pontos um “reduto” de Pokémons. Para ter uma ideia, existe especulação de que o McDonalds estaria já planejando uma campanha mundial que, em vez de dar objetos “de verdade” na caixinha do McLanche Feliz, passaria a oferecer “Pokémons virtuais” como brindes para suas ofertas. Essa mudança será inevitável e abrangente, afinal, shoppings centers, parques temáticos, lojas de departamentos podem usufruir dessa nova tecnologia para atrair clientes com Pokémons exclusivos. O merchandising marketing talvez nunca mais seja o mesmo.

Embora tudo que foi dito até aqui aponte para um futuro promissor e de inúmeras possibilidades, é importante frisar que nem tudo são flores. Também em função do jogo vários acidentes graves começaram a ser relatados devido à atenção exigida. Sem contar ainda que a Nintendo terá uma base de dados incrivelmente desafiadora e perigosa ao mesmo tempo (seu e-mail, telefone, cartão de crédito, onde você está, quais amigos estão perto, dia, data e horário são apenas algumas das informações que você passa a compartilhar).

Fonte: Administradores

5 dicas para criar conteúdo relevante no facebook

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Atualmente, não existe estratégia de marketing online sem estar presente na rede social criada por Mark Zuckerberg. São mais de 1 bilhão de usuários ativos, sendo mais de 70 milhões somente no Brasil. O que isso significa? Significa que sua empresa precisa marcar presença no Facebook.

Cada vez mais as empresas estão voltando seus esforços de marketing na rede social, o que torna o panorama muito competitivo e profissionalizado. Com isso, a atenção dos usuários está cada vez mais disputada e valorizada. Nesse contexto o marketing de conteúdo se destaca, pois, o público presta atenção somente no que interessa a ele. Agora você verifica aqui 5 dicas essenciais para fazer marketing de conteúdo no Facebook.

Descubra quem é seu público

Se você já leu alguma coisa sobre a importância de conhecer quem é seu público-alvo, obviamente deve saber que a mesma regra se aplica no Facebook, mas com a grande vantagem de ele ser uma grande fonte de informações pessoais. Já sabe qual é o público que pretende atingir? Então aqui vão algumas dicas básicas:

  • Visite e participe de comunidades relacionadas aos temas que você quer abordar. As discussões presentes nesses grupos são uma valiosa fonte de informações sobre os gostos do seu público.
  • Veja quais páginas são as mais curtidas pelo seu público-alvo e identifique qual é o conteúdo gerado por elas que traz maior retorno em engajamento.
  • Faça pesquisas com seus próprios seguidores no Facebook, seja na forma de enquetes ou simples perguntas publicações normais.

Crie seu próprio conteúdo na rede social

Muitas pessoas acreditam que simplesmente usar o Facebook para divulgar conteúdos gerados em outras plataformas, como um blog, é o suficiente. Mas isso não é tão simples quanto parece. Gerar conteúdo exclusivo para o Facebook é importante para aumentar o alcance de suas postagens e incentivar a interação. Aqui vão algumas dicas:

  • Use sempre imagens em suas postagens. Um estudo feito pela Hubspot mostrou que postagens com imagens geram 39% mais interação.
  • Experimente imagens próprias para o Facebook. Use legendas, memes, gráficos com citações inspiradoras.
  • Mantenha seus textos curtos. Posts com menos de 250 caracteres possuem 60% mais engajamento que posts mais longos.

Tem um blog? Divulgue-o de forma correta

Só porque ao copiar e colar a URL de seu post de blog no Facebook ele já aparecerá com uma prévia, não significa que essa prévia seja a ideal. Otimize o resto para que o leitor se sinta realmente atraído a clicar no link e trazer a tão esperada visita.

Provoque a interação com o seu conteúdo

Lembre-se que, acima de tudo, o Facebook é uma rede social. Por isso, fique de olho nas mensagens que são postadas no mural de sua fanpage e, sempre que houver algo relevante, participe da conversa. Além disso, poste conteúdos que estimulem a interação e gerem comentários.

Teste sempre e acompanhe os resultados

Toda estratégia só irá sobreviver ao mundo real se os resultados forem acompanhados de perto e sirvam de base para tomadas de decisão. As dicas presentes aqui são só o primeiro passo para se começar a usar o Facebook de maneira eficiente. Por isso, planeje, experimente, meça os resultados, repita. Somente dessa maneira você irá conseguir montar e executar a estratégia mais otimizada para sua empresa.

Sua empresa tem conteúdo relevante para o Facebook? Quer fazer a diferença na rede social mais popular do mundo? Então entre em contato pelo telefone (44) 3045-0542 | ou por e-mail contato@agenciacamargo.com.br e agende uma visita técnica que a Agência Camargo vai até você.

 

 

Fonte: Majestade Propaganda

5 estratégias para uma empresa se reinventar na crise financeira

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Uma crise financeira como a nossa tende a desencorajar qualquer esforço de inovação. Pode, inclusive, criar indisposição entre conservadores, que têm suas razões para duvidar, e criativos, que ainda acreditam na chance de a empresa ser um ponto fora da curva. Por falar em criatividade, temos boas dicas para vencer seu bloqueio criativo e outras para estimular ideias ousadas na sua equipe. Aliás, ser do segundo time, que apoia a reinvenção constante, seja a sua própria quanto a da sua empresa, é o que incentivamos.

Para este post, pesquisamos pesquisas sérias sobre crises e seus efeitos. Com isso, chegamos a cinco ingredientes secretos para criar o antídoto de que sua empresa precisa para se livrar da velha maldição – a recessão.

1. Liberdade para os líderes

“Reuniões de planejamento estratégico, pesquisas de mercado, road map detalhado do produto, plano de negócios para três anos… Isso tudo faz parte do mundo corporativo, mas pode limitar seriamente a inovação”, alerta Avner Mor, ex-VP da Deutsche Telekom e ex-gestor geral do centro de desenvolvimento da Microsoft de Israel.

O que ele recomenda não é abandonar nada disso, mas entender que não é possível conhecer tudo sobre seu produto ou mercado daqui a um ano, por exemplo. Por isso, manter a equipe presa a um planejamento de cada passo e invalidar ideias que surjam no meio do caminho, porque fogem do plano, não parece sensato, especialmente durante uma crise financeira.

2. Investimentos pontuais

Um estudo de 2011 da European Business Review que analisou os investimentos em inovação das empresas antes da crise econômica de 2008 e depois, em resposta à ela, revela que as poucas corporações que nadaram contra a corrente, superando a recessão, realizaram investimentos pontuais e estratégicos.

Foram eles: pesquisas (terceirizadas e internas), aquisição de tecnologias, design, marketing, e no treinamento dos profissionais, com o objetivo de capacitá-los para desenvolverem novos produtos e serviços.

3. Tolerância ao erro

“Grandes empresas tendem a se esquecer de que falhas são fontes de informação e que, às vezes, merecem até ser recompensadas, pois um risco foi assumido. No longo prazo, esse é o único caminho para se construir programas de inovação bem-sucedidos”, conclui Avner Mor.

Porém, nem sempre haverá consenso entre as partes logo após uma decisão, e nem sempre todos estarão seguros em correr certos riscos. No entanto, durante uma crise financeira, é preciso haver a maior disposição e integração possível. Nessa hora, cabe aos líderes envolvidos, ou a um time designado (como um comitê de inovação), a tarefa de amenizar atritos, fortalecer alianças e se deixar um clima amigável no escritório.

4. Reconhecimento à inovação

Uma pesquisa de 2015, conduzida pela MindMatters, mostra que o desafio está em vencer um paradoxo. Enquanto 55% dos profissionais entrevistados disseram que suas organizações tratam o capital intelectual como um recurso valioso, só 16% acreditavam que seus empregadores valorizavam seu desenvolvimento profissional como função do negócio.

Além disso, o desencorajamento nas empresas se revelou preocupante: 49% dos profissionais afirmaram que não iriam receber benefício ou reconhecimento algum por contribuírem com novas ideias e trabalhar pela inovação.

5. Interpretação dos dados

Algumas estratégias recomendadas para aumentar a receita da sua empresa envolvem pesquisas e estudos internos. A primeira delas, tendência no mercado, é o estudo de personas e consiste em entender quem são seus clientes e leads (potenciais clientes), como eles agem, como chegaram ao seu produto, quais suas dores e necessidades do dia a dia. Com isso em mente, fica mais simples direcionar argumentos de vendas que conversam melhor com cada persona, e também quais linhas de conteúdo interessam a cada uma.

Uma segunda estratégia são as análises de engajamento, que servem para determinar desde o que torna um lead qualificado até o tipo de comportamento comum entre seus clientes mais engajados. Identificado isso, será possível saber áreas do seu produto ou serviço que merecem mais atenção, que precisam se tornar mais compreensíveis ou mais bem comunicadas. Em suma, aumentar as chances de seus clientes gostarem e decidirem pela sua marca, em detrimento de todas as outras.

 

Fonte: Runrun

 

3 Dicas que vão otimizar a Gestão da Presença Digital da sua Empresa

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É inegável a importância dos canais digitais para qualquer tipo de negócio hoje em dia. Mas, se a sua empresa já possui presença digital você deve saber muito bem que estar bem posicionado na Internet para poder gerar resultados efetivos não é tarefa fácil. Assim como qualquer estratégia de marketing que façamos, gerenciar a presença digital de uma empresa requer tempo, dedicação, investimento e objetivos concisos.
Uma das maiores dores que percebo em empreendedores e gestores – por meio de conversas com clientes e com o mercado – quando o assunto é marketing digital, é encontrar soluções que permitam que eles ou a equipe responsável possam automatizar mais os processos que envolvem a gestão da presença digital de suas empresas.
Nestes 10 anos que trabalho com marketing e Internet, estou sempre em busca de ferramentas online e soluções que vão otimizar a gestão da presença digital de meus clientes e de formas de eles possuírem mais resultados, com menor tempo e investimento possível. E eu tenho uma boa notícia: existem muitas ferramentas que são capazes de auxiliar você ou sua equipe. Mas, antes de te contar sobre 3 ferramentas que eu mais uso, vou compartilhar 3 dicas que vão te ajudar a otimizar a sua gestão de presença digital:
1) Planejamento e Objetivos
Quais são os canais digitais em que a sua empresa está presente hoje? Quais deles você realmente tem o comprometimento de atualização e objetivos definidos do porquê você está fazendo isso?
Muitas empresas acabam se perdendo nos diversos canais que criam (redes sociais, blog, site, listas de e-mails… a lista é enorme) e como um dos recursos mais escassos nas empresas, principalmente nos pequenos negócios, é o tempo, falta este precioso bem para gerenciar tudo que você planejou.
Por isso, é preciso definir exatamente quais são os canais mais estratégicos para o seu negócio hoje e os seus objetivos com isso. Um dos maiores problemas que presenciei (e ainda presencio) que impedem os negócios de encontrarem seus próprios caminhos de resultado na Internet é a falta de um objetivo claro. Não dedique nem um segundo do seu tempo ou um centavo da sua empresa sem antes estabelecer qual é realmente seu OBJETIVO de estar na Internet e o que você quer atingir com esta ação:
Você quer vender pela Internet?
Você quer ter presença de marca pela Internet?
Você quer se relacionar com seus consumidores?
Você quer aumentar sua autoridade através da Internet?
Você quer conseguir mais clientes para seu negócio?
Você quer rejuvenescer sua marca estando presente em redes sociais para o público jovem?
Os objetivos são inúmeros e podem ser uma combinação do que deseja para você e como a Internet pode ajudar a chegar nestes objetivos. Depois de definidos os objetivos é hora de traçar uma Meta para cada um deles.
Quero alcançar X novos clientes com a Internet em Y meses.
Quero alcançar X seguidores que são realmente meu público-alvo em Y meses, na rede social Z.
Quero que meu e-commerce tenha um faturamento de X reais em Y meses.
Quero envolver um público de X pessoas se relacionando com minha marca através do meu blog.
Agora, você está pronto para planejar a sua presença digital e executar este planejamento rumo à realização de suas metas!
Encare a sua presença nos canais digitais como algo realmente sério. Isso é parte do seu mix de marketing e precisa de estratégia, execução e comprometimento para ter resultados.
2) Organização dos conteúdos dos seus canais
Neste momento você já sabe quais são os canais certos para o seu negócio e a quantidade de conteúdos que você irá ter em cada um deles. Uma dica simples que vai otimizar a gestão do seu tempo é organizar o tema destes conteúdos mensalmente independente se é você, sua equipe ou uma agência quem faz os conteúdos para você.
E, como fazer isso?
No final do mês anterior (sugiro entre os dias 15 e 20), reúna sua equipe para definirem quais vão ser os assuntos, ou seja, as pautas, que vão abordar em todos seus canais online no próximo mês. Antes da reunião, já tenha em mãos quais foram os conteúdos de maior sucesso neste mês corrente e ideias que podem vir dos seus seguidores e clientes.
Após a definição da pauta de todos os dias do próximo mês e de todos os canais, você irá trabalhar a produção dos conteúdos para ter pelo menos uma semana de conteúdos finalizados e agendados. Assim, você não precisa se preocupar se “entrou post hoje” no Facebook, que esqueceu do post do Instagram ou mesmo que não enviou aquele e-mail para a sua lista super importante.
Preferencialmente, opte por ter quinze dias de conteúdos prontos e organizados. Vai por mim, isso economiza muito tempo e otimiza os processos de quem está com a mão na massa. Além disso, te proporciona um maior tempo para avaliar o que está publicando e ter ideias novas para conteúdos adicionais.
3) Use tecnologia para organizar seus arquivos
A tecnologia está aí para te ajudar! Como eu comentei, o que eu sempre busco é encontrar novas ferramentas online que vão ajudar empreendedores a ter mais resultados e uma gestão mais enxuta de seus negócios. Ao gerenciar sua presença digital você pode usar bastante os recursos disponíveis e aplicativos para organizar os arquivos que envolvem toda esta gestão. Isso é muito útil, principalmente quando se tem mais de uma pessoa responsável pelo processo.
No passado, já tive muitos problemas quando o assunto era gerenciar os arquivos que eu e a equipe precisávamos usar. Já teve caso em que tive que fazer uma troca de post no final de semana à noite e o arquivo ter ficado na empresa, causando o maior transtorno. Não passo por isso há muitos anos, porque estou sempre com ferramentas que me auxiliam nesta gestão, mas se este não é o seu caso, comece a se atentar para elas.
Uma das mais importantes para mim hoje, é o Dropbox. Este é um serviço para armazenamento e compartilhamento de arquivos, definido como “computação em nuvem” (“cloud computing”). Ou seja, ele mantém os arquivos salvos na web (em um servidor), o que torna o armazenamento e acesso aos seus arquivos do computador e celular muito mais seguro e prático. É possível começar utilizando a versão gratuita da ferramenta.
Minha sugestão é você criar uma conta para sua empresa e instalar o programa nos computadores de quem trabalha com seu marketing online. Assim, vocês conseguem reunir e organizar os arquivos ali dentro de uma maneira bem fácil e se você precisar de um post às 03h de um sábado, por exemplo, você pode acessar o Dropbox de qualquer lugar que estiver e pronto! Acabaram-se as brigas e acusações para aquela pessoa que deixou de salvar um arquivo importante que deveria. Ah, só lembre sempre a sua equipe de manter as pastas no Dropbox bem organizadas.
E, você? O que faz nesta gestão para economizar tempo?

 

 

*Guest-post produzido por Mariana Veiga, sócia do Sucesso Lab, uma empresa que tem como missão ajudar empresários a terem negócios enxutos através de soluções de marketing e gestão de negócios.

Fonte: Runrun

Os segredos da comunicação eficiente de Jobs e Luther King

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Depois de estudar minuciosamente dois tipos bastante distintos de discurso, o de Steve Jobs, no lançamento do iPhone em 2007, e o de Martin Luther King Jr., pela igualdade de direitos e o fim do racismo em 1963, a designer Nancy Duarte chegou a alguns insights. Ela entendeu por que ambos são exemplos do mais alto nível de comunicação eficiente e compartilhou seus aprendizados numa inspiradora apresentação no TED. Além dela, o Lead Designer do TED, Aaron Weyenberg, e também o coach “especialista em Jobs” Carmine Gallo têm conselhos a oferecer. E o que fizemos foi selecionar os principais de cada um. Assim, não tem erro: da próxima vez que você tiver de fazer uma apresentação, lembre-se deste post e dê um show!

Estratégias de Steve Jobs

1. Expresse como você se sente
Jobs estava apaixonado por seu novo produto e demonstrava isso. “Não é incrível?”, “Veja como isso é lindo”. Ao dizer isso, sorrindo, Jobs estava estimulando as pessoas a se sentirem como ele. “E afinal, se você não se entusiasma com o que apresenta, quem mais irá?”, sugere Gallo. Portanto, para ter uma comunicação eficiente, não pense que precisa inibir seus sentimentos. Em vez disso, diga como se sente e ganhe empatia de quem te assiste.

2. Conte uma história
“Em 1984, a Apple apresentou o primeiro Macintosh. Isso não transformou só a Apple. Transformou a indústria de computadores inteira. Em 2001, lançamos o primeiro iPod. E não mudou só a maneira como ouvimos música. Mudou toda a indústria da música”. Este foi o relato de Jobs, mas no seu caso, pode ser a história de um cliente ou mesmo um depoimento seu do que antecedeu a apresentação.

3. Apresente um vilão e um herói
Jobs introduziu um problema (o vilão): “Os telefones atuais não são tão inteligentes nem tão fáceis de usar. São bem complicados na verdade. Queremos criar um produto muito mais inteligente do que qualquer outro”. Em seguida, ele convoca a solução (o herói): O iPhone e sua interface multi-touch, que “funciona como mágica. Você não precisa de uma caneta stylus. É bem mais preciso do que qualquer display touch já feito”.

Táticas de Luther King

1. Use a repetição para criar ritmo
Você pode pensar que a repetição tornaria uma apresentação enfadonha, mas o efeito no público pode ser o melhor possível, se ela for usada nos momentos certos. Especificamente, no começo das frases. Luther King iniciou sua fala nove vezes dizendo “I have a dream” (Eu tenho um sonho), e três vezes com “We can never be satisfied” (“Não podemos nos contentar”), “With this faith” (“Com essa fé”) e “Let freedom ring” (“Deixe a liberdade cantar”). Foi alternando afirmações entusiasmadas com pausas, que um dos maiores ativistas da História imprimiu ritmo ao seu discurso e marcou a memória de quem lhe assistia tanto naquela época quanto ainda hoje.

2. Recorra a metáforas e expressões visuais
Duarte aponta que, para facilitar o entendimento geral, Luther King construía frases que mais pareciam cenas. Para ilustrar a falsa promessa de prosperidade e a falta de direitos civis dos negros, disse: “Os negros vivem numa ilha solitária de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material”, “Chegou o tempo de sairmos do sombrio e desolado vale da segregação e seguir o caminho ensolarado da justiça racial”.

3. Traga referências culturais conhecidas
Sendo cristão e se referindo a um público em sua maioria cristão, Luther King não relutou em embasar suas mensagens de fé com citações do livro bíblico de Isaías. Da mesma forma, para exaltar seu desejo de liberdade, recorreu à patriótica canção “Mi país, es sobre tí”, de Samuel Smith, emblemática para os negros na época.

Mas havia um segredo em comum…

Mostrar como a situação é e como ela poderia ser. Se você buscava por um ponto de contato entre dois discursos tão brilhantes, mas distintos, saiba que a estrutura discursiva por trás de ambos, e de muitos outros discursos icônicos, é essa. Nancy Duarte explica que o embate entre “o que é” versus“o que poderia ser” é repetido inúmeras vezes ao longo das falas de Jobs e Luther King, justamente porque cria um ritmo poderoso, que mantém todos vidrados, quase como numa montanha-russa emocional.

 

Fonte: Runrun

COMO FAÇO PARA DIVULGAR MEU EVENTO ?

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Hoje para divulgar seu evento é necessário algo completo, por exemplo, um site onde mostre a localização, hotel mais próximo, taxistas, palestrantes, participantes, programação, pagamento e inclusive postagens frequentes sobre o evento nas redes sociais. Nossa Agencia tem assessorado muitas empresas desde a criação do cartaz, identidade visual, crachás, logotipo, comunicação, cobertura do evento, clipe, filmagem, entre outros.
Se você precisar desses serviços, é só entrar em contato! (44) 3045-0542

Você sabe a difereça entre: logo, logotipo, marca e logomarca ?

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Muitas pessoas ainda confundem as denominações logo, logotipo, marca e logomarca. É comum ouvir pessoas leigas dizendo: “Adorei a logomarca da sua loja.” Mas afinal, qual a diferença entre elas? É sobre os conceitos desses termos, ainda tão discutidos, que vamos tratar neste post. Vamos explicar de maneira clara a diferença entre eles para que você não confunda mais esses termos.

Logo e logotipo
Em grego, “logos” significa conceito, significado. Já “typos” significa símbolo ou figura. Assim, logotipo significa símbolo visível de um conceito. Exemplo: se um cliente nos entrega um conceito a ser trabalhado, esse é o logo. A partir desse conceito, criamos um símbolo gráfico, que é o tipo.
Ambas as palavras têm o mesmo significado. Logotipo é uma forma alternativa da palavra logo. Um logotipo é composto pelo símbolo e pela tipografia, que juntos formam o logotipo em si. Explicando de forma mais simples, logotipo é a representação gráfica do nome fantasia de uma empresa em que só são utilizados o símbolo e a tipografia (letras). É um produto gráfico resultante do design e também pode ser definido como a imagem da marca. É a forma de representação do nome de uma empresa com um tipo de letra característico. Exemplos de logotipos são: Google, Sony, Coca-Cola e vários outros. O logotipo pode ser registrado através do registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI. O nome registro de marca gera uma pequena confusão porque na verdade o logotipo é que é registrado e não a marca.
O logotipo é uma parte da marca, que deve aparecer nas peças gráficas feitas pela empresa. Por exemplo, o símbolo de uma empresa não é a marca em si, mas representa o conceito que a empresa deseja associar à sua marca. Exemplos: Apple e Nike.
Marca
Já a marca é representada graficamente pela logo e pela identidade visual. Compreende o símbolo, o logotipo, as emoções e as cores. É o elemento principal da identidade visual da empresa, é através dela que a empresa será identificada em qualquer lugar, independente do conceito gráfico em que está inserida. De um ponto de vista geral, a marca pode ser conceituada como a conexão entre uma empresa, sua missão, valores, visão e consumidores.
Segundo o autor e professor Philip Kotler, conhecido como o “pai do Marketing moderno”, a marca tem até 6 níveis de significados, que são: benefícios, atributos, valores, personalidade, cultura e usuário.
Logomarca
É uma palavra praticamente inexistente no vocabulário dos profissionais do mercado publicitário, mas é usada por clientes que a confundem com a palavra logotipo. Muitos a consideram um neologismo, ou seja, uma palavra que foi inventada, abrasileirada, para a representação de uma nova forma de logotipo.
O termo é formado pela união de duas palavras: logo + marca. “Logos” vem do grego e significa significado, conceito. Marca origina-se da palavra germânica “marka” e tem o mesmo significado do termo “logo” Sendo assim, logomarca significaria “significado do significado”, o que não faz sentido.
Entendendo melhor cada uma dessas figuras facilita o processo de construção das mesmas. É preciso entender que, muito além de produzir belos designs, estes precisam possuir conteúdo e relação com a empresa e/ou produto que representam.
Sua marca é o cartão de visitas da sua empresa, já pensou em repaginá-la para atrair mais clientes? Fale com a gente e faça como uma infinidade de clientes satisfeitos, que optaram por escolher a Agência Camargo para criar sua marca.

 

Fonte: Majestade

Existe diferença entre marketing, marketing digital e comunicação?

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Entre as boas e intermináveis conversas, ocasionalmente, aparece a palavra mágica “marketing”. E aí, a imaginação solta o verbo e todos tentam conceituar essa área que, para muitos, é vista como encantadora. E o que surge? “Marketing é propaganda”, “fazer marketing é estar nas redes sociais”, “marketing e comunicação são sinônimos”. A lista de palpites aumenta, as risadas também; os equívocos aparecem e, logo, tudo parece ficar bem.

Esses conceitos incompletos escondem o verdadeiro papel do marketing e da comunicação para o bem-estar dos negócios. Ambos caminham juntos, de mãos dadas. Cada qual com a sua função. E nessa jornada, quando a rota é traçada corretamente, minimizam as incertezas e os negócios se aproximam do sucesso.

Segundo Philip Kotler, um dos gurus na área, marketing “é o processo de planejar e executar a definição do preço, promoção e distribuição de bens e serviços com o intuito de criar trocas que atendam metas”. Vamos traduzir. Mentalize uma cadeira ou observe alguma próximo à você. Ela provavelmente tem a base onde sentamos, com inúmeras formas, assim como as empresas. Junto ao assento, normalmente, quatro pernas a sustentam. E a relação disso com o marketing?

Sua função é identificar oportunidades lucrativas para o negócio. Fazendo uma analogia, as pernas são as quatro estratégias do marketing que fornecem equilíbrio e força para alcançar os objetivos, organizadas em: produto (atributos, benefícios, funcionalidades), preço (estratégias de precificação, formas de pagamento, descontos), praça (canais de venda/distribuição, cidades de atuação, lojas offline ou online) e o que está faltando? A promoção! E não confunda-a com o desconto. Ela refere-se às formas de promover, ou seja, a comunicação. Para isso, existem as mídias eletrônicas (televisão, cinema, rádio e telefone), impressas (jornais, revistas e outdoor) e digitais (websites, redes sociais, e-mail e SMS).

Até aqui, já sabemos que o marketing é composto por quatro estratégias essenciais e a comunicação ou divulgação – termo mais popular – é apenas uma delas, assim, não são sinônimos. E onde entra o marketing digital? Ele utiliza a mídia digital para comunicar e comercializar produtos e serviços. Sua capacidade de medir tudo indica quais estratégias e canais online geram negócios, otimizando os resultados. Além desse benefício exclusivo, o digital possibilita ampla exposição da marca com menor investimento.

E se uma empresa manter presença constante nos meios eletrônicos, impressos e digitais? Ela estará comunicando seus produtos e serviços de forma integrada! Assim, potencializa mais e mais negócios, pois, alcança novos consumidores, impacta uma mesma pessoa em diferentes mídias e isto gera mais lembrança.

Agora, acomode-se bem em uma cadeira. Identifique oportunidades, trace uma rota e lucre com elas. As quatro estratégias – o marketing – serão sua bússola nessa jornada para a vitória.

E #ficaadica: uma agência especializada deixará o caminho mais curto e menos turbulento.

 

Fonte: Administradores

Minha empresa precisa estar nas redes sociais?

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Em um mercado altamente competitivo e com inúmeras tendências, a necessidade da empresa ter uma rede social não se torna uma diferença, mas uma obrigatoriedade. Hoje, as marcas priorizam estabelecer um relacionamento com seus clientes e nas redes sociais elas encontram a forma mais fácil de conquistar esse resultado.

Nas redes sociais, as empresas encontram pessoas de todas as etnias, crenças, profissões, ideais e objetivos. Por exemplo, o Facebook tem um bilhão de pessoas cadastradas, já o Linkedin está na casa dos quatrocentos milhões de usuários inscritos. Desta forma, nas redes sociais as empresas ficam mais perto de seus clientes.

O relacionamento da marca com seu público pelas redes sociais é visto com bons olhos pelos clientes. Através desses canais é possível saber o que as empresas estão fazendo, em que estão pensando e o que querem. Mas a atenção é primordial, pois os concorrentes também estão presentes nas redes sociais. Por isso, o foco principal de uma empresa nas redes sociais é de estreitar o relacionamento com os clientes já conquistados e conquistar nossos seguidores através de prospecção e eventuais anúncios.

A informação trafega de forma dinâmica pelas redes sociais e isso ajuda a fortalecer a relação entre empresa e cliente. Mas lembre-se: existem pessoas que não estão presentes nas redes sociais. Também é importante salientar que não basta criar uma fanpage empresarial e ficar postando mensagens motivacionais. Antes de tudo, determine seu público-alvo, crie uma estratégia coerente e monte um planejamento com todos os passos que serão dados na rede social.

Outra informação relevante é não achar que a rede social é um canal para se conseguir a venda direta de produtos e serviços. Como dito acima, o maior intuito deste tipo de mídia é criar um relacionamento de longo prazo com a sua marca.

É sempre importante estar informado. Por isso, busque inovar, pesquise o que as outras empresas estão fazendo e encontre pessoas com experiência nas redes. A evolução no mundo digital é muito rápida, então não basta estar só presente.

 

Fonte: Majestade Propaganda

Vencer a crise é uma questão de estratégia

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Acordamos, tomamos café e logo somos bombardeados pelos fins dos tempos. Olhamos as redes sociais infestadas por uma indignação universal. Nosso dia segue entre centelhas de otimismo e desastres sociais.

Sejamos pragmáticos, qual é o ganho de incorporar todo esse “pessimismo ou realidade”?

Até certo ponto, o otimismo exacerbado nos impede de enxergar algumas oportunidades importantes. Principalmente quando a nossa vida é invadida pela arte e parece que vivemos constantemente em um episódio de House of Cards.

Crises são ótimas oportunidades para quem pensa grande e não tem medo de inovar.

Nesses cenários os Pequenos e Médios Empresários saem ganhando. Pequenos e com uma bela ideia na cabeça, não precisam de tanto para inovar e criar. Com a internet, de qualquer lugar é possível criar um negócio, investir em algo e segmentar a comunicação. Além disso, a geração de valor em cima de um produto é certeira, porque o feedback do cliente é bem mais rápido. Com isso, o PME ganha força para realizar seus sonhos, colocar em prática seus projetos e acima de tudo não deixar que a crise anunciada prejudique a qualidade de vida nem dele, nem dos familiares.

As empresas são organismos vivos dentro de um mercado em movimento, sendo assim, o PME precisa entender e conhecer o cliente e nada melhor do que a internet para isso. Com o feedback rápido, o empresário poderá saber no que está pecando, se estiver. Poderá saber como melhorar e acima de tudo fará todas as mudanças necessárias.

Nestr âmbito, inovação é a palavra de ordem. A empresa que não tem um processo contínuo de inovação terá um tempo de vida curto. Entenda-se por inovação todo o conceito baseado no que o cliente precisa. Entenda-se por inovação a comunicação utilizada para oferecer o produto. Entenda-se por inovação, a associação das velhas definições de marketings (como os 4 P’s, por exemplo) com as novidades que chegam a cada dia. Entenda-se por inovação, a simplicidade no trato direto com o cliente e prospect e por fim, entenda-se por inovação a transformação de um cliente em um divulgador da marca que compartilhará qualquer serviço ou produto de maneira eficaz, caso goste do que fora apresentado.

Todos esses pontos, corroboram que apesar da crise, ainda temos muitas oportunidades. Basta querer empreender, basta querer arriscar. O medo só nos afasta dos nossos sonhos.

Abaixo, apresento algumas dicas, para quem quer ser um bom empreendedor e conseguir passar bem pela crise:

Assuma as responsabilidades do seu negócio. Grande parte dos empreendedores reclamam da sua empresa e dos seus funcionários como se fossem o cliente.

Tenha um objetivo e uma visão clara. Compartilhe, de maneira equivalente, com todos os seus funcionários, para que eles possam vestir a camisa.

Seja um líder, seja um exemplo na prática, desenvolva a habilidade do feedback.

Assuma riscos, desenvolva pessoas, treine, treine, e depois treine.

Contrate devagar e demita rapidamente.

Pessoas sem comprometimento demita. Sem habilidade e comprometimento demita o mais rápido possível.

Tenha um ritual pela manhã, acorde cedo, pratique exercícios, isso ajudará a ter clareza de pensamentos.

Planeje sua semana seguinte no domingo, revise as tarefas do dia posterior na noite anterior.

Não comece o seu dia pelos e-mails. Comece o seu dias pelos seus principais objetivos que você quer alcançar no seu dia.

Passos para ganhar dinheiro com habilidades organizacionais:

1) Conheça os seus números

  • Financeiros
  • Operacionais
  • Processos – Entenda o que são processos. Eles darão conformidade para o seu negócio.

2) Cultura de Performance

  • Desenvolva líderes
  • Crie times
  • Tenha metas claras e definidas

3) Marketing

  • Conheça o mercado
  • Saiba qual e o seu posicionamento ou valor. Caso não saiba, defina.
  • Produto
  • Conheça antigas e novas estratégias de marketing
  • Comunique-se com o seu cliente.

4) Estratégia

  • Planeje seus movimentos. Em que lugar você vai querer estar em 5 anos. Escreva, envolva os líderes, faça seu planejamento a aja.
  • Tenha um processo de inovação contínuo.
  • Desenvolva processos de tomadas de decisões e estratégias.
  • Recursos são limitados. Entenda o que é prioridade.

Vamos sair da nossa zona de conforto, nós precisamos e nosso país também.

As oportunidades estão ai. Basta estarmos abertos, o que não falta são serviços ruins, empresas soberbas, lentas e ineficientes. Vá pegue o seu espaço e torne-se um grande e faça essa jornada valer a pena.

Crises são cíclicas vem e vão.

 

Fonte: Administradores

Aplicativo ou site responsivo?

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O mercado brasileiro de smartphones e dispositivos móveis é um dos que ainda tem motivos para comemorar, com as vendas em alta nos últimos tempos e com boas perspectivas para o futuro. Nos dois últimos anos, o Brasil registrou cerca de 101,5 milhões de smartphones comercializados, segundo levantamento do IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q4.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), entre o final de 2014 e início de 2015, o celular já era o segundo aparelho mais presente nos lares brasileiros, estando em 92% deles, atrás apenas das TVs; e 81,5 milhões de brasileiros já acessavam a internet pelo celular. Tais fatores têm forçado empresas a entenderem melhor o potencial do “Mobile Commerce” e trazem boas expectativas para o setor, com uma projeção de representar, em 2016, cerca de 18,5% do faturamento do comércio eletrônico.

Mesmo com dados positivos para o mercado, a maior parte das empresas ainda está se adaptando, pensando e pesquisando qual a melhor aposta para a atuação no ambiente mobile: Investir na criação de um app mobile ou implementar a responsividade em seus sites? É importante ressaltar que, independente das dicas listadas neste artigo, você precisa definir quais tipos de resultados você almeja alcançar com a estratégia mobile da sua empresa.

Além de fazer com que o usuário se sinta no mesmo ambiente em que fez compras tanto no online como no físico, é importante pensar em como será a integração operacional entre os diversos canais. O ideal é que todas as frentes possam ser administradas simultaneamente, desde o estoque até o envio dos produtos. Caso contrário, corre-se o risco de perder o controle dos processos ou aumentar os custos de equipe e infraestrutura.

Para traçar os primeiros passos, é importante entender as diferenças de cada um. Site responsivo é quando há um layout que se adequa ao formato de um tablet ou smartphone. Já o aplicativo mobile é construído sobre uma plataforma desenvolvida especialmente para ser baixada em smartphones, exigindo sua instalação. Em ambos os casos, as lojas adaptadas a dispositivos móveis costumam ter melhores resultados até mesmo nas ferramentas de busca.

Seja qual for a sua escolha, algumas coisas são essenciais nessa adaptação:

  • Layout Intuitivo;
  • Ferramentas de pesquisas rápidas e eficientes;
  • Formulários rápidos para efetivar a compra.

Então, quais as vantagens e desvantagens de cada estratégia de abordagem mobile?

Aplicativo

Investimento: O custo pode ser um pouco mais elevado, devido à necessidade de desenvolvimento de interfaces sofisticadas, capacidades extras para proporcionar uma experiência adequada ao contexto do aparelho onde será instalado e grande volume de testes. Envolve também atualizações frequentes e relacionadas a diversos sistemas operacionais, que são feitas em paralelo à versão desktop.

Experiência: É possível rodar offline – além disso, as funcionalidades adicionais proporcionadas pela proximidade e alcance do consumidor a qualquer momento são oportunidades únicas para fidelizar o consumidor. Porém, há necessidade do download e instalação pelo consumidor.

Site responsivo

Investimento: Além de exigir menos recursos, os custos podem ser diluídos no desenvolvimento da versão para desktops, pois a construção é correlata.

Manutenção mais simples: Pode ser feita de maneira integrada, englobando diversos dispositivos e plataformas simultaneamente.

Experiência: Os recursos de interação ficam limitados às funcionalidades do browser e precisa de conexão constante à internet.

Caso você opte por criar um aplicativo, pense nele como um usuário: você deixaria instalado em seu smartphone ou quando precisasse de mais espaço seria o primeiro aplicativo que apagaria? O que o torna diferente? O site responsivo é necessário para o seu projeto ou talvez desempenho e performance são os fatores que realmente fazem a diferença?

Acredito que o melhor ponto de partida seja definir o orçamento e então analisar o que fará a diferença para o seu público e suas vendas.

* Marina Alvarez Duarte é coordenadora de usabilidade e design da Rakuten

Fonte: Proxxima

 

A importância da Identidade Visual para bombar seu negócio

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Você reconhece a importância da identidade visual da sua empresa? A identidade da empresa é tudo que representa a sua marca ou corporação. Isso vai desde a produção do logotipo até a criação de propagandas e sites. Por isso, é necessário ter muito cuidado na hora da criação da identidade visual da empresa e de cada um desses itens, afinal, você quer que a primeira impressão que a pessoa tenha a ter contato com sua marca seja a melhor possível. Por isso, separamos aqui uma série de tópicos sobre a importância da identidade visual de uma empresa e sua criação. Aproveite!

Criação de identidade visual e logotipo

O logotipo é um verdadeiro símbolo da empresa e transmite a sua personalidade. Nela, estão embutidos valores e conceitos. É por isso que para que um logotipo seja criado com perfeição, o profissional precisa conhecer a cultura da empresa, qual imagem ela quer passar, qual a identidade da empresa, seu público-alvo, o seu posicionamento no mercado e sua missão, só assim a criação da identidade visual poderá ser feita. É válido lembrar que o logotipo de uma empresa é algo duradouro e será a primeira ligação entre a marca e o consumidor. Por isso, deve ser bem trabalhada para que ela realmente consiga ser a identidade visual da sua empresa. Por isso, ela precisa ser ao mesmo tempo em que criativa, significativa, ao mesmo tem que bonita, expressiva. Para que isso seja possível e bem feito, a primeira coisa é criar o manual de identidade visual. Com ele, toda importância da identidade visual ficará bem clara para todos, pois é nele, que todos os itens necessários serão colocados, anotados e normatizados, para que a identidade visual da sua empresa possa ser criada.

Importância de uma identidade visual de qualidade profissional

Destaque: uma identidade da empresa bem feita faz com que ela se destaque dentre as demais. Passe credibilidade e atraia os consumidores. Além disso, quando bem feita e com traços marcantes, a identidade visual evita que o consumidor confunda a sua marca com as demais do mesmo ramo.
Profissionalismo: um material de qualidade passa profissionalismo ás pessoas, o que gera interesse e confiabilidade.
Cor: a cor precisa ser bem escolhida, pois é através dela que o consumidor associa o seu produto. Um exemplo clássico: quando a qualquer um vê uma garrafa com uma silhueta vermelha já lembra da Coca-Cola, não é? O mesmo podemos falar de um M amarelo que também lembra de uma marca famosa de fast food. Além disso, a cor ajuda a padronizar franquias. Por exemplo, uma loja física vermelha já faz com que o consumidor lembre-se das rede de lojas Americanas.

Quais são as vantagens de ter uma boa identidade visual na empresa? Empresas que trabalham estes aspectos são facilmente lembradas pelos consumidores na hora da compra. Não é coincidência que grandes empresas investem orçamento pesado nesse setor, afinal eles já experimentam colher os “louros” dessa estratégia. Nunca é tarde para começar a investir na identidade visual da sua empresa. Entretanto, os resultados de investir na aplicação da sua marca não vem da noite para o dia, mas sim, de uma prática constante que deve ser diariamente encorajada no meio profissional. Por isso, é interessante investir em um setor voltado para essas práticas. Faça experimentos, reinvente sempre, busque boas referências e inspirações. Essa área está em constante mutação e deve ser acompanhada de perto. Faça pesquisas, principalmente do seu público alvo, eles têm informações valiosas e certamente te ajudarão. A importância da identidade visual da empresa fica cada dia mais evidente. Afinal, é a identidade da empresa ajuda a disseminar a cultura do seu negócio, faz ele ganhar força e atrai mais clientes. E não pense que um ou outro seguimento não se enquadram nas empresas que precisam dessa ferramenta, todo o seguimento pode e deve investir numa identidade visual bem consolidada.

Fonte: Majestade

Fotógrafos em Paranavaí

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A Agência Camargo representada pelo CEO Andreoni Camargo e Mikael Alexandre, a convite do amigo e cliente Eliseu do Flash Total, marcou presença no segundo encontro de fotógrafos em Paranavaí. O evento aconteceu no dia 04 de abril no Shelton Palace Hotel, com a participação de vários fotógrafos da cidade. O bate-papo foi direcionado pelo fotógrafo André Mansano e sua esposa Diésica Mansano.

NOVO MARKETING

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O marketing e a publicidade passaram por uma transição enorme. Hoje é possível encontrar diversas formas e veículos capazes de divulgar o cliente além daquelas tradicionais como jornal, revista, rádio e televisão. Confira!

O Mundo do Marketing Digital. Como fazer parte dele?

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A Internet chegou há mais de 20 anos para revolucionar o mundo até chegar onde estamos hoje, desde o começo dos domínios na web, alguns empresários já tinham a consciência de como esse novo meio de comunicação poderia favorecer suas empresas, e isso só foi crescendo ao passar dos anos. Quanto mais casas recebiam a internet, mais empresas investiam nesse tipo de negócio. Com a popularização de sites de busca como o Google, o Marketing digital se fortaleceu e ajudou empresas aumentar suas vendas. Para algumas empresas o marketing digital já é uma realidade, faz parte do seu dia a dia, mas para outros, ainda é um mistério. Com novidades aparecendo diariamente, novas tendências, ferramentas, este mercado está em frenética expansão e tudo isso pode parecer muita informação e muito confuso para o Pequeno e Médio empresário que já tem o seu negócio para tocar:
Onde devo postar meu conteúdo?
Que tipos de conteúdo produzir?
Como fazer para ter uma presença online melhor?
Como vender mais anunciando na internet?
Como estar bem posicionado na internet?
Quanto isso vai me custar?
Como essa mecânica funciona?
Esses são só alguns dos questionamentos que o empresário local tem diariamente. Mas tudo começa com três estratégias básicas: Presença, Propaganda e Retenção. Vamos agora fazer uma breve apresentação sobre esses três pontos:
Presença: É de suma importância sua empresa se fazer presente na web, você tem que ser visto, tem que chamar a atenção de quem procura os seus produtos/serviços, pois a diferença entre o cliente fechar um negócio com você ou seu concorrente é a facilidade de achar o que ele procura na internet. Como já dizia a famosa frase: Para ser lembrando é preciso ser visto! Você sabe como marcar presença e ser achado na internet? Simples, o principal passo é ter um site na internet, ele é a sua cara, sua marca online, e com buscadores online, como o Google, e quem não aparece na primeira página de um buscador provavelmente está perdendo dinheiro para outro concorrente. Então, fique atento!
Propaganda: como você divulga sua empresa? Televisão? Radio? Jornal? As mídias tradicionais têm um custo muito alto e um retorno difícil de mensurar, eles atingem um público de massa difícil de ser segmentado. Se você quiser anunciar para um público específico será muito complicado, deixando assim sua campanha muito cara e com um retorno que pode não ser compatível com o investimento feito. Você sabia que os custos de anúncios de banners online (displays) e de buscas (links patrocinados) custam muito menos do que em relação às mídias tradicionais e conseguem ter um retorno muito maior? Quer saber como? Os serviços disponíveis em ferramentas de marketing da web atingem apenas o perfil de consumidor que você quer atingir e aquele que está buscando especificamente pelos seus produtos/serviços, em outras palavras: A propaganda online faz com que você divulgue sua empresa aos seus potenciais clientes.
Retenção: A internet também te proporciona à oportunidade de entender seu cliente, ela te oferece dados concretos como: saber onde ele busca e navega, como e quando ele compra, porque ele compra e muito mais. Sabendo dessas estatísticas, você consegue fazer uma leitura exata do perfil do seu cliente e assim realizar ações que façam aquele cliente que comprou apenas uma vez em sua loja voltar uma, duas, três vezes, e te dá ainda a possibilidade de criar promoções de acordo com o perfil elaborado, planos de fidelização, entre outros benefícios.

Fonte: ReachLocal

*Por trás dos pilares acima descritos, existem muitos outros componentes que fazem com que o Marketing Online entregue um serviço eficaz para você e com o melhor custo x benefício dentre todas as mídias. A Agência Camargo tem o objetivo de ajudar empresas como a sua a se destacar na web e fornecer soluções que possam quebrar essa barreira.

Como ficar na mira do Google

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Não existe uma fórmula mágica para que isso aconteça. É necessário muito trabalho, pesquisa e planejamento. Primeiramente seria ótimo a contratação de uma empresa especializada em SEO. Ela fará uma avaliação de sua empresa e o que será necessário para iniciar os trabalhos.

Segundo, seria bom ter conteúdo no seu site e quando digo conteúdo são aqueles textos bons sobre sua empresa ou seu produto, com algo que seu possível cliente gostaria de ler, muitas vezes as pessoas não se interessam pela parte institucional, mas sim saber como que o seu negócio pode melhorar a vida dela. Com isso já aumentará o tráfego de usuários no seu site. O conteúdo é uma forma de chamar atenção de forma relevante.

Algumas técnicas podem ajudar bastante para o posicionamento do seu site. Pense em um site com erros de português, pensou? Ótimo, agora esqueça-o. Seu site precisa estar sempre escrito corretamente e o layout precisa ser de fácil compreensão, pois quanto mais fácil, mais o usuário irá ficar navegando e poderá compartilhar, gerando tráfego você.

Em um projeto de SEO será questionado quais as palavras-chave que são utilizadas e por quê, será feito uma busca de todas as palavras que poderão ser utilizadas para melhorar cada vez mais a audiência do site.

Para gerar mais força ao trabalho elaborado de SEO, também pode ser feito link building, que é um esforço realizado para a construção da relevância do seu site de acordo com o segmento de atuação, principalmente com publicação de textos elaborados especificamente para os sites relevantes ao seu tema. Nessa parte da operação serão adquiridos links que podem também levar os tráfegos por referência, colocando o seu negócio em evidência.

Tudo o que você produz é para os seus clientes. Por isso, quanto mais agrada-los melhor para sua empresa. Nunca deixe de responder alguma pergunta, mesmo que seja negativa. Ser uma empresa que possui credibilidade é ótimo para o Google, eles veem como uma forma de atenção ao usuário e com isso é relevante para eles.

Resumindo, essas são algumas das ações simples e necessárias para que aos poucos você ganhe o seu espaço para os robôs dos buscadores e consiga aos poucos conquistar o lugar almejado para termos relevantes ao seu negócio. Mas lembre-se, não existe nada que possa garantir a primeira posição nos buscadores, pois o Google pode, muitas vezes, entender que outro é mais relevante para o usuário do que os demais sites, sendo que esse motivo do buscador pode ser dos mais variados possível.

Existem diversos caminhos que podemos tomar para construir a marca nos buscadores, para isso, em todo início de operação é realizado um estudo de quais ações são importante para que o seu site consiga estar presença e em destaque no desempenho do seu site.

Como conseguir um bom posicionamento

Depois de tudo o que falei chegamos à conclusão que para conseguir um posicionamento bom no Google é necessário muito trabalho, conteúdo de qualidade, navegabilidade e parcerias com sites que não apenas falem bem da sua empresa, mas que possa contribuir para a credibilidade do site ou do produto.

 

Fonte> Agência St

O que vale mais, a ideia ou a execução?

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A indústria da propaganda sempre cultuou a grande ideia, a solução criativa para o problema das marcas, a grande sacada capaz de revolucionar uma empresa, fazendo hordas de consumidores se apaixonarem por uma marca e comprarem seus produtos ou serviços loucamente, como prova de seu amor incondicional. Mas será que o valor da ideia é mesmo tão grande assim?

Não há dúvida de que em determinados pontos da história um insight, a criatividade para sair de uma situação, foram determinantes para o futuro de povos e países. Stefan Zweig conta isso em seu livro Momentos Decisivos da Humanidade (Sternstunden der Menschheit). Mas na maior parte do tempo, o que determina o curso da história, das nações, das sociedades e da nossa individual também, é a maneira como são executadas as tarefas e funções de cada um, a qualidade com que cada parte do sistema opera e a harmonia e fluidez que há entre todas elas.

Uma boa execução passa por uma série de etapas, igualmente importantes:

1. Seleção e gestão de pessoas:
 Encontrar as pessoas certas para cada função dentro de uma organização e conseguir aproveitar o potencial de cada uma da melhor forma possível, fazendo com que conhecimentos e habilidades complementares de fato se complementem e não se choquem é o início de toda boa execução. É muito comum promover pessoas internamente a posições que requerem delas uma habilidade que elas não tem, para premiá-las pela sua performance na posição vigente (ex.: um diretor de criação promovido a gestor da empresa) e com isso não solucionar os problemas atuais, criar novos problemas e ainda desmotivar a pessoa promovida que se sentirá frustrada por não conseguir desempenhar sua nova função tão bem quanto a anterior.

2. Treinamento: Muitos recrutadores de empresa acreditam que seu trabalho termina com a contratação dos novos recursos ou promoção de pessoas internas para novas posições. Uma etapa fundamental destes processos, contudo, é a do treinamento bem aplicado às pessoas em novas funções. Este treinamento requer tempo e atenção relevantes dedicados pelos treinador e deve considerar todo tipo de situação possível a ser vivida no cargo, inclusive falhas e imprevistos. É uma maneira de proteger o colaborador e a empresa do choque da mudança.

3. Avaliação e otimização: As empresas e os negócios são dinâmicos, os mercados evoluem e os clientes mudam toda hora, portanto as empresas do setor da comunicação não podem se dar ao luxo de eternizarem seus processos e suas execuções. Para isso devem ser feitas avaliações internas (colaboradores) e externas (clientes e fornecedores) periodicamente e melhorias devem ser discutidas, avaliadas e implementadas com a frequência que se fizerem necessárias. A máxima “o bom é inimigo do ótimo” não pode valer aqui. O que está bom, sempre pode melhorar e eventualmente significar uma economia importante para a empresa, um ganho de produtividade e, não menos importante, a satisfação dos stakeholders.

4. Processos: Esta é uma palavra que provoca calafrios em muitas pessoas que trabalham com publicidade e diversas vezes é associada à burocracia desnecessária. Processos bem implementados, não excessivos ou redundantes, no entanto, podem salvar organizações de um caos operacional e garantir uma entrega mais harmoniosa e de boa qualidade. Para que assim seja, deve-se sempre escutar todos os lados envolvidos antes de pensar em implementar qualquer processo, avaliar alternativas, verificar se alguma ferramenta pode ajudar, depois desenhar o processo no papel, explica-lo em detalhes a quem deverá implementá-lo e, não menos importante, testá-lo durante um tempo para verificar se na prática ele funciona como previsto.

5. Recompensa e reconhecimento: Em geral, as pessoas trabalham para serem reconhecidas (pelos seus superiores, seus colegas, seus clientes e, por que não, pela sociedade) e para serem justamente recompensadas pela sua dedicação e esforço. O reconhecimento, quando merecido, deve vir tanto de maneira pública (elogios em frente à equipe, agradecimentos escritos, promoções) quanto particular (feedbacks individuais, palavras de motivação no dia a dia). Quanto à recompensa, para que ela seja justa, é importante ter um critério claro, definido e conhecido por todos, que dê oportunidades iguais às pessoas e premie baseada no desempenho.

6. Comemoração dos resultados: Vitória pessoais, assim como de companhia devem ser comemoradas. Essa é uma forma muito efetiva de reconhecimento coletivo e motivação para as pessoas, criando, além disso, um sentimento de pertencimento. Elas não podem ser banalizadas e feitas a toda hora. Uma vez mais, estabelecer um critério é importante e ajuda as pessoas a terem seus objetivos mais claros.

Conseguir executar cada uma destas etapas de forma impecável não é nada fácil. Há diversas dificuldades e adversidades a serem enfrentadas em todas. Foco, atenção, disciplina, resiliência, habilidade, jogo de cintura, inteligência emocional e, sim, criatividade são algumas das características necessárias para uma boa execução.

Agora, quando ela funciona, os resultados aparecem prontamente. Nada resiste a uma boa execução. A ideia sem a execução não vale nada. Ela se perde numa mesa de reunião ou de bar. A execução bem feita, no entanto, a consagra. Ela leva todos os louros. Ninguém lembra quem executou, só quem teve a ideia. A grande ideia ganha a atenção, a execução ganha a fidelidade. Quem sabe o mercado deveria criar uma premiação para a boa execução e assim reconhecer o trabalho de tantos profissionais que garantem a sobrevivência e futuro das empresas de comunicação e que raramente são lembradas ou reconhecidas por isso.

 

Fonte> Proxxima

O que é um site responsivo?

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Com várias plataformas disponíveis para navegar na internet, é cada vez mais necessário adaptar o site. São inúmeros tamanhos e resoluções nas telas de computadores, celulares e tablets. Adequar o conteúdo disponível para que ele seja acessado e lido sem dificuldades, até em telas pequenas, é essencial para atender melhor o seu cliente no meio digital.

É muito importante um site mobile, para facilitar o acesso do usuário em seu site através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Você já sabe que o conteúdo do mobile pode ser diferente da versão web e que deve priorizar as informações mais importantes para o acesso rápido. Agora, vamos ver outra opção para o seu site: o design responsivo.

Quer um exemplo de site responsivo? Diminua o tamanho desta janela do navegador e veja como os elementos se reorganizam. Não importa o tamanho da tela em que você visualiza este site. Todas as informações vão se encaixar para que você não perca nenhum conteúdo.

Essa adaptação simplifica o acesso do leitor, independentemente da plataforma que ele use a tela se ajusta a qualquer resolução. As imagens, textos e botões também são redimensionados e assumem posições estratégicas, sem que você tenha que usar a barra de rolagem ou zoom in e zoom out. Além disso, o site responsivo pode utilizar as ferramentas inteligentes do aparelho, como localização e mudança na orientação do dispositivo (vertical ou horizontal).

Principais benefícios de um site responsivo:

  • Adaptação do layout da página de acordo com a resolução do dispositivo em que está sendo visualizada
  • Imagens redimensionadas automaticamente, para que caibam na tela e sem sobrecarregar a transferência de dados em um celulares, por exemplo
  • Botões e links com tamanhos ajustados para o touch screen

É claro que a base do seu site tem que ser bem feita e com técnicas de SEO e o conteúdo tem que ter qualidade para prender a atenção do usuário. Para isso, veja também algumas dicas do que não fazer no seu site.

Todas essas ações descomplicam – e muito – o seu site e o acesso do cliente, por isso vale investir um pouco mais na hora de fazer os ajustes.

 

Fonte> Agência St

6 ferramentas para facilitar o gerenciamento das redes sociais

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Gerenciar as redes sociais é uma tarefa trabalhosa e requer muita dedicação. Atualizar múltiplas plataformas, publicar conteúdo original, desenvolver um planejamento que gere leads, engajamento e receita não é nada fácil. No entanto, estudos mostram que o social media marketing funciona e já tornou-se uma necessidade comum a qualquer empresa.
Confira algumas dicas de como facilitar o trabalho nas redes sociais:
Escolha suas plataformas 
Não há necessidade de as empresas se manterem ativas em todas as redes sociais. O ideal é selecionar algumas e focar somente nelas. Companhias iniciantes devem estar presentes nas “Big 4”: Facebook, Twitter, Google+ e LinkedIn. Dependendo do público-alvo, as marcas também podem considerar o Pinterest e Instagram. Depois de se consolidar nessas plataformas, é possível investir em outras mais específicas, como Tumblr e StumbleUpon.
Dedique-se às redes sociais
Muitos proprietários de pequenos negócios focam no número de seguidores ou de compartilhamentos. Apenas um em cada três profissionais de marketing afirmam que são capazes de mensurar o ROI das suas atividades nas redes sociais. Primeiramente, a empresa deve definir quais são as suas metas. É importante agendar publicações e apostar em “dias tematizados”, assim a audiência já sabe que tipo de conteúdo esperar de acordo com o dia da semana.
Dedicar apenas 6 horas por semana às redes sociais pode gerar leads. Segundo a pesquisa 2014 Social Media Marketing Industry Report, da Social Media Examiner, mais de 64% dos profissionais de marketing utilizam essa mesma quantidade de tempo . Destes, mais de 84% observaram um crescimento no tráfego devido a essas horas investidas.
Abaixo estão 6 ferramentas para tornar o gerenciamento das redes sociais fácil e simples:

  1. Terceirização
    Às vezes, a empresa não tem tempo, vontade ou energia para gerenciar múltiplos perfis. Em um mundo ideal, deveria haver uma equipe dedicada apenas às redes sociais, mas contratar profissionais para essa tarefa pode ser caro. Para pequenos negócios, uma possível solução é terceirizar.
  2. Agendamento
    Alguma ferramentas populares para agendamento são IFTTT e Buffer. Mas não importa a qualidade do conteúdo se ele for publicado nos momentos errados. Para analisar quais são as melhores horas para postagem, as empresas podem utilizar o Tweriod. Ao acessar a ferramenta com a seu perfil do Twitter, os usuários recebem, via DM, um relatório com base em seus seguidores. A versão gratuita é capaz de analisar até 1 mil seguidores.
  3. Gerenciamento
    Ferramentas como Hootsuite e Sendible funcionam bem para pequenas e médias empresas. No caso de negócios B2B com uma grande quantidade de conteúdo a ser distribuído, a melhor opção é o Oktopost, capaz de monitorar páginas e grupos no LinkedIn também. O foco dessa ferramenta é determinar qual canal gera maior ROI. Ela é integrada ao Marketo e à Salesforce também. A versão teste dura 30 dias e os valores dos planos variam de US$ 9 a US$ 249 mensais para múltiplos usuários.
  4. Curadoria de conteúdo
    A ferramenta Swayydiz o que compartilhar com a audiência no Facebook, Twitter e LinkedIn. Ao compartilhar um conteúdo, é possível visualizar dados de analytics dentro do próprio app (retuítes, menções, seguidores, compartilhamentos, etc). É serviço é gratuito com apenas um dashboard.
  5. Conteúdo visual
    Social evoluiu para visual social. Recentemente, o Twitter apresentou uma atualização que permite imagens maiores. Segundo estudo da Buffer, imagens podem aumentar a taxa de retuítes em 150%. A Compfight é uma ferramenta que realiza a busca por fontes de imagens. Ela permite pesquisar emoções, objetos, conceitos e selecionar uma figura que melhor represente o conteúdo. Além disso, ela fornece um código HTML para dar atribuição ao proprietário.
  6. Reputação online
    Topsy é uma ferramenta de busca em redes sociais que monitora o que está sendo falado sobre a marca. Basta inserir palavras-chave (nome da empresa, concorrentes, nome do proprietário) e o serviço vai procurar links, tuítes, fotos, vídeos e qualquer influenciador que tenha mencionado a companhia. É possível ordenar os resultados por relevância ou data.

Fonte> Proxxima

O Novo Marketing

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Segunda metade do século XVIII, advento da Industrialização. O desenvolvimento de técnicas para produção em massa abria caminho para o esboço do marketing que conhecemos hoje. O foco central era o produto, a transação única, e o objetivo era produzir em larga escala, sem grande diferenciação, como forma de garantir a competitividade. A linha de produção era regida pela batuta do Taylorismo e do Fordismo, segmentação de mercado e pesquisa eram assuntos impensáveis na época e sequer existia a premissa básica do marketing: atender as necessidades do cliente. Simplesmente porque o cliente não era protagonista da história e operava a lógica do cliente servindo ao produto, e não o contrário.

Tecnologias de broadcast como rádio e televisão permitiram a comunicação em tempo real e de maneira massiva, criando um terreno favorável para o embrião do storytelling. O desenvolvimento da tecnologia da informação expandiu o acesso ao conhecimento e permitiu às corporações perceberem que o que diferenciava os clientes uns dos outros eram as suas preferências. Surgia aí o tradicional conceito da segmentação de mercado, sustentado pelo Marketing centrado no relacionamento com o cliente.

Hoje, a nova onda de tecnologia, propulsionada pelas ferramentas sociais, fez nascer o Novo Marketing. Nele, cada cliente é tratado como um único indivíduo em sua totalidade, dotado de corpo, mente, coração e alma. Seus interesses são únicos e não podem ser divididos em segmentos. Aliás, segmentação agora passa a ter menos relação com a tradicional categorização de clientes utilizando fatores estáticos e mais com a identificação de silos de comportamento. Somente vender e repetir a venda pro mesmo cliente não é mais suficiente. O grande trunfo é satisfazer os consumidores através de valores que os preencham em sua plenitude.

De marketing transacional, passando pelo emocional, chegamos ao marketing espiritual. Os consumidores estão se identificando com empresas, produtos e serviços que enderecem problemas da sociedade, e mais do que buscar o melhor produto ou serviço, eles estão à procura de marcas cuja missão, visão e valores façam seus olhos brilharem. Sai de cena a ditadura do TER para dar lugar ao SER, ao FAZER, ao COMPARTILHAR.

Pouco a pouco as empresas estão percebendo que responsabilidade social vai muito além de meia dúzia de práticas de sustentabilidade pregadas no mural do café: ela passou a fazer parte de seus core businesses, a ser parâmetro de engajamento. As marcas estão se humanizando e se tornando mais transparentes. Seus valores estão se tornando sua principal vantagem competitiva. Quem poderia prever que a Microsoft, por meio da Fundação Bill e Melinda Gates, aplicaria mais de US$ 30 bilhões em atividades humanitárias, especialmente contra doenças, em uma ação que pouco fala com a missão tradicional da empresa? Empresas em todo o mundo estão adotando a estrutura de Triple Bottom Line para avaliar suas performances ponderando fatores sociais, ambientais e financeiros, em detrimento do conceito tradicional de lucro, retorno sobre investimento e valor aos acionistas. O antigo conceito dos “Ps” de marketing agora ganhou uma nova roupagem: pessoas, planeta e profit.

Essa é a era do empoderamento do consumidor como indivíduo. Quando uma marca consegue que sua missão seja abraçada pelos consumidores, eles passam a deter o poder sobre ela. Sim, isso significa que as corporações não têm mais 100% de controle sobre suas próprias marcas. Em “Marketing 3.0”, Philip Kotler relembra a história da New Coke, lançada em 1985 e totalmente rejeitada pelos consumidores americanos. O motivo? Nada a ver com o sabor. A Coca-Cola sempre fez parte da cultura popular americana, e os consumidores sentiam uma ligação profunda com a marca. O lançamento enfraqueceu a marca e a mística em torno da fórmula secreta da bebida. Prova disso é que no Canadá, por exemplo, o lançamento foi bem aceito porque até então a Coca-Cola não tinha status de ícone naquele país. Quando uma marca traz transformação, os clientes a aceitarão como parte de suas rotinas. Isso é o Novo Marketing.

Sob o aspecto competitivo, a palavra de ordem é disrupção. A competição do passado baseava-se na capacidade de fabricar produtos e prestar serviços melhores ou mais baratos. Para defender-se, bastava melhorar a qualidade, produzir em larga escala para ganhar em preço, diversificar a cadeia de distribuição ou incrementar as ações de promoção. Hoje a competição é invisível e marginal. A maior ameaça são competidores que ainda não são nem classificados como competidores. As fronteiras entre as indústrias estão se esvaindo, e companhias de um setor estão aplicando seu expertise em outros e redefinindo as verticais em que sempre foram classificadas. Executivos de todo o mundo entrevistados pela IBM indicam que a convergência de indústrias é a tendência que mais deve impactar seus negócios nos próximos 3 a 5 anos. Nesse cenário, a empresa míope continuará enxergando os competidores tradicionais. A consagrada será capaz de enxergar muitos e muitos palmos à frente do nariz.

Vivemos o império da colaboração, onde a credibilidade é a moeda mais valiosa. Assistimos no passado à cultura do “Um para muitos”, passamos pelos relacionamentos “Um para um” e chegamos às relações de “Todos para todos”, em que o processo de criação e melhoria de produtos opera de maneira colaborativa entre usuários, clientes, empresa e comunidade. A nova onda tecnológica, impulsionada pela democratização da internet e seu acesso anytime anywhere, pelos aparatos tecnológicos móveis e pelo modelo open source facilita a expressão, a colaboração entre os indivíduos e a formação de comunidades com interesses em comum. A mesma tecnologia que inicialmente isolou os indivíduos hoje é o aglutinador das multidões. As pessoas estão usando o online para se encontrarem no off-line e decidir sobre a próxima grande estratégia das corporações.

A pesquisa realizada pela IBM mostrou que mais da metade dos executivos entrevistados em todo o mundo está buscando fontes de inovação externas à empresa para ter acesso a inovação. Estes visionários já entenderam que a descentralização na tomada de decisão é um caminho sem volta, e que a hierarquia tradicional não é apropriada quando o valor está justamente no ecossistema.

Na era digital, pano de fundo do Novo Marketing, qualquer indivíduo é uma mídia em potencial, e as redes sociais são os amplificadores desta orquestra de vozes. Instantaneamente, milhões de indivíduos comuns se transformam em milhões de repórteres, críticos, fotógrafos, especialistas em política, em gastronomia. Mais do que aguardar pelo conteúdo, o consumidor tornou-se produtor do conteúdo. E é por isso que as relações horizontais estão mais fortes, e que a confiança entre consumidores se tornou mais poderosa do que qualquer argumento de vendas por parte das empresas. Como bem cita Gil Giardelli em “Você é o que você compartilha”, os mercados são feitos de sussurros, as pessoas estão próximas, vender passou a ser uma conversa a dois em uma mesa.

Fonte: Proxxima> Vanessa Pugliese é gerente de marketing da IBM

Você sabe a importância do Marketing para sua empresa?

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Muitos empreendedores, iniciam suas empresas, preocupados com a criação do tipo de negócio. Cuidam da contabilidade, gerenciam funcionários, atendem clientes, mas esquecem do principal, o marketing.

Para muitos empreendedores, o marketing não costuma ser considerado importante. E esse é o maior problema quando vivemos em um mundo globalizado e temos cada vez mais que lidar com concorrentes extremamente estratégicos e ávidos para roubar seu mercado.

O marketing de um modo geral, não é apenas a criação de um comercial para vender um produto, como muitos acreditam. O marketing é parte importante para gerenciar a comunicação interna da empresa, criar ações para melhorar a satisfação dos clientes, cuidar da imagem da empresa/marca em canais para garantir uma boa reputação para evitar perder novos clientes, e principalmente é através do marketing que são definidas as ações para gerar novas vendas, leads ou contratos de uma empresa.

É através do marketing, que ações estratégicas são criadas para manter o fluxo de receita da empresa de forma sustentável e também garantir que a empresa se mantenha durante os próximos anos.

O marketing precisa ter acesso, a informações importantes da empresa, como por exemplo, saber a margem de lucro dos produtos, definicação clara das vantagens e funcionalidades do produto, recursos que poderão ser realocados em campanhas mensais para que se monte um planejamento de longo prazo, deficiências dos concorrentes, deve entender como é feito o atendimento pós-venda, além de ter no mínimo algum recurso mensal para montar ações de comunicação.

Uma outra observação importante é que, não existe marketing de graça. Qualquer que seja a tentativa de implementar ações, gera um custo do funcionário para que realize tais ações, e isso também faz parte do investimento em marketing.

Uma empresa precisa entender que não está no mercado para brincar de lego, onde você monta as peças, derruba e pode começar tudo denovo. Muitas vezes, dar espaço a concorrentes mais preparados, pode custar o oxigênio que a mantém viva e isso pode não ter volta.

Manter o oxigênio, é manter o marketing e isso existe expertise, visão de negócios, metas, planejamento e principalmente algum tipo de investimento. Isso sim, vai garantir que sua empresa possa se manter no longo prazo.

Fonte: Administradores

Os mais influentes entre jovens do Brasil

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A pesquisa “Os novos influenciadores: quem brilha na tela dos jovens brasileiros” indica as personalidades de vídeo mais admiradas por adolescentes de 14 a 17 anos em seis regiões do País. Realizada pela Provokers para Google e Meio & Mensagem entre outubro e novembro de 2015, o estudo contou com mil entrevistados que apontaram, entre seus preferidos, diversos produtores de conteúdo independentes que fizeram fama no YouTube. Veja nos gráficos abaixo os top 20.

“A pesquisa aponta a força dessas novas celebridades”, afirma Susana Ayarza, diretora de marketing B2B do Google no Brasil. “Eventualmente, elas ainda não têm um alcance tão forte quanto as da TV, mas geram um engajamento muito intenso. ”

A pesquisa procurou por jovens conectados e com hábito de assistir à TV. Pediu que indicassem espontaneamente cinco nomes de personalidades de cinema, vídeo online e televisão mais admirados. Atletas e músicos não foram considerados, por terem um tipo de exposição em vídeo muito diferente de youtubers e atores e demandarem, portanto, medidas de visibilidade que não são comparáveis. “Se a gente quer medir influência, tem de entender que ela tem dois grandes pesos”, explica Thais Bernardes, coordenadora de market insights do Google Brasil. “Uma é ter a capacidade real de mobilizar e engajar; a outra é uma medida mínima de alcance, segundo a visibilidade adequada. ”

O estudo reforça a influência da TV e de sua sazonalidade – a maior parte das personalidades apontadas faziam parte do elenco de atrações de sucesso à época da pesquisa. “A TV ainda tem e terá muito tempo de influência, afinal um horário nobre da Globo atinge pessoas no Brasil inteiro de forma muito rápida”, contextualiza Eco Moliterno, diretor-executivo de criação da Africa. Mas o estudo também aponta o crescimento das celebridades digitais, que possuem milhões de seguidores nas mídias sociais e, não raro, também têm aparecido na televisão tradicional.

Além da faixa etária e do hábito de ver televisão, a amostragem da Provokers considerou classes A, B e C, pelo poder de consumo, da capital e do interior do estado de São Paulo, além das cidades de Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife e Salvador. Uma série de características foram apresentadas aos entrevistados para ajudar a determinar os fatores mais e menos importantes que formam uma celebridade. Desses resultados foi construído um ranking de relevância, em que se destacaram autenticidade (15%), originalidade (13%), senso de humor (13%) e inteligência (12%).

Veja a seguir as listas dos maiores influenciadores segundo a pesquisa.

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Após ser construído um ranking específico das características mais valorizadas pelos jovens, essas qualidades foram atribuídas pelos próprios às personalidades. A seguir, a pesquisa avaliou o grau de admiração numa perspectiva piramidal. Na base, estão aqueles nomes de amplo conhecimento, porém com pouco engajamento e, no topo, o inverso. Os atributos anteriores foram cruzados com a avaliação de visibilidade para definir um vetor de influência, segundo um score de zero a cem.

Para Luciana Corrêa, coordenadora e pesquisadora da área Famílias e Tecnologia, do ESPM Media Lab, o fenômeno da influência e do engajamento deve ser observado segundo os parâmetros de legitimidade: o público adolescente investe seu tempo nos youtubers porque se enxerga neles e valoriza atributos como autenticidade e transparência. “Essas gerações têm ainda mais sensibilidade para diferenciar o que é falso do que é verdadeiro. Para eles, a celebridade não está tão distante assim, é alguém que ele encontraria na rua”, afirma a pesquisadora.

 

Fonte: meio&mensagem

http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2016/01/11/Os-mais-influentes-entre-jovens-do-Brasil.html?view=classic

5 formas de utilizar o WhatsApp para conquistar clientes e gerar vendas

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O WhatsApp é o aplicativo mobile mais utilizado pelos brasileiros, segundo pesquisa da Conecta. Milhares de negócios já utilizam o WhatsApp para gerar vendas, mas será que estão explorando o verdadeiro potencial do App?

Em cursos e palestras, as pessoas me perguntam: “O WhatsApp possui tantos recursos assim para que sejam criadas estratégias específicas para ele ?”

O aplicativo tem sim diversos recursos que as pessoas simplesmente não têm ideia de como utilizar – ou porque não conhecem os vários recursos, ou porque não sabem muito sobre marketing ou simplesmente não obtiveram qualquer instrução sobre isso. Mas, mais do que isso, ele está na tela inicial do celular da maioria dos brasileiros e utilizá-lo é uma forma de “hackear” canais de marketing. Afinal, é pouco efetivo e muitas vezes extremamente caro produzir seu próprio aplicativo. Que tal utilizar o WhatsApp como o aplicativo de seu negócio?

Ao mesmo tempo, reforço que qualquer ferramenta deve ser pensada como suporte de uma estratégia voltada 100% ao cliente e o recente bloqueio do WhatsApp (que poderia ter acontecido com qualquer outro App, de uma forma ou outra), mostra o quão frágil pode ser uma estratégia focada totalmente em ferramentas, sem pensar na demanda e na satisfação do consumidor.

Kotler disse: “O marketing é responsável pela gestão da demanda” e isso se mostra verdadeiro todos os dias. Dito isso e com foco no relacionamento com clientes, segue a lista das 5 formas de utilizar WhatsApp para conquistar clientes e gerar vendas:

  1. WhatsApp como plataforma de S.A.C.

O S.A.C (ou Serviço de Atendimento ao Cliente) ainda é visto por muitos como um custo operacional e muitas das que realizam fazem praticamente por obrigação.

Porém, no S.A.C reside uma oportunidade enorme de ajudar um consumidor, construir uma imagem positiva da marca, evitar que ele cancele um serviço (ou devolva um produto) e vender novos produtos ou serviços.

No WhatsApp, isso é muito facilitado, pois o cliente já está acostumado com a plataforma, não há dificuldade do uso com seus recursos e além disso, em uma conversa de texto, a pressão para o atendente é menor ao responder um consumidor, que ganha alguns segundos ou minutos a mais para trabalhar melhor o seu “jogo de cintura”.

Dicas: caso não tenha um sistema para coordenar isso (no final do conteúdo falo um pouco sobre sistema), utilize um número exclusivo para o S.A.C. Não misture objetivos de negócios em um único lugar. Vale lembrar que o WhatsApp é um aplicativo feito para pessoas, não empresas.

  1. WhatsApp como ferramenta de comunicação para vendas e Inbound Sales

O WhatsApp já é bastante utilizado por vendedores e times comerciais. De vendedores de carro até diretores comerciais de multinacionais. Neste caso, separei ‘Vendas’ de ‘Inbound Sales’ para clarear uma questão conceitual e técnica que é a da abordagem ativa e da abordagem receptiva.

Veja que na primeira, normalmente o vendedor aborda um cliente que não tem seu número adicionado, muitas vezes nunca obteve nenhum contato com aquele cliente. Neste caso, deve-se tomar muito cuidado com o início da abordagem, pois em uma frase apenas seu prospect pode considerá-lo um Spam. Para isso, recomendo fortemente que tenha informações o suficiente dele para iniciar um contato comercial: procure no Google, Facebook, LinkedIn e comece com um assunto de interesse do prospect. Faça o famoso rapport, com precisão desde a primeira frase.

No caso do Inbound Sales, estamos falando do vendedor que recebe leads de Marketing, ou no qual o cliente o procura e não o contrário. Neste caso, as coisas ficam mais simples, pois o cliente buscou o contato, já adicionou o número de WhatsApp do vendedor e já traz uma demanda pronta, não sendo necessária aquela tensão inicial de identificar o perfil e o problema do cliente.

Em ambos os casos, temos a vantagem de que o WhatsApp possui um engajamento muito maior do que e-mail e uma ligação telefônica é sempre uma incógnita: o cliente pode estar em uma reunião, ou não gosta de ser incomodado fora do horário comercial, não está de bom humor, entre outras situações. Com o WhatsApp, o cliente responde com discrição e no momento que puder (acredite, é duro para ele ficar com uma “mensagem não lida” no WhatsApp).

  1. WhatsApp para promover conteúdos e ofertas

A partir do momento que já existe um relacionamento com um prospect, é possível se comunicar com mais eficiência e frequência – sempre respeitando o momento do cliente.

Uma dica é editar o nome do cliente conforme o momento dele, para ficar mais fácil de identificá-lo. Por exemplo, se um prospect se torna um cliente, você pode passar o nome dele de “Joana Lead Adwords” para “Joana Cliente Adwords”. Ou mesmo colocar uma data, referente à data de entrada do lead, ou último atendimento. Pode criar o critério que for melhor para seu negócio, o importante é ter um critério!

Estes conteúdos podem utilizar todos os recursos multimídia do WhatsApp. Se você vende roupas, pode enviar looks em uma lista de transmissão, se vende carros, pode enviar detalhes do interior do carro para ele, vídeos, áudios e até a localização de sua loja.

  1. WhatsApp como ferramenta de comunicação com equipes e stakeholders

Se você possui uma equipe que se comunicam com frequência, você pode criar um grupo onde toda a comunicação fica registrada e atinge toda a equipe. É possível criar grupos por setores, projetos ou questão ser resolvida. Você consegue enviar por e-mail todo o histórico de conversa e com isso registrar a comunicação.

Um detalhe importante sobre a criação de grupos é sempre criar e alinhar regras. Vale a máxima “o que é combinado não sai caro”. Essas regras podem estar relacionadas desde ao comportamento no grupo (ex.: não desviar do assunto foco do grupo, não enviar nada sobre política, futebol, religião e etc) até ao papel do WhatsApp naquele projeto (o que for dito no WhatsApp conta como aprovação de uma decisão e etc). Se necessário, vale documentar ou até mesmo incluir em contrato, dependendo da situação.

  1. WhatsApp para gerar audiência para outras mídias

Existe um case de um aluno de meu que possui um programa de entretenimento na TV aberta e ele utilizou o WhatsApp como uma das principais mídias para levar audiência a seu programa.

Utilizando a mesma lógica, é possível levar pessoas do WhatsApp para o site, loja física, landing page, blog, evento, enfim, para o destino de seu negócio. O que irá definir o sucesso da ação é seu relacionamento com o cliente e o quão engajado com seu negócio ele está!

Softwares para o WhatsApp

Hoje não há nenhuma ferramenta oficial do WhatsApp para negócios. Todas que existem são terceirizadas e há o risco desta plataforma deixar de existir, simplesmente por alguma mudança de código ou restrição da própria ferramenta, por sua Política de Privacidade, Termos de Uso ou quaisquer outros motivos dentro do raio de ação da empresa. Portanto, não foque na ferramenta! Esteja preparado para uma mudança, caso isso aconteça.

Porém se puder recomendar uma ferramenta, sugiro que procure pela Digital Sac, da empresa Iska Digital. Testei, gostei bastante e eles têm suporte.

Fonte: Administradores

4 coisas que as marcas mais valiosas têm em comum

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Uma onda branca e vermelha, uma sereia branca e verde com duas caldas, uma janela. Ao pensarmos de forma descontextualizada pode parecer uma loucura imaginar que estas sejam representações de algumas das marcas mais valiosas do mundo.

A pergunta que move o pensamento de designers e especialistas em marcas é justamente saber o que elas têm em comum. A resposta contempla as boas práticas e como adequá-las à realidade e mercado. Neste post vamos dividir o segredo dessas empresas com você. Confira!

  1. As marcas mais valiosas se destacam na competição

Já reparou que as marcas mais valiosas despontam em mercados altamente competitivos? Isso não é mera coincidência. Na verdade, é a partir da escolha oferecida aos consumidores que se torna possível descobrir o quanto elas significam.

As ações e campanhas de marketing mostram e evidenciam os aspectos pelos quais elas se diferenciam das demais, como qualidade, experiência do cliente, entre outros. Ou seja, essas empresas buscam colocar o cliente em primeiro lugar para poder, não apenas, atender às demandas, mas criar tendências.

  1. As marcas apostam na relevância para o consumidor

    O destaque a partir da relevância só acontece quando uma marca consegue ser uma resposta às necessidades e aos desejos do seu público-alvo. E não adianta fazer isso apenas uma vez. É fundamental a renovação contínua da mensagem diante dos clientes, seja no produto ou serviço em si ou nos seus meios de produção.

Ao se tornar relevante, a marca acaba conquistando um espaço no lado emocional de seus clientes, algo que, quando trabalhado, cria e reforça a lealdade, um poderoso diferencial para conquistar e manter a fatia de mercado.

  1. Elas cumprem a promessa feita junto ao consumidor

    É extremamente reconfortante encontrar um “porto seguro”, certo? Não precisa ser um lugar, mas uma sensação de que tudo vai dar certo. Não é diferente na escolha de um produto de uma determinada marca.

As marcas mais valiosas prezam — muito — por essa promessa feita. Uma frustração das expectativas do cliente é mais do que apenas uma compra ruim: é uma experiência negativa, que o leva para longe do “porto seguro” prometido em seu posicionamento. Algo a se evitar a todo custo.

  1. Elas mantêm uma única — e forte — mensagem

    Já reparou como algumas marcas conseguem transcender a barreira de diferentes idiomas e culturas, uniformizando sua mensagem mundialmente? As adaptações às necessidades locais existem, as diferentes equipes locais também, mas o núcleo permanece inalterado.

Mágica? Não. Na verdade, isso é o resultado de uma forte e contínua estratégia de marketing, que trabalha cada ação e campanha dentro de um projeto maior de construção e gestão de marca, com objetivos muito claros, a curto, médio e longo prazo.

Estudar as marcas mais valiosas é uma lição e tanto!

E você, conhece alguma outra característica comum das grandes marcas? Não deixe de comentar!

Fonte: Agência Boxx

Empreendedorismo: a causa de todas as causas

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Do dia 16 a 22 de novembro, aconteceu a Semana Global de Empreendedorismo (SGE) da Endeavor, uma das principais fundações de empreendedorismo no mundo. No Brasil desde 2000, a organização já capacitou 2 milhões de brasileiros com programas educacionais presenciais e à distância que acontecem o ano todo.

Falar de empreendedorismo em tempos de crise é ainda mais significativo. Incrível como na crise o empreendedor nato enxerga oportunidade e procura se reinventar. Parece que o botãozinho da capacidade de resolver problemas é acionado e “ploft”: soluções chegam em forma de novos negócios.

Também é interessante observar como a cada edição da SGE vemos mais eventos sobre empreendedorismo social e mais startups ligadas a causas. Quantos aplicativos “do bem” você conheceu no último ano? Posso citar alguns que me impactaram diretamente e são de pessoas próximas como o “Tem Açúcar”, que a estudante de comunicação carioca Camila Carvalho criou aos 25 anos e está estimulando a troca entre vizinhos, resgatando o senso de comunidade nas grandes cidades e fazendo uma crítica ao consumo desenfreado.

Outro exemplo é o “GoodPeople App”. Lançado há três semanas pela paulistaAna Júlia Ghirello e pelo sueco-carioca Maxim Kejzelman, é um aplicativo que estimula que pessoas se conectem para fazer projetos colaborativos. Nesse curto intervalo de tempo eles já mostram que existia uma demanda reprimida por esse tipo de serviço: são 1.100 usuários cadastrados com quase nenhum investimento em mídia, apenas boca a boca.

Eu acho que faz muito sentido que essa ligação entre empreendedorismo e causas sociais aconteça porque, cada vez mais, quem se dispõe a empreender, faz isso por uma motivação interna, pela necessidade de trabalhar com algo em que acredite, para além da visão de negócios — que, claro, é fundamental. Em tempos de escassez de recursos isso fica ainda mais evidente pois aqueles que iriam empreender apenas visando lucro rápido e fácil, desistem. Gosto muito da citação que ouvi do Peter Diamandis, cofundador da Singularity University, de que o novo bilionário não é aquele que ganha um bilhão de dólares, mas aquele que impacta um bilhão de pessoas positivamente.

Se não impactamos positivamente um bilhão de pessoas agora, com essa ação pontual de apoio à SGE, as chances de que os participantes das 30 cidades brasileiras e dos 160 países criem projetos que cheguem lá são enormes.

 

Fonte: Proxxima

 

SITES RESPONSIVOS, WEB APP E APLICATIVOS, QUAIS AS DIFERENÇAS?

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O site responsivo é o site que responde e se adequa a diversos tamanhos de resolução de tela, pode ser acessado desde a Smart tv até smartphone. O Web App é um site feito somente para mobile, somente para dispositivos móveis. Já o Aplicativo é um programa feito para Smartphone, pois para navegar no site é necessário o uso de um aplicativo como, Google Chrome, Mozila, internet explore entre outros. Você pode criar um aplicativo próprio para sua empresa!

Então, o que saber sobre eles na hora de decidir? Quais as diferenças? Qual escolher? “Depende muito do que você quer passar para seus clientes! ”conta Andreoni Camargo, diretor e CEO da Agência Camargo.

Hoje a maioria das empresas possuem um site responsivo. Se o seu site foi feito antes de 2014, provavelmente ele não é responsivo, pois o mesmo se popularizou apenas em 2014, no comecinho de 2015 no Brasil. A maioria dos nossos clientes buscam saber a diferença entre um e o outro e qual é o mais importante, mas a resposta vai depender da sua aplicação, qual seu público alvo.

Com um App você consegue fazer aplicações diferente do seu site, consegue ter uma qualidade melhor, mandar notificações para o smartphone do seu cliente e ter um designer diferenciado. Pode fazer muitas coisas, onde em um site mobile, não é possível.

Web App é forma mais econômica do seu cliente navegar no site através do smartphone.

O site responsivo é a forma mais econômica ainda para se estar “dentro” dos smartphones e poder ser encontrado pelo Google através do celular.

Só que o ideal mesmo é que você tenha um aplicativo para otimizar e atingir melhor seu cliente, mas também tenha o site comum, responsivo e o web app, assim como os “grandes”, Facebook, Twitter, Instagram, todos esses têm essas versões.

Se você quer investir na internet, é importante que saiba a diferença entre um e o outro.

Por: Andreoni Camargo

E então? Qual lado você escolhe?

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Star Wars está por todos os lados! Todos os fãs da saga têm seu lado favorito. Enquanto o lado luminoso da força tem Han Solo, Luke Skywalker e Leia, o lado negro da força conta com o carismático Darth Vader.

Mas agora você pode personalizar seus apps do Google como o Maps, o Gmail, Calendar, Docs e etc com base em qual lado escolher. No site Google.com/StarWars você escolhe um dos lados e automaticamente muda os apps que achar melhor e entra no clima de brand experience que a marca Star Wars proporciona.

A ação tem como objetivo divulgar o novo filme da série Star Wars: O Despertar da Força, que estrei no dia 17/12 nos cinemas nacionais e é esperado por muitos ansiosos.

 

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Fonte: Comunicadores

 

Publicidade para Empreendimentos Imobiliários

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A Agência Camargo possui uma boa experiência com empreendimentos imobiliários, por isso nosso diretor e CEO da algumas dicas para quem é responsável pelo marketing de algum empreendimento, é proprietário ou até mesmo cliente.

1° Dica: Tenha uma integração total com a agência que está cuidado do seu empreendimento, junto com a equipe de marketing. Concentrando tudo isso em uma empresa só, facilita e diminui muito os custos, “é isso que procuramos fazer por aqui” conta Andreoni.

2° Dica: Capriche muito no 3D! Com ele você consegue ter uma identidade visual muito superior a outros empreendimentos.

A Agência Camargo faz com que o empreendimento tenha uma cara única, cria logotipo, identidade visual, cores, e produz as próprias fotos do empreendimento, para que o cliente tenha algo exclusivo.

3° Hoje em dia algo que não pode faltar no empreendimento, são as fotografias aéreas, contrate uma empresa que tenha drone, assim como a Agência Camargo que já disponibiliza para seus clientes, e que busca fazer tudo em um lugar só, cuidando de cada detalhe com um ciclo de planejamento complexo, partindo da campanha publicitária, pré-venda, incentivo para corretores, lançamento, pós-venda, até o planejamento anual do empreendimento.

A 4° e última dica do vídeo é: Tenha uma agência que saiba identificar e analisar de onde estão vindo os resultados, estudar os detalhes, como mídia que alcance o público alvo, vizinhança e o próprio empreendimento.

“Eu sempre gosto de estar visitando o empreendimento, sentindo como é a área, onde a pessoa vai morar, qual a mensagem que temos que passar com a publicidade. Acredito que estar junto ao cliente faz toda diferença. ” Andreoni Camargo.

O que é Growth Hacking e porque ele pode ajudar sua empresa a crescer

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Growth Hacking é quebrar o código do crescimento, como se houvesse uma matriz lógica de expansão dos negócios que pudesse ser decifrada e depois replicada para fazer as empresas crescerem.
Há hoje sólido arcabouço teórico sobre o assunto. Da Wikipedia a cursos rápidos na web e nas escolas de gestão, passando por um sem número de artigos, estudos e conferências. Há já alguns gurus da técnica ganhando dinheiro com palestras por aí. Há resultados comprovados de sucesso, cases, melhores práticas, guias tipo How To. Pacote completo.
Se Growth Hacking é ou não uma fórmula mágica meio fake, tipo o elixir da eterna juventude, o tempo dirá. Mas tem seu charme, seus princípios soam razoáveis e suas técnicas se encaixam na agilidade e nas incertezas da cena de negócios do mundo atual. Portanto, vale dar uma olhada do que se trata.
O básico, para começar, é que se trata de uma dinâmica que visa crescimento. Ponto. Não estamos falando de qualquer outro objetivo estratégico empresarial. É exclusivamente crescimento.
Outra coisa: está ligado a tecnologia. Ao uso da tecnologia para escalar resultados em série, que de acumulem e se repitam no tempo.
Mais uma: é um conjunto de técnicas, tecnologias e práticas integradas que se retroalimentam. E que não envolvem grandes somas de investimento.
Na (boa) definição da Wikipédia, Growth Hacking é um conjunto de técnicas de marketing digital que se fundamentam em analitical thinking e em social metrics para otimizar o aumento da exposição e venda de produtos.
Growth Hacking nasceu no ambiente “lean” (escasso) das startups no Vale do Silício, em que dinheiro para grandes aportes até existem, mas no início é preciso ralar mesmo. Sem grana. E, portanto, para fazer crescer seu negócio, é preciso ser safo. Criativo. É preciso criar manobras que estimulem a escala e estimulem rápido. Com tecnologias acessíveis. Digitais, preferencialmente. Que possam ser testadas repetidas vezes e que os testes validem conceitos e, sobre esse aprendizado prático, se alicerce o crescimento da empresa.
Esses princípios seguem válidos para o Growth Hacking das startups e das empresas em geral, agora.
Outra pedra de toque: dados. Se a lógica é acumular informações que possam ser usadas de forma escalável, dado é a chave. Dados são as pedras do caminho. Com eles, a empresa conversa com precisão com quem precisa conversar, testa se consegue emplacar seu discurso e vender. E se isso acontece, escalamos em cima dessa certeza.
Nesse contexto, experimentar, utilizar os famosos testes A/B, em que hipóteses são testadas aos pares e a vencedora segue, descartando-se a que não performou tão bem.
Estaremos sempre falando, nesses testes, de pequenos universos, pequenas amostras em ambientes controlados e circunscritos. Nunca no mercado total.
Crescimento quer dizer envolver mais prospects, incrementar sua conversão em consumidores e ao final incrementar também a compra, por parte desses consumidores. Tudo muito rápido, comprovável e mensurável. Conectividade permanente com um público que precisa entender sua mensagem e comprar seu produto.
Portanto, técnicas e plataformas do marketing digital já conhecidas, fazem parte do arsenal do Growth Hacker, como social media, o marketing viral, os mecanismos de busca, tudo de forma não tradicional, já que a busca é inovar no processo de escalada para obter resultados melhores e mais rápidos em relação aos métodos já dominados e disseminados.
Sean Ellis, blogeiro do Vale do Silício, cunhou o termo em 2010 em seu blog Startup Marketing. Para ele, é o desespero e a falta de recursos que faz os empreendedores serem inovadores. Porque eles precisam crescer ou morrem. E morrem rápido. Isso os torna uma espécie de guerrilheiros do crescimento a todo vapor e de forma inusitada, fora da caixa.
Ellis frisa que o Growth Hacking objetiva não só crescimento, mas crescimento em escala, permanentemente.
Assim, Growth Hacking involve marketing com códigos. Envolve a lógica da viralidade. E, mais que tudo, envolve vendas, resultados e crescimento. Num loop permanente.
São considerados exemplos clássicos de Growth Hacking o Airbnb, Dropbox, Pinterest, para ficar com os mais destacados recentes.

Por PYR MARCONDES em Innovation Insider

O Facebook pode substituir o botão curtir por reações

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Há muitos anos, as pessoas têm pedido um botão de dislike no Facebook. E no mês passado, Mark Zuckeberg disse que a sua rede social estava pensando na melhor maneira de fazer isso. Algumas pessoas acharam que seria, literalmente, um botão de dislike mas, por sorte, elas estavam erradas. E como eu sei disso? Bem, porque neste dia 8 de outubro de 2015, o Facebook anunciou uma das maiores mudanças da sua história: a substituição do botão de curtir nos posts da sua timeline.

Não, não se preocupe. Isso não vai acontecer agora. O recurso chamado Facebook Reactions, está sendo testado apenas na Irlanda e na Espanha (por enquanto). E ele dá mais opções à interação de um botão com os posts de seus amigos: ao invés de apenas uma emoção, agora você terá sete.

O curtir continua lá, mas agora você poderá escolher outras emoções, inclusive surpresa, tristeza e raiva.

Essa é uma mudança bastante drástica, que altera uma das principais formas de interação do Facebook, deixando uma questão importante: de que maneira isso afetará o que aparece no seu newsfeed?

Por enquanto a mudança não afetará nada. Qualquer uma das reações continua tendo o mesmo peso que o botão tradicional de curtir. Segundo o blog do Facebook, a maior mudança, para quem tem uma página, será a possibilidade de ver cada uma das emoções em separado, no Facebook Insights.

E COMO O FACEBOOK CHEGOU A ESSAS REAÇÕES?

Por enquanto não existem informações tão detalhadas, mas segundo o The Verge, as reações foram escolhidas através de duas técnicas: A primeira, foi escanear as reações de uma palavra mais comum nos comentários. A segunda, foi analisar os sentimentos dos usuários ao usar um dos stickers nos comentários. Assim, foi possível determinar qual era a variação mais comum de emoções, as suas palavras e a sua representação visual.

Uma outra curiosidade, é que esse recurso está sendo testado na Espanha e na Irlanda, porque são lugares onde os usuários têm poucos amigos de outros países. Isso ajuda a não mostrar o recurso para quem não pode usá-lo.

Essa é uma das maiores e mais importantes mudanças da rede social mais usada no mundo. E ela vai impactar o seu trabalho (provavelmente).

Fonte: Comunicação

O seu novo smartphone pode ser um robô

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Nada é mais inovador que não possa ser superado por robôs. Portanto, a Sharp anunciou seu novo smartphone, o RoBoHoN, que também é assistente pessoal e, pasmem, um robô.

O RoBoHoN terá 19,5cm (o iPhone 6, por exemplo, tem 13cm) e pesará 390 gramas (contra as 129 do smartphone da Apple). Ele terá conexão 3G, 4G e Wi-Fi e sua tela fica posicionada nas costas do aparelho.

Capaz de interagir com o usuário e com corpo de robô, o novo smartphone,  pode identificar seu dono por meio de um mecanismo de reconhecimento facial. O “brinquedo”, chamado de Robohon, consegue se comunicar via comandos de voz.

Divertido, o gadget, projetado por Tomotaka Takahashi, famoso pela produção de robôs inusitados, também pode alegrar o usuário quando estiver triste, ou mesmo pedir um táxi para a pessoa, por exemplo.

O dispositivo, também capaz de sentar e andar, acessa e-mails, bem como realiza a leitura de mensagens, tira fotos quando alguém sorri, efetua chamadas, opera como um despertador e lembra o usuário de executar atividades importantes.

Dotado de um projetor embutido para ser utilizado nas mais variadas superfícies, o smart acompanha um processador quad-core Snapdragon 400 de 1,2 GHz, além de apresentar compatibilidade com as conexões LTE, Wi-Fi e 3G, possui um display touch de duas polegadas, cuja resolução é QVGA (320 x 240 pixels).

A previsão é de que o gadget chegue ao Japão no primeiro semestre do próximo ano, apesar de ainda não haver informações sobre qual sistema operacional ele irá rodar. Também não se sabe quando o aparelho chegará ao Brasil.

 

Previsões Tech para 2016. Mas já?

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Como o ano está muito ruim para todo o mundo, não é só aqui não, tem gente querendo virar logo a página e dar uma espiadinha do que vai acontecer em 2016.

Abaixo você vai ler quais são as apostas dos analistas da Motley Fool, empresa de gestão de investimentos altamente conceituada nos EUA. Esses caras fazem analises bastante acuradas do mercado e dão dicas aos investidores de onde colocar seu dinheiro.

Ver onde investidores bem informados vão colocar seu dinheiro em 2016 pode ser uma boa para tentarmos entender para onde vai o rumo da prosa ano que vem.
O cuidado aqui é que alguns deles podem ter ações das empresas que citam em suas previsões, o que pode até distorcer a confiabilidade do que dizem. Mas aí, você mesmo faz seu filtro e acredita só naquilo que achar que de fato faz sentido e deve acreditar.

Certo?

Andres Cardenal (IoT). A Internet das Coisas, ou IoT, pode soar como uma ideia complexa, mas é um conceito simples e poderoso. Dispositivos em todo o mundo, quer seja de um smartphone, um aparelho doméstivo ou um avião, vão trazer embutidos uma quantidade variável de sensores. Esses sensores serão cada vez mais interligando via Wi-Fi e outras tecnologias o que transformará a IoT numa rede em si só, criando ineligência e conectividade em todos os objetos ao nosso redor.

Ela deverá impactar os negócios relacionados a Big Data e um jogador chave nessa área é a IBM. A empresa está fazendo grandes avanços em diferentes áreas como meio ambiente, clima e mapas para ajudar os aviões a voarem mais suave, transportes a poupar combustível e reduzindo os riscos operacionais das companhias. Motores alimentados pela Internet das Coisas poderão prever quando a manutenção é necessária antes de qualquer coisa dar errado, além de serem também otimizados para execução mais eficiente.

Tim Brugger (Big Data): Em parte porque o mundo ao nosso redor está se tornando “ligado” através de um número crescente de sensores de Internet das Coisas, o volume de informação disponível é já impressionante e deverá crescer exponencialmente.
Todos esses dados oferecem um mundo de oportunidades para as empresas para otimizarem suas atividades de mercado, atingirem melhor seus potenciais clientes, desenvolverem perfis de usuário em maior profundidade e melhorar nossa vida diária, entre outras possibilidades.

O problema é que os executivos de negócios já estão sem saber o que fazer com todas as informações, ou Big Data. De acordo com um estudo recente, Big Data vai se tornar uma indústria de US 33 bilhões ainda este ano e 89% dos líderes empresariais acreditam que Big Data irá “revolucionar as operações de negócios da mesma forma que a Internet fez.” Mas como? É aí que a análise preditiva e provedores de computação em cognitivas entram em cena.

Daniel B. Kline (endless paument): Enquanto assinaturas sempre foram o modelo de negócios no setor empresarial de softwares, agora ele está se movendo também para o consumidor final. O líder nesse movimento tem sido a Microsoft, que conseguiu mover uma grande parte da sua base de clientes do Office para um modelo de assinatura.

No mais recente trimestre, a empresa aumentou a sua base de assinantes Office 365 para 15,2 milhões de usuários, um aumento de 3 milhões em relação ao trimestre anterior. Ao fazê-lo, essencialmente, a empresa está garatindo um fluxo de receita recorrente.

Mas a Microsoft não é o único grande jogador nesse novo modelo. Há outros como a Adobe, que tgornou a sua popular suite de ferramentas de criatividade disponível estritamente numa base de assinaturas. Isso é um duro golpe para as pessoas que usam a mesma versão do Photoshop por anos sem atualizar, mas também permite que as pessoas que não poderiam ter sido capazes de pagar centenas de dólares de uma só vez a terem acesso aos produtos.

O pagamento sem fim é um modelo que parece ter grande apelo junto aos milleniuns e operadoras de telefonia, por exemplo, devem adotá-lo. Ele tem vantagens para a empresa e para o consumidor: A empresa recebe um fluxo de receitas garantidas a longo prazo e o consumidor tem acesso ao software mais recentes por preços acessíveis.

Tim Green (budget smartphones): A maneira como a maioria das pessoas compra smartphones nos EUA está passando por uma mudança dramática. Preços subsidiados em contratos de dois anos são em grande parte uma coisa do passado e agora os clientes vão pagar por seus planos e dispositivos de dados separadamente.
Isso pode não parecer uma mudança tão grande assim e, de fato, os usuários de telefones high-end provavelmente não verão um aumento ou uma diminuição tão significativa assim na sua fatura mensal total, assumindo que seu telefone é pago em parcelas.

Mas agora os telefones deveráo ser pagos em separado dos planos de dados, obrigando os fabricantes a desenvolverem modelos com boa capcidade a preços que antes simplesmente não existiam. Esse budgets smartphones deverão crescer em penetração de mercado piossivelmente tornando-se mainstrem.

Há uma variedade de telefones rodando o sistema operacional Android que são vendidos já por US $ 200 ou menos e são perfeitamente adequados a maior parte dos usuários. Isso pode colocar o Google em situação de vantagem diante de seus concorrentes.

Steve Symington (drones): De todas as tendências tech do ano que vem, acho que poucas serão mais visíveis do que a expansão do setor de drones, seja para os usuários finais, seja para uso comercial. Empresas como a chinesa DJI, que atualmente comanda cerca de 70% dos estimados 1,4 bilhões do mercado, deverão se tornar cada vez mais valiosas. Segundo pesquisa recente da Goldman Sachs, esse mercado poderá quase que dobrar no ano que vem e triplicar em 2017.

Empresas como a GoPro estimularão essa tendência lançando seus próprios modelos, como o Quadrotor, prevsito já para o primeiro semestre de 2016.

 

Fonte: Proxxima

Entenda o que é experiência de uso, e como aplicá-la na comunicação

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Antes mesmo de tentar explicar o que é experiência de uso, é importante falar um pouco sobre o que é experiência. Cientificamente falando, experiência é um evento eletro-bioquímico que ocorre no cérebro e que ninguém faz a menor ideia do que seja ou mesmo como funciona. Mas, por definição filosófica, é tudo aquilo que é percebido, compreendido e lembrado.

Imagine que você foi convidado para uma entrevista de emprego para a qual lhe deram a condição de usar uma venda o tempo todo. Tão logo o entrevistador começa a conversar com, pelo timbre da voz, linguagem e tipo de conversa, seu cérebro instintivamente vai procurar atribuir a forma de um rosto para esse interlocutor. Agora, imagine que uma terceira pessoa na sala começa a descrever as feições físicas do entrevistador, de forma detalhada e precisa. Dessa forma, fica mais fácil imaginar seu rosto. Mas, somente ao tirar a venda é que percebemos o quanto a pessoa real na sua frente é a mesma que seu cérebro imaginou.

Esse exemplo serve para lembrar como realmente percebemos a realidade. Temos a sensação de experimentar o mundo através da nossa cognição da forma que os nossos sentidos dizem ao cérebro o que estão vendo, ouvindo ou tocando.

Logo, a experiência, que, por definição, significa “conhecimento ou sabedoria prática adquirida”, nos ajuda a reconhecer o desfecho de algumas situações que foram vividas, tanto para autopreservação quanto para o prazer. Quando temos uma decepção ou fazemos algo que gostamos, estamos literalmente acionando gatilhos de experiência.

De certa forma, esses gatilhos de experiências são associados com o resultado da experiência. Não é aquela sobremesa incrível que é responsável pela experiência gastronômica, mas é o gatilho que resulta na experiência em si. O mesmo cenário pode ser aplicado quando pensamos em experiência de uso.

Mas, o que é a experiência de uso? A experiência de uso está associada à forma como utilizamos algo, o que aprendemos e o que sentimos resultantes desse uso. Especialmente associada com a tecnologia e a comunicação, nosso trabalho é tão meticuloso quanto o de um chef que prepara um prato, pensando em como vai trabalhar os ingredientes para provocar uma determinada sensação. Ele tem um conhecimento profundo de todos os ingredientes com os quais trabalha, sabe quais usar e como combiná-los para, enfim, seus gatilhos de experiência funcionarem.

Quando o assunto é criar projetos de comunicação, sejam quais forem, não é muito diferente. O profissional que se dedica a projetar interações, ou o designer de interação, tem um conhecimento especializado e sabe quais elementos combinar para criar gatilhos de experiência, que podem resultar em uma boa experiência de uso. Sempre buscando conhecer os hábitos, costumes e necessidades do usuário para o qual está projetando, esse profissional utiliza métodos de entrevistas qualitativas que ajudam a compreender melhor o usuário final, suas expectativas e padrões comportamentais de forma que, assim como o paladar, indicam situações, condições e oportunidades de preparar esses gatilhos de experiência.

Mesmo que a experiência seja única para cada ser humano, podemos pensar em modelos que de certa forma acionem gatilhos cognitivos e que juntos contribuirão para que uma experiência associada ao uso de algum objeto seja provocada. Para isso, lhe convido a assistir seu filme favorito sem som. A trilha e os efeitos sonoros são gatilhos especialmente projetados e que fazem parte do projeto como um todo. A ausência deles certamente provocará outra percepção do filme que você adorou.

Não é incomum ver grandes cases, que foram sucesso não somente pelo ROI que apresentaram, mas principalmente na percepção das pessoas. Um exemplo que gosto muito de citar é o da Dove, que colocou um especialista forense para desenhar como as pessoas se enxergavam e como as pessoas as viam. Em projetos de comunicação tecnológicos, não importa se o que se projeta é um banner ou um sistema de movimentação financeira: o que as pessoas veem e sentem na relação de uso é essencialmente diferente de quem as projeta.

Por fim, não podemos projetar a experiência de uso que cada pessoa terá, mas podemos aprender com as pessoas que irão utilizá-los e principalmente analisar os dados coletados antes e após o desenvolvimento. Envolver as pessoas que utilizarão um aplicativo, um sistema ou site no desenvolvimento do produto que eles mesmos irão utilizar apresenta sempre descobertas fascinantes, tanto sobre como o produto deve ser e funcionar quanto como a forma que as pessoas as utilizam. E não podemos esquecer, sem dúvida, dos dados resultantes dessas iniciativas. A análise criteriosa desses dados coletados antes, durante e após o uso podem ajudar a corrigir problemas de aprendizado ou satisfação subjetiva, criar relações cada vez mais próximas de uma experiência mais gratificante, além de identificar novas oportunidades de negócios, e por que não dizer, descobrir paradigmas completamente novos.

(*) Fabio Palamedi é head of experience design da AG2 Nurun

Inteligência artificial: o que ela vai mudar no seu trabalho

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Você já se perguntou qual será o papel da inteligência artificial no futuro da publicidade? Se ainda não pensou nisso, possivelmente seja a hora de começar a fazer alguns questionamentos, como vêm fazendo John Still, em artigo no The Guardian, e Jason Alan Snyder, no ImediaConnection.


Still lembra que já existem anúncios capazes de se adaptar às reações dos consumidores – e isso não é ficção, é mundo real mesmo. Como exemplo, ele cita a parceria entre M&C Saatchi, Clear Channel e Posterscope que revelou, como ele define, o que foi chamado de “primeira campanha de posters artificialmente inteligente do mundo”. Isso porque, segundo David Cox, diretor de inovação da M&C Saatchi, foi a primeira vez que um pôster se escreveu sozinho, com base no que funciona de fato – e não no que uma pessoa pode pensar que funciona. Para isso, a peça tinha um “gene pool” capaz de gerar 22 anúncios de cada vez. A cada geração, ela “interpretava” as reações do seu público e – com base nos resultados colhidos e interpretados – ia adaptando sua mensagem para as próximas audiências. As combinações bem-sucedidas de palavras passavam para a próxima etapa. As que não tinham sucesso eram logo descartadas.


Segundo Still, a tecnologia seria como um “algoritmo de Darwin”, em que a seleção “natural” leva à evolução. O pôster, que funciona com um Kinect, pode avaliar 12 pessoas de cada vez, capturando seus movimentos anonimamente. As pessoas que estão olhando para ele não percebem qualquer alteração imediata. A análise é utilizada apenas para a seleção dos anúncios que serão exibidos nas próximas vezes. “Interação ao vivo e reconhecimento facial podem, quem sabe, ser o próximo passo”, aposta Still.


O especialista questiona o significado de haver uma máquina capaz de escrever seus próprios textos, selecionando e adaptando imagens de modo eficaz para a indústria da publicidade e, especialmente, para o processo criativo.


Por enquanto, com base nos resultados iniciais, ele afirma que diretores de arte e redatores podem ficar tranquilos, pelo menos por um tempo. Isso porque as combinações de palavras exibidas, embora não fossem totalmente ruins, muitas vezes ficavam desajeitadas, com aquela cara de “copiar e colar” automático. “Daqui a dez anos, no entanto, quem é que sabe do que essas máquinas serão capazes?”, questiona.


“É bem possível que um toque humano seja sempre necessário, mas quando criatividade e tecnologia se encontram de uma forma muito escalável é bem provável que um nível de engajamento muito mais alto do que conhecemos seja alcançado”, aposta. Para ele, essa novidade pode representar o futuro do engajamento das campanhas out-of-home. Sem fazer drama, ele afirma que muito possivelmente a inteligência artificial não vá causar a queda da humanidade, mas poderá, sim, transformar a forma como a publicidade é criada e orientada.


Já para Snyder, drones que entregam Domino’s, realidade aumentada, a era dos algoritmos, compra de mídia por lances em tempo real (ou RT, de real-time bidding), geolocalização etc já são sinais muito claros de que a inteligência artificial deixou de ser um futurismo. Ele afirma que essas ideias e o crescimento e a adoção exponenciais da tecnologia já fazem parte dos negócios e estão presentes nas nossas vidas.


Também como prova disso, ele observa que ninguém menos do que Ray Kurzweil, para quem não se lembra, inventor e futurista dos Estados Unidos que foi pioneiro em reconhecimento ótico de caracteres, síntese de voz, reconhecimento de fala e teclados eletrônicos, se tornou diretor de engenharia do Google. “Esta é a nossa indústria agora – e nosso destino”, ressalta ele.


Snyder não tem dúvidas de que a inteligência artificial deve fazer novas incursões na publicidade muito em breve. Para ele, quem ainda acha que isso é ficção está totalmente defasado. “Todos os dias, em todos os lugares, nós assistimos à dança entre a inteligência das máquinas e dos humanos”, afirma.


A nossa relação com o mobile – que já se tornou delicada, pessoal e até emocional – bem possivelmente seja o melhor exemplo do que ele afirma. “Amor, ódio, confiança e status são algumas das emoções que nós projetamos sobre o nosso relacionamento com as máquinas inteligentes que entram e saem de nossos bolsos e bolsas diariamente”, afirma. É fato que esses aparelhinhos diariamente nos dizem onde estamos e que caminho devemos fazer e também nos conectam com pessoas e coisas que amamos.


A dica de Snyder é prestar atenção ao fato de esses dispositivos estarem começando a fazer um bom trabalho de antecipar nossos desejos, necessidades e personalidade. Para pessoas de marketing, ele alerta que é preciso pensar em adaptar as conversas a essa realidade, conversando com essas pequenas máquinas e – claro – levando a sério essas conversas. Será que agências e clientes estão prontos para essa transformação?


Referências:
http://www.theguardian.com/media-network/2015/jul/27/artificial-intelligence-future-advertising-saatchi-clearchannel
http://www.imediaconnection.com/content/34888.asp

Proxxima

Muros e pontes: a tecnologia como meio

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Em tempos de internet das coisas e internet de tudo (nada mais que meros nomes pomposos para descrever a interatividade entre somente objetos, bem como desses com pessoas), parece que a tecnologia caminha com as próprias pernas. Cada vez menos (in)dependente do toque humano, embora tão refém de suas necessidades.

Isso pode até funcionar para algumas aplicações, ops, aplicativos – ou apps. Como aqueles pelos quais chamamos o táxi ou pedimos comida: um mínimo de interação. Porém, quando utilizamos soluções tecnológicas para ações corporativas internas ou de live marketing (também conhecido por marketing promocional), a coisa muda completamente de figura.

Bato sempre na tecla que, nesses casos, a tecnologia não é autônoma. É apenas um meio; não um fim em si mesma. Pensá-la para um evento exige pesquisa, estudo e planejamento. Tudo para que esteja alinhada ao DNA e objetivos da marca em questão.

Agora, se você pensa que basta colocar algumas das mais modernas traquitanas inteligentes para funcionar e, assim, colher resultado$, “likes” e compartilhamentos a rodo, lamento informar: a irrelevância o aguarda – possivelmente no curto, médio e longo prazos.

CEO global da Isobar, a chinesa Jean Lin (uma das raríssimas mulheres em cargos de liderança na indústria publicitária) foi precisa em sua análise sobre o comportamento do mercado em relação ao pensamento digital. Em entrevista recente ao Meio & Mensagem, cravou: “O mercado está obcecado há algum tempo pelo pensamento digital, mas a questão que não resolveu ainda é como trazer essas mensagens digitais para a vida real. Essa é a chave para o sucesso futuro das estratégias das marcas”.

Digo que a executiva foi precisa porque esse é um desafio com o qual nos deparamos quase que diariamente: fazer o cliente ou a agência parceira entenderem que a tecnologia é realmente poderosíssima, porém, ineficaz se não existirem ideias que a norteiem, deem vida. Um objetivo claro, bem definido, de ponta a ponta. E que possa ser compreendido tanto pela empresa quanto, ainda mais, pelo seu público.

Desculpe-me desapontá-lo, talvez. Mas inexiste uma solução padrão, receitas milagrosas.

Cada ação demanda uma ou diversas soluções específicas, sob medida: muita transpiração, antes de qualquer ação.

Assim como uma vírgula, uma tecnologia, inserida de forma negligente em determinada ação promocional, tem o poder de prejudicar a história. De engajar aquele prospect. De frustrar o cliente.

Em tempos de atenção ao storytelling, certamente isso é o que sua marca menos espera…

Portanto, lembre-se: tecnologia não é commodity. E a decisão de construir pontes, ou muros, está em suas mãos. Ou melhor, a cargo de suas ideias.
Por: André Brandão é sócio-diretor da Blumer 

A importância da identidade visual no seu negócio

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Com tanta informação circulando nos meios de comunicação, a identidade visual e corporativa faz toda a diferença para a empresa, ela faz com que você se destaque em meio a tanta concorrência e agregue profissionalismo ao seu negócio. A Identidade Corporativa ou Identidade Empresarial (em inglês, Corporate Identity) pode ser definida como o conjunto de atributos que torna uma empresa especial, única. Esses atributos são classificados de essenciais e acidentais. Os primeiros são os atributos que se referem ao propósito da empresa, a missão e aos valores; os atributos acidentais contribuem para a descrição da empresa, mas não definem a sua essência.

“Identidade visual é marca, é valor, personalidade, gera novos negócios para empresa.”

Toda empresa séria e que se preocupa com sua imagem deve ter uma identidade, que vai muito além do logotipo. A identidade visual engloba todo o visual e os conceitos por trás da metodologia de seu trabalho e é seu bem de maior importância pois, a marca, é o que a representa perante o mundo e seus clientes.

Devido à sua importância, a identidade visual deve ser bem estudada e trabalhada. Seu desenvolvimento requer um estudo completo de aplicações e formatos ideais para sua apresentação. Inclui, além do logotipo, materiais básicos de papelaria como cartão de visita, envelope, papel timbrado, website etc. Segundo o professor universitário e executivo de marketing/design, Ricardo Di Santo:

Você já imaginou o que seria de alguém que não tivesse nome, um rosto, ou até uma assinatura? Esta é uma forma simples de compreender a importância da identidade visual no seu negócio. As marcas são lembradas pelos produtos, serviços e experiências que proporcionam aos seus consumidores e clientes, contudo, de nada vale esforços e investimentos se estas não forem lembradas e identificadas. Mas será que basta ser lembrada? Naturalmente, sabemos que também não basta ser lembrada, precisa ser lembrada e identificada como um conjunto de valores que traz algum benefício para a vida das pessoas. Possuir uma boa Identidade Visual é fundamental para uma marca que procura se apresentar ao mercado de forma sólida e profissional. Um bom projeto de identidade visual visa estabelecer personalidade para uma marca além das suas mais variadas formas de aplicações como sites, documentos, materiais impressos e digitais de comunicação além de outras possibilidades, a partir das necessidades que são variáveis e particulares de cada negócio.

Por mais que não percebamos, nosso cérebro armazena muita coisa que não temos ideia, por isso a importância de ter uma identidade visual e corporativa marcante, ela faz com que o cliente lembre da sua marca por um símbolo, elemento ou até mesmo conjunto de cores. A identidade visual é toda linguagem comportamental que a empresa adota como padrão para o seu relacionamento. É na leitura visual que os consumidores reconhecem qual o universo, o ambiente, a forma, o jeito de ser daquela marca, nos permite conceituar a empresa em seu caráter seja ela uma empresa de vanguarda seja uma empresa tradicional. Permite-nos distinguir se é uma empresa moderna ou se tem elementos saudosistas; se é de tendência ou se é apenas uma revendedora de estilos.

Posicionamento de marca

A identidade visual declara diretamente com quem a empresa quer conversar. Se for uma empresa que busca trabalhar com produtos para uma classe mais elitizada, cores pasteis, fontes simples com toque de sofisticação, elementos neutros e precisos darão à comunicação empresa-cliente o toque que enche os olhos desse público. Para cada universo ou produto/serviço, uma linguagem. Para cada público, um comportamento. O importante é conhecer bem o público com quem você quer se comunicar. Observar os elementos básicos desse universo de pessoas é o segredo do reconhecimento direto público – empresa.

Uma boa comunicação visual é avaliada no primeiro olhar. O futuro cliente bateu o olho e já entendeu o comportamento da empresa. Podemos dizer que essa comunicação é excelente. É papel da comunicação visual trazer o esclarecimento do status e o valor agregado. Elementos difusos tem um valor; elementos sofisticados tem outro. Contudo, a escolha desses elementos está no direcionamento do público.

Portanto,

Seja qual for o tamanho da sua empresa, saiba que definir bem o seu público e construir uma comunicação que fale diretamente com ele é indispensável ao sucesso do negócio. Soluções criadas e público bem informado acerca do produto. Esta é a missão da comunicação para trabalhar bem a sua marca e para ambientar a empresa no mercado.

 

A internet das coisas e a recriação do marketing

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1) Você está caminhando dentro de um shopping, passa em frente a uma farmácia e, de repente, o seu relógio vibra, na tela aparece uma mensagem com uma lista de produtos que você precisa comprar na drogaria porque estão em falta na sua casa.

2) Você escova os dentes. No final, um app no smartphone mostra que você não escovou bem uma parte da boca e pede para você repetir a escovação. O app orienta como fazer, apresentando um mapa da sua boca denunciando a qualidade de cada escovação. No final do mês, o app mostra um resumo de sua performance e manda um relatório digital para o seu dentista.

3) Você está viajando e lembra que seria legal ter deixado as luzes da sua casa acesas simulando movimento. Através de um app em seu smartphone, você coloca a sua casa em vacation mode e as luzes da sua casa se configuram conforme você deseja.

4) Você está a trabalho numa cidade que pouco conhece, de carro alugado. Entra no automóvel e pergunta para a assistente virtual do carro quais as opções existentes de restaurante japonês num raio de 30 km. Você pergunta pelo tempo de espera na fila. A assistente responde, e diz que a 5 minutos de distância tem um restaurante mexicano maravilhoso com uma promoção especial. Você diz ok e a assistente faz a reserva para você automaticamente. Em 1 minuto ela retorna: “reserva realizada e confirmada”.

Os quatro casos acima são exemplos do novo mundo diante de nós. Converso regularmente com amigos e colegas do mundo de marketing e comunicação, sempre fico surpreso com o desconhecimento, e até negligência, que todos demonstram a respeito da internet das coisas e dos wearables. A sensação que tenho é que a maioria deles pensa nisso como ficção científica ou algo de um futuro ainda muito distante.
O fato é que tais tecnologias provocarão uma revolução gigantesca na forma como vivemos, consumimos e nos relacionamos. O impacto no marketing e comunicação das empresas será brutal, pois teremos uma postura diferente como clientes e consumidores, abalando os conceitos atuais de advertising e marketing de relacionamento. Surpreendentemente, este futuro distante está muito mais próximo do que imaginamos
Mas o que é Internet das Coisas?
Para você, viajante de outro planeta, Internet das Coisas refere-se ao uso de sensores, atuadores e tecnologia de comunicação de dados montados em objetos físicos, de autoestrada a marca passo, que permitem que os objetos sejam monitorados, coordenados ou controlados através de uma rede de dados ou da internet. Essa é a definição de Eduardo Prado no excepcional artigo“Saiba como a Internet das Coisas vai impactar a sua vida”. Pare cinco minutos para ler este artigo, tome um tapa na cara, e volte aqui.
Uma outra definição, menos técnica e mais conectada ao nosso cotidiano, é que Internet das Coisas se refere a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados no cotidiano à rede mundial de computadores. Cada vez mais surgem eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo tênis, roupas e maçanetas conectadas à internet e a outros dispositivos, como computadores e smartphones. Essa é a definição dada por Pedro Zambarda, no Techtudo, no também excelente artigo“Internet das Coisas: entenda o conceito e o que muda com a tecnologia”.
O potencial da Internet das Coisas é imenso, até difícil de imaginar. Experimente digitar internet of things na linha do Google e uma lista infinita de exemplos aparecerão na tela mostrando uma enormidade de projetos em andamento. Veja também alguns vídeos e caia da cadeira. E aí? Está com a boca aberta?
O divertido é quando imaginamos a Internet das Coisas muito além das descrições acima, ou seja, quando nós mesmos, seres humanos, estivermos vestindo a Internet das Coisas através de nossas roupas, sapatos, brincos, anéis, cintos, relógios, piercings, broches, canetas, etc. Estamos convivendo com a explosão inicial dos wearables voltados para a nossa saúde e para monitoração do nosso corpo, mas já existem projetos de dentes, tatuagens e peles que atuarão como sensores dentro do nosso corpo. Ou seja, cada vez mais estaremos umbilicalmente ligados à internet.
Quer fazer um exercício de futurologia? Vai no excelente artigo“Wearable Future: What will be wearing in 20 years?”. E aí? Deu frio na barriga?
Esse cenário abre um novo mundo para o marketing. A comunicação e o relacionamento serão de múltiplas vias. A nova realidade permitirá um conhecimento sem precedentes das preferências individuais de cada ser humano, de suas rotinas, de seus desejos e do seu estilo de vida. As novas tecnologias criarão canais individuais de comunicação com as pessoas. A interação com cada um será personalizada, através do meio que cada um mais aprecia ou tenha interesse. O big data de hoje parecerá brincadeira frente a capacidade de captura e análise dos dados pessoais em todos os dispositivos que as pessoas terão ao seu redor, seja através do que estarão vestindo ou de todos os dispositivos ao seu redor, em suas casas, nos supermercados, dentro dos carros, nos restaurantes ou no ambiente de trabalho. O nível de conhecimento sobre cada consumidor será altíssimo, e o custo para falar e interagir com ele será baixíssimo. Surgirá um novo mercado poderoso que será a venda do conhecimento a respeito de cada ser humano. Obviamente, existirão aspectos cruciais de privacidade, segurança, adoção cultural e outros desafios, mas estes são obstáculos que serão superados, da mesma forma como ocorreu com outros exemplos passados, como o surgimento dos emails e a chegada dos celulares em nossas vidas.
A mudança do marketing e da comunicação das empresas passará pela adoção sem precedentes de novas tecnologias. Os bons e velhos dogmas que conhecemos continuarão válidos, mas os profissionais da área se transformarão, cada vez mais, em seres tecnológicos dependentes. É preciso que tais profissionais se preparem para os próximos anos, pois a transformação do marketing começará por eles. Eles terão que lidar com áreas que hoje parecem distantes, como novas tecnologias, estatística, matemática, antropologia, ciências sociais, robótica, inteligência artificial, computação cognitiva, etc.
O marketing está se tornando cada vez menos empírico e mais racional, quem sabe uma ciência? Esta é uma transformação radical que precisa ser liderada pelos profissionais da área. Se tais profissionais não se anteciparem e assumirem o comando dessa viagem, certamente teremos novos convidados para serem DJs da festa, como engenheiros, cientistas, tecnólogos, estatísticos, antropólogos e outros especialistas.

POR MAURO SEGURA
Proxxima

Home Art Planejados

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A Home Art é uma das mais inovadoras movelaria do Noroeste do Paraná. Conquistou a confiança de seus clientes e o reconhecimento do mercado como referência de estilo, sofísticação e bom gosto.

Com o objetivo de aprimorarmos a qualidade de nossos produtos e também visando atender ao mercado moveleiro em expansão, reformamos a nossa fábrica e constantemente estamos adquirimos máquinas com novas tecnologias. Com isso acreditamos que poderemos manter a qualidade de nossos produtos, de um modo cada vez mais eficiente.

Os nossos funcionários estão capacitados para executarem tanto projetos dos móveis planejados quanto projetos de marcenaria. Com esse diferencial, podemos em alguns casos, executar detalhes que fazem com que nossos clientes se sintam atendidos em suas necessidades e desejos.

A empresa dispõe de uma linha completa de móveis planejados para dormitórios, cozinhas, banheiros, home office, home theater e área de serviço. E também trabalha em parceria com arquitetos, designer de interiores e empresas da área de decoração.

Link: http://goo.gl/VLYLVx

Internet das coisas deixará a publicidade muito mais inteligente

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A internet das coisas, ou IoT como vem sendo chamada, pode até soar como mais uma buzzword, mas especialistas estão apostando que ela deve gerar uma verdadeira revolução tecnológica que terá impacto sobre todo o trabalho de marketing. Ainda que não seja exatamente agora, é preciso se preparar que isso ocorra em breve.

O especialista no tema Stuart Leung, por exemplo, define a IoT como uma onda gigantesca de novas possibilidades. Com ela, objetos, localidades, animais e pessoas estarão conectados à internet, trocando informações automaticamente, o que deve transformar o modo como trânsito, clima, poluição e ambiente são monitorados e têm seus dados coletados.

De forma geral, podemos imaginar que tarefas comuns serão terceirizadas. Um carro conectado poderá sinalizar que uma peça precisa de substituição e encomendar – ele mesmo – o produto ao fabricante. Ninguém vai precisar ficar na mão porque o carro quebrou inesperadamente e ficou parado na concessionária. Uma casa conectada também poderá dar o aviso de que uma lâmpada precisa ser trocada. Além de não deixar ninguém no escuro, isso também pode ser muito vantajoso para criar uma publicidade mais útil e relevante, que utilize esse tipo de informação para, automaticamente, enviar ao smartphone do dono da casa um cupom de desconto para a compra de uma lâmpada nova.

Com a internet das coisas, aliás, muitos dados de compras serão reunidos e processados em tempo real. Para Leung, é exatamente esse um dos bens mais valiosos para qualquer negócio. Afinal, quem tem acesso a informações sobre como, onde e por que seus produtos estão sendo comprados e usados pode adaptar melhor seus esforços de marketing para clientes específicos. Sem contar que os próprios devices conectados dos clientes poderão fornecer feedbacks instantaneamente às marcas. Resultado: se um produto recém-lançado estiver fazendo feio, a equipe de marketing não vai demorar nada para saber disso e poderá agir rapidamente para reduzir os danos tanto para a marca quanto para o caixa da empresa.

E se, além disso, uma ferramenta de CRM confiável for utilizada em conjunto com a internet das coisas, a dupla será capaz de analisar os dados dos clientes com eficiência e precisão suficientes para fornecer resultados capazes de aprimorar o relacionamento das marcas com seus consumidores. Já imaginou poder entender – quase que instantaneamente – em que etapa da decisão de compra está o seu cliente para tirar suas dúvidas e conduzi-lo ao caixa o mais rápido possível?

Com tantos dispositivos e objetos conectados, a aposta de Leung é que a publicidade se transforme totalmente, para do ponto de vista das marcas quanto dos consumidores. Finalmente chegará ao fim a era do comercial que interrompe as atividades ou a atenção do consumidor para começar o tempo em que a publicidade se torna útil e totalmente relevante para ele, com anúncios 100% alinhados aos seus interesses, comportamentos e compras anteriores dos clientes. Se isso ocorrer de fato, os consumidores deixarão de perder tempo e as empresas deixarão de gastar milhões de dólares em publicidade irrelevante.

No entanto, embora tudo isso possa parecer muito bom, Tim Dunn, diretor de estratégia e mobile da Isobar, faz questão de lembrar que nada é tão para já quanto como pode parecer. Pelo menos neste ano, ele acredita que nenhum dispositivo com IoT deve atingir a massa. A única exceção poderia ser o Apple Watch, mas nada ainda indica que ele será capaz dessa façanha assim rapidamente.

A dica de Dunn para empresas que querem aproveitar o tempo de amadurecimento dessa tecnologia é começar definindo que tipos de dispositivos elas podem criar. Para isso, é preciso oferecer razões verdadeiras para os consumidores adotarem um novo device ou comportamento e testar tudo isso com pessoas da vida real. Se não der certo, o melhor pode ser começar tudo de novo enquanto é tempo.

É preciso também construir um relacionamento real com os consumidores, desenvolvendo programas, cupons, social media, serviços proativos e qualquer coisa que possa oferecer uma boa experiência para eles. Afinal, se uma marca não tiver uma boa base, dificilmente seu wearable terá público.

Também vale lembrar que uma infraestrutura robusta de dados e um sistema de automação de marketing serão necessários para oferecer serviços relevantes por meio desses novos dispositivos. “Poucas empresas têm expertise ou tecnologia para entregar personalização, então é crucial investir nisso”, diz ele.

Por fim, ele aponta que é altamente provável que os dispositivos de IoT bem-sucedidos rodem em plataformas de grandes empresas que fabricam produtos, como Apple, e atuem como extensões do celular. Isso significa que as empresas podem testar seus novos programas no mobile, na web e no varejo, antes mesmo que a internet das coisas vire realidade.

Fonte: Proxxima

Raspa Lingua – Loja Virtual

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Independentes. Fora dos padrões.

Bem-vindos à tribo!

“Aqui estão os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os encrenqueiros. Os que fogem ao padrão. Aqueles que veem as coisas de um jeito diferente. Eles não se adaptam às regras, nem respeitam o status quo. Você pode citá-los ou achá-los desagradáveis, glorificá-los ou desprezá-los. Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los…”

Link loja: loja.raspalingua.com/

Federação Paranaense de Tênis

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A cobertura do 19ª edição do Interclubes Paranaense de Classes foi feita pela Agência Camargo. O evento que é a maior competição por equipes do Brasil.

Confira o vídeo de comemoração de 65 anos produzido por nossa agência. Na fanpage da federação você acompanha as fotos e vídeos produzidos pela Agência Camargo.

https://www.facebook.com/fptenis

Empreendedor precisa estabelecer metas claras

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Saber onde quer chegar e manter-se alinhado a essa busca é fundamental para quem começa um negócio próprio. Com tanta informação, competitividade elevada e condições econômicas que desafiam qualquer caixa, o empreendedor precisa manter o foco em seus objetivos, planejar metas em patamares realistas e trabalhar duro para avançar.

Com mais de 20 anos de experiência à frente de um empreendimento que tem por missão prestar serviços e soluções para pequenos e médios empresários, profissionais liberais e empresas que começam atividades no País, observo que muitos sonhos se perdem no caminho por falta de disciplina. Quem decide ser senhor de seu próprio tempo e salário não pode desperdiçar atenção ou se deixar engolir pela falta de organização. Contar com um bom suporte para que ele, empresário, concentre atenção em construir o negócio é essencial.

O mundo está cada vez mais competitivo e a tarefa de alavancar uma empresa não é fácil. Exige comprometimento, disposição para enfrentar desafios, capacidade para formar um bom time de profissionais, captar recursos, gerenciar processos e talentos e, claro, conquistar clientes.

Os desafios são grandes e, na verdade, sempre existiram. Mudam de contexto, mas não deixam de estar presente na vida do empreendedor. Nos anos 90, por exemplo, quando comecei meu negócio, vivíamos o auge da cultura da terceirização, que impulsionou a formação de micro e pequenas empresas, cada uma focada em um nicho, pronta para suprir uma demanda. Muitas delas evoluíram, se especializaram e consolidaram presença em seus respectivos mercados.Isso impactou a sociedade, as relações de trabalho e os modelos de gestão.

Hoje, estamos diante de uma realidade econômica que nos obriga a ser bons administradores. Quem não souber conciliar caixa com investimentos estará perdido. Sem investir, o negócio não se renova e perde espaço no mercado. Se gastar demais, não terá fôlego para chegar ao final do ano com as contas em dia. O empreendedor de hoje precisa ser bem assessorado na gestão de recursos.Muitos começaram o ano cortando despesas, buscando alternativas para reduzir custos fixos. Quem, como eu, lidera um escritório virtual, percebeu muito bem esse movimento.

Minha vida de executiva me trouxe outra missão, a de criar constantemente um ambiente e condições que permitam a outros empreendedores evoluírem na realização de seus sonhos.

Se para isso, eles precisam de uma base operacional com conforto, boa localização e suporte de serviços, é isso que eu me empenho em construir e oferecer. Em duas décadas nesse segmento, percebi o quanto é importante para um jovem empresário ter um porto seguro. Um lugar que ofereça suporte eficaz, que tire dos ombros do empresário de grande, médio ou pequeno portes, do profissional liberal ou do pequeno empreendedor o peso da rotina e da burocracia.

O cliente desse serviço precisa de serviço de qualidade, agilidade e segurança. Precisa aliar-se a quem opera em sede própria, estrategicamente localizada e conte com excelente estrutura de apoio. E para atendê-lo, nós, os empreendedores que atuamos no ramo dos escritórios virtuais, estamos sempre em busca de um mix robusto de produtos para atendê-los, dentro de suas expectativas de serviços e com preços competitivos.

Perpetuar a empresa do outro é o nosso negócio. É trabalhoso, mas também muito compensador. É uma vitória compartilhar da construção de novas empresas e ver que elas conseguiram crescer e ganhar mercado.

 Virtual Office. 

Hábitos que podem estar matando sua carreira e vida profissional

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Muitas vezes os profissionais fazem grande esforço para conseguir um aumento de salário ou novas oportunidades profissionais e, sem dúvidas, as vezes o caminho percorrido está manchado por hábitos ruins que os impede de cumprir seus objetivos.

Abaixo listamos essas práticas nocivas que podem estar arruinando sua carreira, tiradas de um artigo da Inc.com.

1. Reclamar demais: Queixar-se do seu horário, de uma mudança na política corporativa, pode lhe dar uma má reputação.

2. Não falar: Escutar o tempo todo e não expressar sua opinião fazem com que você seja visto como um seguir em vez de um líder.

3. Falar mais do que escutar: Invista mais tempo e energia em escutar os demais em vez de tratar de educá-los.

4. Não se preocupar consigo mesmo: Trabalhar até tarde, pular as refeições e correr sempre contra o tempo pode gerar problemas. Independentemente do quão ocupado você esteja, tire um tempo para se preocupar com sua saúde mental.

5. Dar desculpas para os seus erros: Há uma grande diferença entre uma explicação e uma desculpa. Seja responsável por seus pensamentos, sentimentos e comportamento. Foque em aprender com seus erros em vez de empurrar tudo para debaixo do tapete.

6. Não agradecer pelas críticas: Se colocar na defensiva quando outros lhe oferecem feedback limita sua habilidade de aprendizagem e crescimento. Tire um tempo para realmente considerar os comentários de outras pessoas.

7. Falar coisas negativas de seus companheiros de trabalho: O fato de fofocar e falar mal de seus companheiros não lhe fará ter amigos. Siga o conselho da sua mãe; se não tem nada a dizer, não diga nada a respeito.

8. Ter uma perspectiva pessimista: Mostre sua liderança expressando seus pensamentos sobre o futuro da empresa.

9. Não trabalhe bem com os outros: Ignorar os e-mails, evitar colaborar e desacreditar nas ideias dos outros são algumas coisas que mostram que você não está jogando bem no terreno profissional. Se você está lutando para se dar bem com seus companheiros, invista mais tempo em reforçar suas habilidades sociais.

Como a publicidade pode te ajudar a superar a crise atual?

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Embora o cenário atual e as projeções para 2015 possam parecer desanimadores para as empresas e, com isso, o corte de gastos, principalmente os gastos com publicidade, seja a primeira medida a ser colocada em ação, é fundamental considerar, antes, a procura por novas abordagens. E é exatamente nisso que a publicidade possui excelência, encontrando soluções criativas para superar um momento ruim.

Vamos supor que a sua empresa está passando por dificuldades em se manter no mercado e que as estratégias atuais não estejam trazendo o resultado desejado. Isso indica que talvez esteja na hora de mudar a estratégia. Com um planejamento estratégico diferente, totalmente repensado e voltado para as demandas atuais da empresa, o caminho para resolver o impasse começa a se mostrar e ser construído logo adiante.

O mercado publicitário cria um dinamismo na economia, principalmente em crises, em que o diálogo entre empresa e público-consumidor precisa se estreitar, e a necessidade de transformação inovadora é imperativa. Tente dar uma resposta diferente às crises. Trazer novas perspectivas ao problema significa chegar a novas formas de resolução. Dentro de uma agência de publicidade, todos estão envolvidos e preparados para encontrar essa resposta e, é claro, colocá-la em ação.

Fonte: Klimt

Sua empresa está preparada para vender na era da tecnologia?

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Entretanto, não basta uma empresa ter um site ou um e-commerce. Sob a ótica do cliente e do consumidor em geral, houve uma completa transformação nos hábitos de consumo.

O cliente hoje tem acesso a uma gama enorme de informações sobre produtos e serviços. A democratização deste meio de comunicação, com a chegada dos smartphones, tablets e a implantação das redes públicas sem fio tornou possível o acesso de muitas pessoas à informação. Veja algumas dicas para preparar a sua empresa para vender mais:

1. Invista na presença digital
A primeira coisa que uma empresa precisa construir para ser bem sucedida neste ambiente é a sua presença digital. Isto é, estar presente nas consultas de quem se interessar por produtos ou serviços que comercialize. Contudo, de nada adianta estar presente se não oferece mensagens que demonstrem ao potencial cliente que sua empresa tem condições de atender às suas demandas.

2. Foque no engajamento
Engajá-lo é a segunda tarefa a ser feita. Construir mecanismos que permitam engajar o cliente é importante para fazê-lo prestar atenção em sua marca e em suas ofertas. O fato de utilizar o ambiente digital não exclui a necessidade de manter outros canais de engajamento. A presença digital, contudo, é o único meio de se beneficiar da tecnologia e das oportunidades que ela tem trazido.

3. Conquiste o cliente
Uma vez em seu site, este potencial cliente precisa ser convertido. Converter um lead e levá-lo da situação de engajamento até a compra. Quando engajado, o potencial cliente poderá utilizar diversos canais para comprar de você. Desde a visita ao seu estabelecimento, até a compra por internet ou mesmo por meio do telefone.

4. Mantenha o vínculo
Seja na venda pessoal ou na eletrônica, você deve preservar as referências para o potencial cliente. Ou seja, manter o vínculo que o levou ao longo de todas as etapas do ciclo de vendas. Neste momento, o cliente entrou em seu funil de vendas e seu objetivo é levá-lo a comprar. Se não gerenciar este potencial cliente ao longo do funil, você irá correr o risco de perdê-lo. Pior: neste ponto, você poderá estar entregando ele para o seu concorrente.

5. Use ferramentas
A tecnologia hoje permite que se gerencie o potencial cliente por meio do funil de venda e através do caminho feliz da compra, também chamado workflow de vendas. Ferramentas próprias para cada tipo de canal, a chamada automação ou monitoração de vendas, certamente poderão ajudá-lo a manter o cliente no caminho feliz. Seja no comércio eletrônico, televendas ou venda presencial.
Fonte
Revista Exame

Saiba quais são os sete pecados da publicidade em vídeo que devem ser evitados

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A publicidade em vídeo para o meio digital não deve ser encarada da mesma forma que a direcionada para a televisão. A diferença de plataforma pode levar a alguns erros e, com base nisso, a Teads Brasil fez um estudo que resultou nos “sete pecados” a serem evitados na publicidade em vídeo na web.

Mas, para Thiago Bispo, diretor de negócios da empresa, o que se destaca, mais do que os erros que podem ser cometidos, é a oportunidade que o vídeo no meio digital representa. “Percebemos que o que está acontecendo no mercado é uma visão um pouco míope em relação as possibilidades que o vídeo publicitário traz”, ele explica para o ProXXIma. “É o caminho mais importante do ponto de vista de capacidade de transmissão da mensagem”.

Bispo acredita que uma dificuldade para o anunciante é atrelar seu vídeo a um conteúdo profissional por conta da falta de opção de meios para veicular o filme publicitário. “Os anunciantes acabam sendo obrigados a colocar em agregadores de conteúdo amador, como o YouTube”, explica. “Percebemos uma oportunidade de falar com os publishers, que podem entrar nessa briga de vídeo que está concentrada no YouTube e no Facebook. É uma grande oportunidade de mercado para atrelar o anúncio a um conteúdo de qualidade”.

Viralização

A tão desejada viralização não é para todos, diz Bispo, queexplica que isso acontece com um conteúdo interessante e adequado para o público ao qual se destina. “É um equívoco pensar que um vídeo na internet vai se tornar viral por si só. Isso não vai acontecer. Não é porque tenho um canal no YouTube que vou impactar o usuário. Se ele nunca entrou no meu canal, como vai adivinhar que tem um conteúdo de qualidade lá?”, questiona. Por isso o envolvimento do usuário é tão importante. “A publicidade digital não é feita para um consumidor passivo. Nós, como usuários da internet, estamos atuantes no consumo e na distribuição do conteúdo dentro dela. Isso também vale para a publicidade”, frisa.

A publicidade na internet não pode ser preguiçosa: para poder explorar o máximo de seus resultados, é importante ficar de olho na repercussão. “Precisa ter monitoramento, interatividade, saber se foi comentado positiva ou negativamente, se foi buscado no Google”, enumera Bispo. Um bom hábito para o target é cruzá-lo com o contexto em que o anúncio está. “Preciso buscar a matéria que vai falar do que quer que seja e entregar a publicidade certa no momento certo porque pode acontecer, sim, de atingir o seu público no momento errado”, diz. “Sou torcedor do Flamengo e estou no target da Adidas. Mas, se eu estiver vendo uma notícia sobre a tragédia do Nepal, não vou querer saber do que está tentando me mostrar”.
Outro dado importante para Bispo é a quantidade de views, fornecido pelo Facebook. Mas não pela lógica do “quanto mais, melhor”. “Suponha que um vídeo foi visto mil vezes… Mas pelas mesmas dez pessoas. Do que adianta?”, Bispo questiona. “Fica a sensação de que você impactou, mas talvez não tenha conseguido nem a abrangência nem a penetração adequada para o vídeo. Essa questão de tamanho é uma visão muito míope. Temos que analisar cada métrica sem ter inveja do concorrente”.

Confira abaixo os sete pecados listados pela Teads Brasil:

1. Soberba/Orgulho
O orgulho se dá quando as marcas/empresas não adaptam o conteúdo do vídeo ao público-alvo. “É um equívoco pensar que um vídeo publicado na internet será viral por si só e que, com um canal no YouTube ou uma fanpage, já estará totalmente inserido no meio digital. Não se pode esquecer que o vídeo precisa ser bem direcionado e promover o que é de interesse do usuário, algo que desperte a curiosidade. A publicidade digital não é feita para um consumidor passivo”, explica Bispo.

2. Avareza

Desde que os anunciantes começaram a alocar investimentos em publicidade na internet, a avareza tem acompanhado o setor, o que é muito visível na questão do número de “likes” em vídeos nas redes sociais. “Eles até podem fazer o CTR (taxa de cliques) da marca aumentar, mas em 99% dos casos não se aplicam em retorno de vendas. É fácil comprar esse tipo de engajamento. Não podemos ter a CTR como um KPI (técnica de gestão para indicar desempenho de um vídeo na internet) crítico para medir a publicidade em vídeo online. Essa análise deve ser feita por um profissional que determinará as soluções para um bom resultado”, sugere Bispo.

3. Luxúria

Para Bispo, as empresas precisam pensar nas vantagens da TV tradicional para comerciais de TV e nas vantagens de vídeos virais de internet para publicidade online. “É indispensável definir bem as estratégias e entender que, muitas vezes, menos é mais. Podemos pecar se iniciarmos uma publicação sem controle, querendo atingir muita gente sem estratégia e definição de público”.

4. Gula

“Estamos em um ambiente saturado e, por isso, temos que repensar sempre as estratégias de divulgação de forma que o consumidor/usuário também não fique sempre com mais do mesmo. Não dá para soltar um vídeo viral tentando alcançar todo mundo sem estratégia bem definida. É preciso pensar na visibilidade, pagar o preço pelo alcance desejado e adaptar conteúdo ao público-alvo. Nada de gula irracional”.

5. Ira

“Tudo mudou nos últimos anos e é normal que, em muitas ocasiões, estejamos com raiva disso, pois aumenta nosso trabalho e abre lacunas até então desconhecidas. No entanto, isso não autoriza os anunciantes a ignorarem as mudanças. Temos que encontrar nosso público onde quer que ele esteja e segmentar, ainda que isso demande mais tempo e estudo”, explica o diretor de negócios.

6. Inveja

De acordo com Bispo, no meio digital é comum haver comparação de números de “likes”, visualizações e visitas, mas não é recomendado focar somente nesses indicativos. “Precisamos entender como nosso concorrente conseguiu chegar a este ou aquele patamar, quais as estratégias que utilizou. Tamanho não importa. Temos que analisar cada KPI usando a razão e sem ciúme”, aponta.

7. Preguiça

“Internet é uma convergência de mídias, e não um veículo que anda sozinho. Por conta disso, temos de entender como o público se move na web. O vídeo na internet deve ter obrigatoriamente uma comunicação horizontal e ativa para fazer sucesso”, conta Bispo. “O trabalho começa mesmo quando termina. Ou seja, a partir da publicação do conteúdo inicia-se o processo de monitoramento e interatividade”.

Fonte: Proxxima

A terceira onda digital está se aproximando…não perca a viagem!

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É fácil ficar cansado de mudanças hoje em dia. Como sempre, nós estamos ouvindo chamados urgentes para que as marcas e as agências evoluam e se tornem mais digitais, mais data-drive e mais tech-first.

Você será perdoado se estiver bocejando. Em primeiro lugar, a gente já não viu esse filme antes? Praticamente toda agência hoje em dia tem uma profunda competência em procura, display, mídia social e até mesmo em criação de conteúdo. Nós somos bons nessas coisas. Além disso, quanto mais as coisas mudam, mais elas continuam as mesmas. A TV continua a ocupar uma parcela significativa do tempo das pessoas (quatro horas e meia por dia, de acordo com a Nielsen) e as marcas continuam investindo muito dinheiro nela.

Mas não é o momento de ficarmos satisfeitos. Enquanto o disrupção não é nada novo, as marcas finalmente estão respondendo a ela de uma maneira impactante, rapidamente adaptando seus budgets para novas plataformas. Nos próximos 12 a 24 meses, veremos tudo isso acontecendo:

– O digital superando a TV no total de investimentos em mídia

– O mobile superando o desktop nos investimentos em mídia

– Anunciantes comprando 63% da mídia via mídia programática

– Companhias gastando mais de US$ 32 bilhões em tecnologias de marketing

– O Google se juntando ao Facebook, ao Twitter e ao WeChat, da China, no grupo das mídias que conseguem a maior parte dos seus lucros pelo mobile

Em outras palavras, nós nos encontramos no meio da terceira onda do digital, trazida pela rápida proliferação dos microvídeos, apps de mensagens e dispositivos com telas maiores. Para as agências digitais, é um pouco como se o cachorro finalmente tivesse alcançado o carro. É ótimo que todo mundo queira nos pagar pela nossa expertise, mas também é ótimo disciplinar as nossas agências e mostrar os resultados, ou as marcas irão para outros lugares.

Em particular, quatro grandes (e difíceis) oportunidades se alinham à nossa frente: cocriação, dados e criatividade, publicidade nativa e cultura.

Amplie a rede de cocriação
Cada vez mais, as pessoas não seguem marcas. Eles seguem artistas emergentes que parecem ter criado as suas audiências do dia para a noite. Por exemplo, o Vine ainda tem menos de três anos de idade, mas já tem mais 200 usuários com mais de um milhão de seguidores. A boa notícia é que essas novas estrelas estão, tipicamente, abertas a trabalhar com marcas e agências – e seus fãs não parecem se importar. É por isso que nós devemos abraçar a cocriação para produzir conteúdo que as pessoas realmente queiram ver. Se você está procurando por ajuda nessa área, companhias como a Tinker Street e a Fullscren estão na liderança.

Faça dos dados os verdadeiros amigos da criatividade
Nós temos falado muito como uma indústria sobre dados deve inspirar criatividade, mas muito disso tem sido conversa fiada. As agências precisam colocar os analistas e os criativos na mesma sala. Mais do que isso, eles precisam mostrar para seus criativos o que os dados podem fazer por eles. Os dias de sonambulismo sobre painéis de dados elaborados se foram. Hoje, ferramentas de social listening podem ajudar a dirigir as conversas; o uso de dados pode informar a produção de conteúdo; e eye-tracking pode revelar o que funciona (ou não) antes de irmos para o mundo real. Companhias como a Domo finalmente estão deixando os dados amigáveis o suficiente para que todos possam entendê-los.

Abrace a publicidade nativa
Quando se trata de mobile, anúncios de display não funcionam (49% dos cliques são acidentais). A publicidade nativa pode ser muito melhor sucedida, ser for feita direito. Isso quer dizer que nós precisamos de seriedade e habilidade no storytelling e consciência de onde estamos publicando os nossos esforços. Um anúncio nativo que se pareça com um banner de interrupção é um banner de interrupção – e vai ter os mesmos resultados.
Encarar a cultura com seriedade
Enquanto muitas startups de mídia e companhias de tecnologia oferecem credibilidade e grandes pacotes de remuneração para novos talentos, muitas agências ainda tem ambientes de trabalho integral e taxas de rotatividade surpreendentes. Em vez disso, elas precisam criar culturas que respeitem o balanço entre trabalho e vida pessoal, e encorajem a diversidade, e providenciar oportunidades tangíveis de aprendizado e desenvolvimento.

A terceira onda digital é um momento empolgante para se estar no marketing, mas nós não devemos ter ilusões quanto às suas implicações. Se as agências digitais forem rápidas e espertas o suficiente para pegá-la, elas serão as grandes vencedoras. Se não, nossos clientes encontrarão parceiros mais dinâmicos para levar as suas marcas adiante. Em outras palavras, hora de ir ao trabalho.

POR BRANDON GEARY, chief strategy officer da Possible

Conheça o melhor horário para posts nas redes sociais

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O Scup acaba de divulgar a quinta edição do estudo “Horários Nobres das Redes Sociais”. De acordo com a pesquisa, o comportamento dos usuários tem mudado os períodos de acesso e também a relevância de algumas plataformas. A análise de mais de 170 milhões de posts publicados no Facebook, no Twitter e no Instagram, no Brasil, em 2014, demonstram que os picos de interação têm migrado para os dias da semana, ao contrário do que ocorria em anos anteriores.

“Antes, as pessoas acessavam mais quando estavam em suas casas, aos finais de semana, via desktop. Agora, com as conexões de dados e os smartphones, elas acessam no dia a dia, no caminho do trabalho para casa e vice-versa. Essa é uma transição importante e as marcas precisam estar atentas a ela”, afirma Soraia Lima, CMO do Scup.

No Facebook, por exemplo, os dias mais importantes passaram a ser terça e quarta, que agora respondem por cerca de 16% do volume de menções, cada um. Antes, quinta e sexta eram os dias mais relevantes. O horário de pico seguiu essa linha, com cerca de 800 mil posts às quartas-feiras, das 11h às 12h. O Twitter também apresentou redução de tweets aos finais de semana – com exceção do domingo à tarde, quando ocorrem os jogos de futebol e os posts ganham peso até por volta das 23h, o que também acontece às quartas. O pico da rede, no entanto, foi às terças, entre 23h e 24h, e às quartas, das 21h às 22h. O microblog tem maior interação no período noturno, com movimentação ganhando força à partir das 17h até o final da noite.

Já o Instagram tem o seu pico as sextas, entre 19h e 20h, possivelmente quando os usuários celebram a chegada do fim de semana e do happy hour. Após esse horário, nas sextas-feiras à noite, as pessoas começam a se afastar das três redes analisadas. O sábado ainda é o dia mais movimentado da rede social de fotos, mas quarta, quinta e sexta registraram aumento de participações nas postagens.

Quando o assunto é aumento no número de publicações, o Instagram foi o que mais cresceu, com alta de 235%, chegando a 5,4 milhões de posts em relação ao ano anterior, quando acumulou 1,6 milhões. O Facebook e o Twitter também apresentaram aumento expressivo, de 144% e 59%, respectivamente. “O estudo é um panorama geral dos três canais analisados, mas cada tipo de público tem um comportamento diferente nas redes sociais. Por isso, é importante identificar, conhecer e analisar a sua audiência específica na hora de criar e aplicar seu plano de marketing de conteúdo”, explica Lima.

O estudo, composto por 50,7% de menções do Facebook, 46,1% do Twitter e 3,2% do Instagram, mostra o aumento de publicações em 2014 e respectiva tendência de crescimento desses números. Os 170 milhões de posts de 2014 representam 97% menções a mais nas redes sociais do que em 2013, quando foram monitorados mais de 86 milhões.

“O aumento do número de posts mostra que os feeds estão cada vez mais cheios e, por isso, é muito difícil prender a atenção dos usuários. Isso se torna ainda mais complicado quando o conteúdo não é de um amigo na rede social, e sim de uma marca. Mapear os dias e horários de destaque é essencial para conseguir entender e conhecer o comportamento dos usuários nesses canais e, assim, pensar em estratégias mais eficazes de relacionamento”, pontua a CMO.

 

 

 

O Futuro do Digital

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Dois palestrantes importantes para o marketing digital, Kodi Foster, head of brand da OutBrain, e Joe Strolz, diretor geral da AOL Canadá, falaram nesta semana em um seminário no Brasil, sobre como as pessoas consomem conteúdo e como as marcas podem tirar mais proveito das ferramentas.

As empresas precisam conhecer as plataformas que usam para atingir seu público-alvo de maneira eficiente. As marcas sabem o público e em quais plataformas encontra-lo, porém não sabem usar as redes sociais. “Não adianta as empresas forçarem as pessoas a verem anúncios em uma plataforma que onde você escolhe quem segue e o que quer ver,” explica Kodi.

74% das pessoas que estão navegando, estão em busca de entretenimento e informação, dessa forma, as empresas devem focar nesses quesitos. “Se tirarmos as compras online e leitura de e-mails, as pessoas ficam o dia todo procurando por conteúdo na internet,” diz. Investir em anúncios televisivos é perda de tempo e dinheiro. “Enquanto você coloca um anúncio na televisão, você está forçando a pessoa a assistir algo que ela não quer, então ela vai navegar em outros devices,” conclui.

“Encontrar uma maneira de encontrar seu público mais fácil” é o produto mais precioso e valioso das empresas atualmente. Porém, muitas empresas ainda apostam em ferramentas de pesquisas e mídias sociais para conseguir dados. Segundo ele, esses locais não disponibilizam seus dados com facilidade, sendo difícil para as empresas conseguirem extrair o que precisam.

 

Fonte: Proxxima

10 razões para sua empresa ter presença online

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Embora seja uma realidade que todas as empresas já deveriam ter uma atuação on line, vemos que ainda existem algumas resistências. É mais do que hora de aceitar que as mudanças que a era digital vem trazendo não são só pra alguns, nem são modismos. Elas vieram para ficar e cada vez mais ditam os rumos dos negócios.

Nenhum empreendimento vai conseguir manter-se à margem da vida on line e continuar a prosperar. Isso porque a sociedade cada vez mais incorpora esta realidade ao seu dia a dia e uma das possibilidades que mais encantam os clientes é conhecer as empresas para ter mais confiança ao fazer negócios, interagir e saber sobre os produtos e serviços.

Confira algumas razões para sua empresa se convencer a estar no mundo virtual:

1. O mundo está se tornando digital

Em todo o mundo, o crescimento do acesso à Internet caminha a passos largos. A globalização é um fato e isto muda a realidade de todos os negócios: indústria, comércio, serviços. Quem ainda não tem uma presença on line, já está perdendo terreno.

2. Fique aberto 24 horas por dia com menos custo

Ao contrário de uma loja física que só tem oportunidade de vender durante o horário comercial, um negócio on line funciona 24 horas por dia, com muito menos custos e pode vender ou captar clientes a qualquer momento.

3. Mais comunicação, mais vendas

A diversidade das formas de comunicação que a internet oferece é uma grande vantagem para os negócios. Pode-se falar de produtos e serviços de muitas maneiras e em diferentes canais para diferentes públicos: site, blogs, redes sociais, chats, fóruns. No próprio site, pode-se oferecer informações gerais ou detalhadas para diferentes perfis de usuários.

4. Expanda seus negócios para o mundo

Naturalmente, os negócios potencializam-se quando sua presença on line expande a expectativa de fazer negócios além do seu limite geográfico. O tamanho da expansão você decide: só no Brasil, em países da América Latina ou no mundo todo.

5. Saiba o que pensa seu cliente

Uma das coisas que mais encanta os consumidores na internet é poder interagir com as marcas, comentar sobre os produtos nas redes, mostrar sua opinião. Muita gente está aproveitando este comportamento on line para saber o que pensa o cliente e, assim, melhorar seus produtos e serviços.

6. Cresça valorizando a marca

A internet, como nenhum outro meio antes existente, está possibilitando um tipo de construção de marca muito interessante. É possível construir uma identidade e valores ligados à marca através do marketing de conteúdo, por exemplo, demonstrando conhecimento e autoridade no tema através de blogs corporativos.

7. Presença on line aumenta o lucro

Já está provado que as lojas físicas que abriram um site aumentaram em mais de 35% o lucro com vendas. Além da venda direta, o site também é uma propaganda da loja física.

8. Mais da metade da população já acessa a internet

No Brasil, assim como em todo o mundo, o crescimento da internet é exponencial. Mais de 50% da população com idade acima de 10 anos já é usuário da internet.

9. Marketing melhor e mais barato

O marketing digital está ganhando espaço rapidamente. É mais eficiente e tem um campo de atuação mais amplo que as formas antigas. Dispõe de recursos que antes eram impossíveis, atua em diversos canais ao mesmo tempo e pode interagir com o cliente. O investimento em marketing digital é bem menor e o retorno pode ser mensurado.

10. Sua concorrência já está on line

Quer mais? Quase todo mundo já está consciente dessa necessidade, não fique por último, porque é impossível para um negócio que não tem presença on line atualmente concorrer com quem já tem.

Se algumas empresas ainda têm dúvidas desta necessidade, é hora de superar completamente esta resistência e partir para o engajamento. Não faltam boas consultorias e especialistas prontos a ensinar e cooperar.

Fonte: Avanti

Como anunciar no Facebook?

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Entender o EdgeRank é muito importante para compreender a necessidade do anuncio. Não é por que um usuário curtiu sua página, que ele vai receber todo conteúdo que sua empresa pública. Na verdade, o alcance médio de uma publicação no facebook é de apenas 12% do número total de pessoas que curtiram a página.

O EdgeRank, é um algoritmo criado para filtrar as informações do nosso feed de notícias e exibir somente o que é mais relevante.

O EdgeRank leva em conta basicamente 3 fatores: Afinidade, Peso da publicação, e Tempo.

Afinidade: Esse item procura avaliar a afinidade entre a página e a pessoa que curtiu. Isso é medido principalmente pelas interações que ele teve com sua página, como “curtidas” em posts, comentários ou compartilhamentos.

Visitas à página, cliques em links e visualizações de fotos também podem ajudar a aumentar a afinidade.

Peso: Esse item procura avaliar o quanto a publicação é interessante. A informação vem da popularidade do post medida pelos cliques, “curtir”, “compartilhar” e comentários.

Fotos e vídeos também possuem mais peso que links e textos simples, por exemplo.

Se na imagem contem mais de 20% do seu tamanho em texto, ela perde muito o engajamento, e quanto mais texto for na descrição, melhora.

Só texto diminui o peso da postagem, sempre adicione uma imagem junto ao seu texto.

Tempo: Esse é bastante óbvio. O Facebook privilegia as postagens mais recentes no Feed de notícias e aquilo que já passou acaba ficando para trás.

Escolha bons horários de publicação

Como já indicamos, o horário é um dos fatores que o EdgeRank leva em consideração, e postar em um momento em que há mais pessoas online aumenta bastante a chance da mensagem ser visualizada.

Entendeu como funciona o EdgeRank? Vou te dizer o por que deve anunciar.

Primeiro: por causa do alcance, você esta anunciando na maior rede social do mundo.

Segundo: por que o conteúdo pode viralizar e sua marca ou produto ficar muito conhecida.

Terceiro: pelo relacionamento e contato emocional, as pessoas que estão no facebook estão rodeadas de seus amigos, familiares, e coisas que gostam, com isso facilita na hora de associar seu anuncio com algo que ela gosta e precisa ter.

Quarto: para alcançar 100% até mais do seu EdgeRank.

 O que é preciso para anunciar?

 Uma página, pois não é permitido fazer isso através de perfil, explicarei em outro artigo a diferença entre pagina e perfil. Cartão de crédito ou uma conta no playpal.

 Preparativos para anunciar

 Você precisa planejar qual seu publico alvo, área que quer atingir, idade etc.

Quanto maior for o CTR (taxa de cliques nos anúncios), mais sua empresa vai pagar pelo clique. Por isso é fundamental testar muito, com diferentes combinações de textos e imagens, para analisar quais apresentam melhor resposta.

É importante a pagina ter uma boa identidade visual e já com conteúdo relevante para que quando a pessoa clicar, ela fique interessada em ver mais conteúdo da sua página.

Um pouco mais diferente das mídias tradicionais, nas redes sociais é preciso que a pessoa se identifique com sua empresa ou trabalho, você precisa conquistar os seguidores. Precisa comunicar o que o cliente quer ouvir, não o que você quer que ele ouça.

Essas são as minhas dicas para anunciar no facebook. Você pode tirar mais dúvidas comigo em meus contatos abaixo.

Andreoni Camargo

Fundador e CEO da Agência Camargo.

Contatos:

facebook.com/andreonicamargo
twitter.com/andreonicamargo
instagram.com/andreonicamargo
andreoni@agenciacamargo.com.br

Só fazer um site ou loja virtual, faz minha empresa vender mais?

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Hoje em dia, só fazer um site ou loja virtual “e-commerce” não adianta mais, sua empresa precisa de “vida” online. Para obter presença online sua empresa precisa iniciar com esses princípios que vou pontuar aqui:

  • Frequência de postagem;

A frequência de postagem é muito importante, além de aumentar o engajamento das suas mídias sociais, alimenta o profissionalismo.

  • Diversidade de mídias (vídeos, textos, fotos etc…);

Diversificar o tipo de mídia que você publica, faz com que, sua empresa atinja mais pessoas de diversos tipos (aquele que gosta de vídeos, aquele que só vê imagens, aquele que gosta de ler textos na internet), com isso você consegue mais compartilhamento dos seus conteúdos.

  • Identidade visual que passe confiança e profissionalismo;

Postagem feia, vídeo feito com baixa qualidade, péssima edição, e sem um visual marcante, é sinal de que falta uma boa identidade visual. O próprio título já diz, identidade visual é aquela que passa confiança e profissionalismo. É essencial para sua empresa!

  • Planejamento a longo prazo.

Um diferencial que sempre busco, é fazer os conteúdos planejados a longo prazo. Consigo ter uma didática e alvo, consigo analisar melhor a evolução e não ser repetitivo, evito me surpreender e analiso muito bem o resultado.

  • Conteúdo exclusivo.

Você pode não ter um produto ou serviço exclusivo, mas você com certeza pode ter um conteúdo exclusivo na internet. Suas mídias não podem ser conhecidas por compartilhar conteúdo dos outros, tenha o seu próprio, e aumente o compartilhamento do seu conteúdo.

Você viu que sua empresa precisa ter “vida” na internet ?! Ela não pode estar parada, o mercado está cada dia mais competitivo, quem se mantem frequente na mente do cliente sai na frente!

 

Andreoni Camargo

Fundador e CEO da Agência Camargo.

Contatos:

facebook.com/andreonicamargo
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instagram.com/andreonicamargo
andreoni@agenciacamargo.com.br